O Islã se expandiu pela espada, mas está definhando por causa da internet – Artefactum

(24/02/2025)

Por mais de mil anos, o Islã se expandiu por meio de guerras, conquistas e submissão forçada.

Aqueles que resistiram, enfrentaram a espada. A dissidência foi esmagada, a história reescrita e questionar a fé significava a morte. Durante séculos, o Islã manteve seu poder pelo controle da narrativa.

Mas então algo aconteceu. Algo que os primeiros califas jamais previram. A Internet destruiu o monopólio do Islã sobre as informações. De repente, qualquer pessoa podia acessar a história, analisar o Corão e expor as contradições que antes estavam ocultas. A verdade, suprimida por séculos, agora está disponível para qualquer um com um smartphone.

E agora o Islã enfrenta uma crise. Ele não pode lutar com espadas ou ameaças. Essa é a história de como o Islã se espalhou pela força e como, na era da Internet, ele está começando a desmoronar.

Desde o seu início, o Islã não foi difundido somente por meio de pregação pacífica. Ele foi imposto por meio de conquista, tributação e repressão. O próprio Maomé não era apenas um líder religioso, mas também um comandante militar.

Depois de fugir para Medina, ele lançou incursões, travou guerra contra tribos adversárias e usou a força para estabelecer seu governo.

Um século depois da morte dele, exércitos islâmicos conquistaram vastos territórios, que se estendiam do norte da África até a Pérsia. Essas conversões não foram voluntárias. Nações foram tomadas pela espada e seus povos receberam 3 opções:

Converter-se ao Islã, pagar o imposto “jizya” ou ser morto.

A rápida expansão dos primeiros califados, Omíada, Abássida e Otomano, foi impulsionada pelo domínio militar. A sobrevivência do Islã dependia do poder político e militar e não da força de seus argumentos teológicos. Ao contrário do cristianismo, que se espalhou por meio do evangelismo e do martírio, o Islã avançou ao dominar civilizações e então controlá-las.

Uma das principais ferramentas desse controle foi a “jizya”, um pesado tributo cobrado dos não muçulmanos. Aqueles que se recusavam a se converter eram forçados a pagar esse imposto em condições humilhantes, muitas vezes em troca de “proteção” que podia ser revogada a qualquer momento. Muitos se converteram simplesmente para escapar dessa opressão. Outros foram escravizados, exilados ou executados.

A chamada “era de ouro do Islã”, não foi construída com base na fé voluntária, mas por subjugação, muitas vezes sob coação. Mas a conquista militar por si só não foi suficiente. O Islã também tinha que controlar a narrativa. Para garantir seu domínio, usou leis de “blasfêmia”, punições por apostasia e revisionismo histórico para silenciar a dissidência. Questionar Maomé ou o Corão era punido com execução ou exílio.

Quaisquer ideologias concorrentes, fossem elas cristãs, judaicas, zoroastrianas ou hindus, eram suprimidas e suas escrituras destruídas ou reescritas por meio de uma lente islâmica, Governantes islâmicos reescreveram ativamente a história para retratar o Islã como tolerante e pacífico. Eruditos islâmicos elaboraram “hadiths” (tradições), que justificavam seu governo, promoveram a conquista como sendo um dever divino e removeram quaisquer detalhes desfavoráveis sobre a vida de Maomé.

As primeiras fontes foram cuidadosamente selecionadas e censuradas para garantir que a imagem do Islã permanecesse intocável. É por isso que a maior parte do que sabemos sobre Maomé vem de textos islâmicos escritos mais de 200 anos depois da morte dele, por eruditos que tinham todos os motivos para glorificá-lo. Durante séculos, esse sistema funcionou. As pessoas não tinham acesso a ideias concorrentes, nenhuma maneira de verificar os fatos das afirmações islâmicas e nenhuma opção a não ser se submeter. A única história que conheciam era aquela escrita por seus governantes islâmicos.

A expansão do Islã se baseou em espadas, censura e medo.

Dizem aos muçulmanos que Maomé foi o homem mais honrado que já viveu. Mas as próprias fontes do Islã pintam um quadro muito diferente. Os muçulmanos defendem o casamento de Maomé com Aisha, alegando que isso era normal naquela época. Mas mesmo em sua própria época, casar-se e consumar um relacionamento com uma criança de 9 anos era perturbador.

Sahih Bukhari 5133

O Profeta casou-se com Aisha quando ela tinha 6 anos de idade e consumou o matrimônio quando ela tinha 9.

Sahih Muslim 3481

Aisha disse: O Mensageiro de Allah casou-se comigo quando eu tinha 6 anos de idade e consumou o matrimônio quando eu tinha 9.

O fato disso estar registrado nas fontes mais autênticas do Islã significa que os muçulmanos não podem negá-lo. Em vez disso, eles tentaram justificar o fato dizendo que era normal na época. Mas, na realidade, muitos outros homens daquela época esperavam até a puberdade antes de consumar o casamento.

Que tipo de profeta afirma ser o padrão moral para a humanidade e depois se deita com uma menina de 9 anos?

Maomé permitiu o estupro de mulheres capturadas.

Eruditos islâmicos admitem que fazer sexo com mulheres capturadas era permitido. O próprio Corão ordena isso.

Corão 4, versículo 24:

“São proibidas a vocês as mulheres casadas, exceto aquelas que sua mão direita possui”.

Isso significa que os homens muçulmanos tinham permissão para fazer sexo com mulheres capturadas, mesmo que já fossem casadas. O Hadith confirma que isso era praticado.

Sahih Muslim 3371

“Tomamos mulheres capturadas e as desejávamos, mas também queríamos um resgate por elas. Então, perguntamos ao Profeta sobre o coito interrompido e ele disse: Façam isso, se quiserem, mas o que está decretado vai acontecer”.

Isso mostra que os companheiros de Maomé tomaram mulheres como escravas sexuais após ataques e batalhas. Em vez de condenar o fato, Maomé o aprovou.

Um verdadeiro Profeta permitiria que seus seguidores estuprassem mulheres?

O Islã ensina que Maomé era misericordioso. Mas a história mostra que ele não tolerava críticas. Mandou que aqueles que zombavam dele ou o questionavam fossem assassinados.

Cab bin al-Ashraf, era um poeta que zombava de Maomé e Maomé ordenou que seus seguidores o assassinassem. – Ibn Ishaq 551

Asma bint Marwan, uma mulher que escreveu poesias criticando Maomé e seguidores de Maomé a mataram enquanto dormia. – Ibn Ishaq 819

A resposta de Maomé às críticas não foi o debate ou o perdão, foi o assassinato. Muçulmanos frequentemente afirmam que o Islã honra as mulheres. Mas o Corão permite o espancamento das esposas.

Corão 4:34

Quanto às mulheres em cuja parte você teme a desobediência, admoeste-as, expulse-as da cama e bata nelas.

O próprio Maomé deu o exemplo.

Sahih Muslim 2127

Aisha disse: O mensageiro de Allah bateu-me no meu peito, o que me causou muita dor.

Por que Deus enviaria um profeta que abusa fisicamente de sua esposa?

Muçulmanos afirmam que o Corão é perfeito e imutável. Mas o texto está cheio de contradições.

Quem foi o primeiro muçulmano?

Corão 6:14 – Maomé é o primeiro muçulmano.

Corão 7:143 – Moisés é o primeiro muçulmano.

Ambas não podem ser verdadeiras. Se o Corão é perfeito, por que ele se contradiz?

Os cristãos irão para o céu?

Corão 2:62 – Judeus justos e Cristãos entrarão no paraíso.

Corão 3:85 – Somente o Islã é aceito por Allah.

Qual deles é verdadeiro?

Temos livre arbítrio?

Corão 81:27-28 – Os seres humanos têm a opção de seguir a Deus.

Corão 7:178 – Allah escolhe quem será guiado e quem será enganado.

Novamente, essas são contradições diretas. Se o Corão é divino, por que ele contém erros lógicos básicos?

Muçulmanos afirmam que o Corão contém milagres científicos. Na realidade, ele está repleto de erros científicos.

O sêmen vem da espinha dorsal.

Corão 86:6-7 – O homem é criado a partir de um fluido emitido entre a espinha dorsal e as costelas.

Isso está completamente errado. O sêmen é produzido nos testículos, não na coluna vertebral.

O sol se põe numa poça lamacenta.

Corão 18:86 – Até que, quando chegou ao pôr do sol, encontrou-o se pondo numa poça lamacenta.

O sol não se põe numa poça lamacenta. Esse é um mito antigo, não um milagre. Esses não são milagres científicos. São erros científicos.

Pela primeira vez na história, muçulmanos comuns podem acessar a história real, as fontes islâmicas autênticas e a fazer análise crítica do Corão e do Hadith. As coisas que os eruditos islâmicos mantiveram ocultas.

As conquistas violentas de Maomé, as contradições no Corão, os erros científicos, estão agora disponíveis para qualquer um com um smartphone. É por isso que o Islã está desmoronando. Ele nunca foi baseado na verdade. Foi baseado no controle. No momento em que as pessoas têm liberdade para fazer perguntas, ler fontes históricas e pensar criticamente, o Islã não vai poder sobreviver.

É exatamente isso que estamos vendo hoje. As taxas de apostasia estão disparando em países de maioria muçulmana.

No Irã, mais de 50% da população abandonou o Islã.

Na Arábia Saudita, as comunidades clandestinas de ex-muçulmanos estão crescendo. No Ocidente, ex-muçulmanos estão expondo publicamente as falhas do Islã e suas vozes estão ficando mais fortes.

O Islã foi construído pela espada, mas está morrendo pela Internet.

O Islã está em crise. Seus líderes estão desesperados para silenciar os críticos, proibir livros e restringir o acesso à Internet.

Mas é tarde demais.

Uma vez que uma pessoa vê a verdade, ela nunca mais pode ignorar que a viu.

A queda do Islã não vai acontecer da noite para o dia, mas suas fundações estão desmoronando. A próxima geração não será controlada como seus ancestrais foram. E é por isso que o Islã está condenado.

Se você conhece alguém que está questionando o Islã, envie-lhe este vídeo. Quanto mais pessoas conheceram a verdade, mais rápido o Islã entrará em colapso.

A verdade sempre vencerá, mais cedo ou mais tarde.

Artefactum

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NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicado no Bitchute. O mesmo vídeo também está no Rumble, atualmente banido no Brasil pelo ditador Alexandre de Moraes.

Luigi Benesilvi

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