Países que mais perseguem cristãos em todo o mundo – Raymond Ibrahim

(19/05/2025)

Você sabia que 4.476 cristãos em todo o mundo, mais de 12 por dia, em média, foram mortos por motivos relacionados à fé, em 2024?

Outros 4.744 cristãos foram presos ou detidos ilegalmente e quase 8.000 igrejas e outras instituições cristãs foram atacadas e muitas delas destruídas.

Você sabia que, em geral, a perseguição global aos cristãos atingiu níveis sem precedentes, de modo que mais de 380 milhões de cristãos sofrem altos níveis de perseguição e discriminação por sua fé?

Essas são algumas das conclusões e citações da lista da organização “World Watch”, de 2025, publicada no início deste ano pela organização internacional de direitos humanos Open Doors. (Portas Abertas).

Todos os anos, essa lista classifica as 50 principais nações, onde os cristãos são mais perseguidos por sua fé. De acordo com ela, 1 em cada 7 cristãos em todo o mundo, ou 14% de todos os cristãos, é perseguido. Na África, esse número aumenta para 1 em cada 5, ou seja, 20%. E na Ásia, são impressionantes 2 em cada 5, ou seja, 40% de todos os cristãos são perseguidos naquele continente.

Agora, a lista categoriza a perseguição em 3 níveis:

– Extremo,

– Muito alto e

– Alto nível de perseguição.

As 13 primeiras das 50 nações que fazem parte da lista são caracterizadas pela pior forma de perseguição, EXTREMA. Elas são:

1.Coreia do Norte, 2. Somália, 3. Iêmen, 4. Líbia, 5 Sudão, 6. Eritreia, 7. Nigéria, 8. Paquistão, 9. Irã,

10. Afeganistão, 11. Índia, 12. Arábia Saudita, 13. Mianmar.

A forma de perseguição sofrida nesses 13 piores opressores, varia de agressão, estupro, prisão ou puro e simples assassinato, de qualquer pessoa identificada como cristã.

Coreia do Norte está em primeiro lugar.

“Se sua fé cristã for descoberta na Coreia do Norte, você pode ser morto na hora. Se não for morto, você pode ser deportado para um campo de trabalho forçado e tratado como criminoso político. Você será punido com anos de trabalhos forçados onde poucos sobrevivem. É provável que as autoridades norte-coreanas capturem seus familiares e os punam também, mesmo que os membros de sua família não sejam cristãos. Não há vida religiosa na Coreia do Norte. É impossível se reunir para adoração ou oração e mesmo a adoração e a oração secretas correm grande risco.”

Descendo na lista, é interessante notar que a extrema perseguição imposta aos cristãos em 9 das 12 piores nações restantes é um produto do que a lista chama de “opressão islâmica” ou ocorre em nações com grandes populações muçulmanas. Em termos numéricos, isso significa que cerca de 70% da pior perseguição absoluta ou extrema em todo o mundo ocorre em nome do Islã. Essa tendência afeta toda a lista. O restante dos níveis muito altos ou altos de perseguição que os cristãos sofrem em 37 das 50 nações classificadas, ou 74%, também vem da opressão islâmica ou ocorre em nações com maioria ou grande população muçulmana.

Muitas dessas nações são governadas por alguma forma de “Sharia”, a lei islâmica. Aqueles que impõem a perseguição podem ser o governo ou sociedade ou, mais frequentemente, ambos. Embora as sociedades, particularmente os membros da família, indignados com parentes que se converteram ao cristianismo, tendem a ser mais zelosos na aplicação da Sharia.

Em outras palavras, embora a Coreia do Norte abrigue a pior forma de perseguição cristã do mundo, há pelo menos alguma luz no fim do túnel, porque os maus-tratos aos cristãos estão totalmente ligados ao regime de Kim Jong Un. Depois que sua linhagem for derrubada, o que é inevitável, a Coreia do Norte pode muito bem se tornar como a Coreia do Sul, onde o cristianismo está florescendo.

Por outro lado, a perseguição muçulmana aos cristãos é existencial, perene e transcende em muito este ou aquele regime ou governante. Ela faz parte da história, das doutrinas e da composição sociopolítica do Islã, por isso tem sua tenacidade e onipresença.

Agora vamos dar uma breve olhada nessas 9 nações muçulmanas, onde a extrema e pior forma de perseguição ocorre

Somália vem em segundo lugar, onde apenas algumas centenas de cristãos ainda se acredita que existam:

“Seguir Jesus é uma questão de vida ou morte. O Al Shabaab, que significa ‘a juventude’, um violento grupo militante islâmico, impõe uma forma rigorosa da Sharia, a lei islâmica e está empenhado em erradicar o cristianismo da Somália. Eles frequentemente matam cristãos somalis na hora. Os perigos aumentaram ao longo dos anos, à medida que os militantes se concentram cada vez mais em encontrar e eliminar os líderes cristãos.”

Iêmen é a número 3.

“O país é dividido num território governado por 3 diferentes grupos de muçulmanos, além de algumas áreas mantidas pela Al Qaeda, no chamado Estado Islâmico. Nenhum dos poderes envolvidos tem simpatia pelos cristãos e a constituição oficial defende a Sharia, a lei islâmica e não há liberdade de religião. O 1% de iemenitas de religiões minoritárias são severamente marginalizados. A ajuda humanitária é principalmente distribuída por grupos muçulmanos e mesquitas locais, que alegam discriminar qualquer pessoa que não seja considerada muçulmana devota. Se alguém for denunciado como cristão ou estiver envolvido em atividades cristãs, pode enfrentar severo monitoramento, detenção arbitrária, tortura, maus tratos e até mesmo assassinato.”

Líbia vem quarto lugar:

“Seguir Jesus é um risco enorme para qualquer pessoa. Cristãos líbios de origem muçulmana enfrentam pressões violentas de suas famílias e comunidades para que renunciem à sua fé. Cristãos estrangeiros, especialmente os da África Subsaariana, são alvo de militantes islâmicos e grupos criminosos. Esses grupos sequestram e, às vezes, matam brutalmente os cristãos. Mesmo que eles escapem desse destino, cristãos da África Subsaariana sofrem assédio e ameaças de muçulmanos radicais. Cristãos que expressam abertamente sua fé ou tentam compartilhá-la com outras pessoas correm risco de serem presos e sofrerem oposição violenta.”

Sudão aparece em quinto lugar:

“O Sudão estava num caminho rumo à liberdade religiosa. mas um golpe de Estado e uma guerra devastadora acabaram com essas esperanças. Cristãos estão novamente em perigo. O conflito deu aos extremistas islâmicos mais oportunidades de atacá-los. Mais de 100 igrejas foram danificadas até agora e cristãos têm sido sequestrados e mortos. Cristãos sudaneses de origem muçulmana, que se converteram à fé cristã, enfrentam severas reações de suas famílias e comunidades.”

Eritreia, a número 6, é uma opressora ditadura comunista, tipo Coreia do Norte e está referida mais adiante.

Nigéria é número 7:

“A violência jihadista continua a aumentar na Nigéria e os cristãos estão particularmente em risco de ataques direcionados por militantes islâmicos, incluindo combatentes Fulani, Boko Haram e a Província do Estado Islâmico da África Ocidental. Os ataques são chocantemente brutais. Muitos fiéis são mortos, especialmente homens, enquanto mulheres são frequentemente sequestradas e alvo de violência sexual. Mais fiéis são mortos por sua fé na Nigéria do que em qualquer outro lugar do mundo.”

O relatório observa que um total de 3.100 cristãos nigerianos pagaram o preço final por sua fé, em 2024. O relatório continua com relação à Nigéria:

“Esses militantes também destroem casas, igrejas e meios de subsistência. Cristãos que vivem nos estados do norte da Nigéria sob a lei islâmica da Sharia, também podem enfrentar discriminação e opressão como cidadãos de segunda classe. Convertidos do Islã frequentemente sofrem rejeição de suas próprias famílias e pressão para renunciar à sua nova fé. Muitas vezes, eles precisam fugir de suas casas por medo de serem mortos.”

A carnificina cristã é tão endêmica na Nigéria, que apenas recentemente, em 13 de abril de 2025, Domingo de Ramos, 54 cristãos foram massacrados após as celebrações da igreja num único vilarejo. Desde então, houve muitos outros massacres. A manchete de uma reportagem de 22 de abril foi

“Mais de 170 cristãos mortos durante a Quaresma e a Páscoa na Nigéria.”

E por pior que seja a situação na Nigéria, de acordo com o relatório:

“Infelizmente mais cristãos foram mortos fora da Nigéria, muitos em países da África Subsaariana. como a República Democrática do Congo, Burkina Faso, Camarões, Níger, etc. Vários países da África Subsaariana têm visto um aumento na violência contra os cristãos. Atualmente, 8 dos 10 lugares mais mortais para os cristãos estão na África Subsaariana. E todos eles, exceto a Nigéria, registram mais assassinatos baseados na fé do que no ano anterior.”

Paquistão aparece em oitavo lugar:

“As notórias leis de blasfêmia do Paquistão, são frequentemente usadas para atingir grupos minoritários, mas os cristãos são afetados de forma desproporcional. De fato, cerca de um quarto de todas as acusações de blasfêmia têm como alvo os cristãos, que representam apenas 1,8% da população. As leis de blasfêmia acarretam pena de morte. Pessoas acusadas de blasfêmia são sujeitas a ataques ou assassinatos por multidões. Em junho de 2024, um homem idoso foi morto pela violência da turba, depois ser acusado de profanar o Corão. Igrejas históricas são fortemente monitoradas e têm sido alvo de ataques a bomba. O número de meninas cristãs sequestradas, abusadas e convertidas à força ao Islã, frequentemente apoiadas por tribunais inferiores, está crescendo. Todos os cristãos sofrem discriminação institucionalizada. Ocupações consideradas baixas, sujas e degradantes, como limpar esgotos ou trabalhar em fornos de tijolos, são reservadas aos cristãos pelas autoridades. Muitos são chamados de ‘chura’, um termo depreciativo, que significa imundo. Cristãos também são sujeitos a serem aprisionados em trabalho forçado.”

Irã é a número 9:

 “Convertidos ao cristianismo no Irã, enfrentam graves violações da liberdade religiosa, principalmente por parte do governo e, em menor grau, por parte da sociedade e de suas famílias. O governo vê esses convertidos como uma ameaça, acreditando que eles são influenciados pelos países ocidentais para enfraquecer o Islã e o regime. Tanto líderes quanto membros comuns de grupos cristãos, são frequentemente presos, processados e recebem longas sentenças de prisão por crimes contra a segurança nacional. Comunidades históricas reconhecidas, como armênios e cristãos assírios, são protegidos pelo Estado, mas tratados como cidadãos de segunda classe. Eles enfrentam muitas disposições legais discriminatórias e não têm permissão para adorar em persa, seu idioma, ou interagir com cristãos convertidos. Aqueles que apoiam convertidos também podem ser presos”

Afeganistão é a número 10:

 “A maioria dos cristãos afegãos são convertidos do Islã, o que torna basicamente impossível praticar sua fé abertamente. No Afeganistão, o abandono do Islã e a conversão são puníveis com a morte, segundo a lei islâmica. Isso tem sido cada vez mais aplicado desde que o Talibã assumiu o controle do país em 2021. Se os convertidos forem descobertos, a família, o clã ou a tribo podem tentar preservar sua honra e lidar com o convertido por meio de pressão, violência ou até mesmo assassinato. Se a fé de um convertido for descoberta pelo governo, muitos fiéis afegãos não têm outra opção a não ser tentar fugir. Mulheres e as minorias étnicas sofrem opressão adicional. Cristãos desses grupos vivem sob pressões impensáveis.”

Arábia Saudita, a número 12, é nossa grande amiga e aliada:

 “É muito arriscado se tornar cristão na Arábia Saudita. Além de ser ilegal abandonar a fé islâmica, novos fiéis também enfrentam intensa oposição de suas famílias e comunidades. Por esse motivo, a maioria dos cristãos sauditas tende a seguir sua fé de forma discreta e secreta. Isso chega ao ponto de nem mesmo contar ao próprio cônjuge ou aos filhos sobre sua fé por medo de que os membros da família ou a equipe da escola descubram que abandonaram o Islã. Não há prédios de igrejas ou reuniões legais.”

Isso é o que acontece com as 13 nações, 9 das quais são muçulmanas, onde os cristãos experimentam as piores ou mais extremas formas de perseguição.

Antes de prosseguir, é interessante refletir sobre como são diferentes essas 9 nações muçulmanas, inclusive em termos raciais, sociais, econômicos e políticos.

Algumas são ricas, como a Arábia Saudita. Outras são pobres e sujas, como a Somália. Algumas são avançadas, como o Irã. Outras estão longe disso, como o Iêmen.

Elas são representadas por uma variedade de governos: Repúblicas, monarquias e uma teocracia.

Várias raças diferentes estão representadas: Árabes, negros africanos, paquistaneses, persas e afegãos.

E eles falam uma infinidade de idiomas.

Essas diferenças aumentam ainda mais quando se observa a lista completa de nações muçulmanas que estão entre as 50 primeiras.

Ela inclui nações do tipo sínico ou chinês e turco como as Maldivas, a número 16, Uzbequistão a 25, Turquia 45 e Brunei 48.

Então, o que une todas essas diversas nações?

O que faz com que todas elas apresentem o mesmo comportamento hostil contra cristãos?

A resposta deve ser clara.

O único denominador comum que todas elas compartilham é o ISLÃ.

Existe alguma prova mais contundente de que o Islã é inerentemente hostil aos cristãos? De fato, a todos os infiéis?

Dito isso e embora os muçulmanos continuem a ter a maior parte da perseguição mesmo fora desse mundo, o ódio e a violência contra o cristianismo se tornaram pandêmicos.

 “Vários países da lista de observação mundial registraram um aumento na violência anticristã. Embora os contextos sejam diferentes, ou estados autocráticos rigidamente controlados ou países instáveis devido à fraqueza do governo ou à guerra civil, o resultado é o mesmo: Perseguição a comunidades cristãs, destruição de vidas, casas e igrejas e imensa pressão sobre os fiéis.”

A Eritreia é a número 6:

“Na Eritreia, a vida cotidiana é fortemente monitorada, com chamadas telefônicas e uso da internet sob constante escrutínio. A Eritreia é frequentemente chamada de “Coreia do Norte da África” devido ao extremo controle estatal. Os cristãos, especialmente aqueles que não são reconhecidos pelo Estado, são os que mais sofrem. Pressão extrema, violência sancionada pelo Estado e recrutamento, estão forçando alguns cristãos a fugir do país. O recrutamento obriga os jovens cristãos a prestar serviço militar por tempo indeterminado, sem direito à objeção de consciência.”

Índia é a número 11.

O aumento do nacionalismo hindu fez da Índia, a número 11, um foco de perseguição aos não hindus.

“Na Índia, os extremistas hindus veem todos os cristãos como forasteiros e têm como objetivo limpar a nação do Islã e do cristianismo, muitas vezes usando de violência intensa. Essa hostilidade é muitas vezes motivada pelo ‘Hindatva’, uma seita nacionalista hindu em curso entre alguns extremistas de que os indianos devem ser hindus e nenhuma outra fé será tolerada. Essa mentalidade levou a ataques violentos em todo o país e à impunidade das pessoas que as praticam. Nesses locais, cristãos que frequentam igrejas domésticas, correm o risco de serem atacados por turbas extremistas, que têm como alvo esses serviços. Além disso, 12 estados aprovaram leis anti-conversão, que ameaçam a liberdade religiosa de fiéis individuais.”

Até mesmo na budista Mianmar, a número 13, a última nação a figurar entre as 13 principais opressoras, onde os cristãos sofrem níveis extremos de perseguição.

 “Desde o golpe militar em fevereiro de 2021, cristãos têm enfrentado maior violência e restrições mais rígidas. Fiéis foram mortos e igrejas foram atacadas indiscriminadamente. Isso inclui aquelas em estados predominantemente cristãos. Mais cristãos do que nunca foram expulsos de suas casas e encontram refúgio em igrejas ou campos de deslocados. Alguns são até mesmo forçados a fugir para a selva, onde muitas vezes são privados de acesso a alimentos e assistência médica. Forças do governo continuam a atacar desproporcionalmente vilarejos cristãos e igrejas. Elas também mataram trabalhadores humanitários cristãos e pastores, muitas vezes em ataques aéreos. Além do conflito, cristãos convertidos se veem perseguidos por muçulmanos, budistas, famílias tribais e comunidades, porque abandonaram sua antiga fé. Comunidades que pretendem permanecer apenas budistas tornam a vida impossível para as famílias cristãs.”

De fato, mesmo em nações que parecem ser amigáveis ou, pelo menos, neutras em relação ao cristianismo, por exemplo, nações predominantemente católicas como Cuba, a número 26, Nicarágua, a número 30, México, número 31 e Colômbia, número 46, cristãos estão sendo maltratados por sua fé por uma variedade de atores, inclusive cartéis de drogas, grupos rebeldes e até mesmo os próprios governos como em Cuba e na Nicarágua.

Talvez a tendência mais preocupante seja o fato da perseguição aos cristãos continuar a crescer a cada ano e ter quase dobrado desde 1993, quando essa lista, a “World Watch List”, foi publicada pela primeira vez, então apenas 40 nações obtiveram pontuação suficiente para garantir um rastreamento suficiente.

Hoje, quase o dobro desse número se qualifica, embora a lista se limite às 50 primeiras.

É preciso se perguntar quanto tempo vai levar até que essa tendência contínua se espalhe até mesmo pelas nações ocidentais, uma vez já aclamadas por suas liberdades religiosas?

A própria nação em que você vive?

Eles já conseguiram que os cristãos do Ocidente se acostumem a ser cidadãos de segunda classe em suas próprias nações.

Quanto tempo até que a hostilidade anticristã se transforme numa perseguição direta, semelhante às que acabamos de analisar?

Será que o “sapo fervido lentamente” do Ocidente vai perceber essa transição?

Raymond Ibrahim

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NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicado no Bitchute.

A lista completa com os 50 países, com todas as informações e citações, pode ser vista neste link.

Os nomes dos 50 países são os seguintes:

1;North Korea; 2.Somalia; 3.Yemen; 4.Libya; 5.Sudan; 6.Eritrea; 7.Nigeria; 8.Pakistan; 9.Iran; 10.Afghanistan; 11.India; 12.Saudi Arabia; 13.Myanmar; 14.Mali; 15.China; 16.Maldives; 17.Iraq; 18.Syria; 19.Algeria; 20.Burkina Faso; 21.Morocco; 22.Laos; 23.Mauritania; 24.Bangladesh; 25.Uzbekistan; 26.Cuba; 27.Central African Republic; 28.Niger; 29.Turkmenistan; 30.Nicaragua; 31.Mexico; 32.Oman; 33.Ethiopia; 34.Tunisia; 35.Congo DR (DRC); 36.Bhutan; 37.Mozambique; 38.Kazakhstan; 39.Tajikistan; 40.Egypt; 41.Qatar; 42.Comoros; 43.Cameroon; 44.Vietnam; 45.Türkiye; 46.Colombia; 47.Kyrgyzstan; 48.Brunei; 49.Chad; 50.Jordan.

A história do “Sapo Fervido”, mencionada no final do texto pode ser lida neste link.

Luigi Benesilvi

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