Fatos pouco conhecidos da vida de Maomé – Artefactum

(01/07/2025)

Você já ouviu o nome dele, já viu seus seguidores.

Mas e se eu lhe dissesse que tudo o que você sabe sobre Maomé veio de histórias filtradas?

Hoje não estamos citando críticos, estamos lendo as próprias fontes do Islã, sem filtros; seus medos, suas visões, seus casamentos e até mesmo momentos de grande confusão.

Isso não é ódio. Isso é história.

E, no final, veremos como ele se compara ao único homem que ele jamais poderia igualar.

Segundo a narrativa padrão islâmica, Maomé nasceu em 570 depois de Cristo, em Mecca, uma cidade repleta de ídolos. A Kaaba, muito antes do Islã, abrigava mais de 360 deuses diferentes, incluindo uma divindade lunar e espíritos tribais. Cada tribo tinha seu símbolo. Os coraixitas, a tribo do próprio Maomé, eram guardiões desse santuário repleto de ídolos.

Após a morte de sua mãe e depois também de seu pai, Maomé foi criado primeiramente por seu avô e depois por seu tio Abu Talib. Quando criança, ele cresceu cercado pelo politeísmo, rituais e comércio com adoradores de ídolos. Até mesmo a pedra negra, mais tarde honrada no Islã, foi beijada e reverenciada pelos pagãos muito antes do nascimento de Maomé.

De acordo com antigas fontes islâmicas, Maomé foi enviado para viver entre os beduínos do deserto, quando ainda era pequeno. Um costume cultural, mas também formativo. Lá ele aprendeu o arábico poético, a sobrevivência tribal e os ritmos da espiritualidade pré-islâmica. Ele não cresceu rejeitando os ídolos, ele cresceu entre eles. Esse contexto moldou tudo o que veio depois.

A Kaaba não era nova. A peregrinação não era nova. Até mesmo o nome allah já era conhecido, usado para o principal deus do panteão de Mecca. Antes mesmo dele ouvir uma voz numa caverna, Maomé viveu num mundo onde deuses eram esculpidos em pedra e a Kaaba era a casa deles.

Aos 40 anos de idade, Maomé começou a se retirar para a caverna de Hira sozinho, jejuando e refletindo. Então, uma noite, algo aconteceu. De acordo com Sahih al-Bukhari 6982 e as primeiras biografias, como Ibn Ishaq, ele disse que um ser apareceu, agarrando-o, apertando-o e ordenando:

“Recite!”

Maomé disse que não sabia o que recitar. Isso o teria aterrorizado. Ele fugiu da caverna tremendo, pensando que havia sido possuído. Ele disse à sua esposa, Khadijah:

 “Temo que algo tenha acontecido comigo”.

O que aconteceu em seguida, é raramente falado. Khadijah testou o “ser”, pedindo a Maomé que sentasse no colo dela e tirasse as roupas dele. Quando o “ser” supostamente desapareceu, ela afirmou que era um anjo, não um demônio. Mesmo assim Maomé não tinha certeza.

Ele procurou Waraqah ibn Nawfal, um cristão, parente de Khadijah, que disse:

 “Esse é o mesmo espírito que apareceu a Moisés”.

Maomé não se declarou profeta naquele dia. Ele ocultou. Ele duvidava. O que quer tivesse acontecido naquela caverna, nem mesmo o próprio Maomé tinha certeza, no começo.

A maioria das pessoas imagina os profetas corrigindo reis, não se beneficiando de exceções divinas. Mas no início da história islâmica, algo incomum acontece repetidamente. Maomé recebe “revelações” em momentos de controvérsia pessoal e elas simplesmente acontecem para resolver as coisas a favor dele.

O incidente de Zaynab, Surah 33:37-40,

Um dia Maomé vai visitar a casa de seu filho adotivo Zayd e é recebido pela esposa dele, Zaynab, pois ele não estava em casa. Zaynab estavapouco vestida e Maomé fica encantado por sua beleza. Mais tarde, Zayd se divorcia dela e surge um novo versículo, permitindo que Maomé case com ela, o que era proibido pela lei vigente. O verso apresenta isso como um plano divino, o tempo todo.

 “Quando Zayd não precisou mais dela, nós a demos a você em casamento. Não será recriminado o Profeta por cumprir o que Allah lhe prescreveu, porque é a lei de Allah, com respeito aos que o precederam. Os desígnios de Allah são de ordem irrevogável.” – (Corão 33:37-40)

 Até mesmo Aisha, esposa de Maomé, foi registrada dizendo:

“Seu Senhor se apressa em satisfazer seus desejos“. (Hadith de Sahih Muslim 1464a)

Enquanto os homens muçulmanos comuns estavam limitados a terem 4 esposas, para Maomé foi dada uma exceção especial.

 “Ó Profeta, tornamos lícitas para você, suas esposas e qualquer mulher crente que se ofereça a você.” (Corão 33:52)

 Esses versos foram considerados como escrituras eternas. Repetidas vezes, situações delicadas da vida real foram resolvidas, não por meio de conselhos, mas por revelações repentinas, sempre a favor de Maomé. Isso levanta uma questão. Quando seus desejos pessoais se alinham perfeitamente com o que você afirma:

“Deus acabou de revelar”, quem está liderando quem?

Uma das afirmações mais surpreendentes da literatura “Hadith” (Coleções de ditos e feitos de Maomé), é que o próprio Maomé foi submetido a um feitiço mágico. De acordo com Sahih al-Bukhari 5763 e Sahih Muslim 2189, um judeu chamado Labid Ibn al-A’sam, usou feitiçaria em Maomé.

O resultado?

Maomé passou a imaginar ter feito coisas que não havia feito. Em outras palavras, ele experimentou falsas memórias, acreditando que havia se envolvido em atividades, inclusive, como alguns eruditos interpretam, relações conjugais que nunca aconteceram de fato. E esse não foi um episódio curto. O hadith diz que durou muitos dias. Em alguns relatos, até 6 meses.

Por fim, Maomé afirmou que o anjo Gabriel veio até ele, dizendo que ele havia sido enfeitiçado e revelou onde o objeto amaldiçoado estava escondido. Seus companheiros o desenterraram e supostamente, o feitiço terminou.

Mas aqui está o problema.

Se um profeta pode estar sob a influência de magia, a ponto de ter alucinações ou falsas memórias, como podemos ter certeza que as revelações que recebeu durante esse período eram autênticas? E se ele não sabia que estava sob um feitiço durante meses, como alguém mais poderia saber?

Isso está registrado nas mais confiáveis fontes islâmicas.

Diferente de Jesus ou de profetas anteriores, que rejeitavam o poder mundano, Maomé não se limitou a reivindicar revelações, ele comandava exércitos. Em Medina ele se tornou um “Chefe de Estado”, comandante de ataques e agente das leis.

Nos 10 anos seguintes, liderou ou ordenou dezenas de expedições militares, começando com ataques a caravanas de Mecca.

Um momento importante: Na batalha de Badr, as menos numerosas forças muçulmanas, venceram e Maomé afirmou que a vitória vinha de Allah. Depois disso, saques e prisioneiros, foram feitos e um verso foi revelado para regular os despojos.

Na época de sua morte, grande parte da Arábia estava sob seu controle por meio de fidelidade ou submissão. Essa fusão contínua de profetismo e liderança militar é unicamente do Islâ. Seu modelo não era:

“Dê a outra face”.

O modelo era:

 “Combata contra quem não acredita”.

Isso não significa que tudo o que ele fez foi violento, mas revela um padrão. A religião e o poder nunca estiveram separados. E isso levanta uma questão mais profunda.

Quando um profeta usa a espada para divulgar a mensagem, isso ainda é revelação ou é revolução?

A maioria dos muçulmanos ouve uma versão filtrada do “Hadith”, ditos morais básicos, regras rituais e preces diárias do Islã. Mas há um outro lado encontrado nas coleções autênticas de hadiths como Sahih al-Bukhari e Sahih Muslim. Aqui estão alguns exemplos que não ouvirá em um sermão de sexta-feira.

Animais que falam respostas. Em Sahih al-Bukhari, Maomé diz:

 “Um lobo falou com um pastor”.

No mesmo hadith, uma vaca falante supostamente diz a um homem, que foi criada não apenas para a agricultura, mas para cavalgar.

Maomé dizia que esses eram eventos reais e não parábolas.

“Satanás dorme em seu nariz”.

De acordo com o Sahih al-Bukhari 3295,

 “Satanás passa a noite na parte superior de seu nariz”.

É por isso que os muçulmanos são instruídos a introduzir água em seu nariz durante a ablução matinal, para expulsá-lo.

Jesus versus Maomé. Uma comparação final.

Ambos reivindicaram terem missões divinas. Ambos mudaram a história. Mas suas vidas não poderiam ser mais diferentes. Jesus curou os doentes, ressuscitou os mortos e perdoou seus inimigos, até mesmo na cruz. Ele nada possuía, não matou ninguém, não teve escravos e nunca governou uma nação. Ele disse:

 “Meu reino não é deste mundo”.

E quando se deparou com a morte, ele não lutou. Ele se levantou.

Maomé liderou batalhas, conquistou territórios, teve escravos, impôs leis. Ele casou com muitas mulheres, inclusive com uma que ainda era criança. Ele reivindicou revelações, que muitas vezes atendiam a suas necessidades pessoais. E seu legado é uma religião que se espalhou por meio de mensagens e forças militares.

Um viveu em perfeita santidade; o outro admitia medo, confusão e precisava de “versos divinos” para explicar sua vida pessoal.

E aqui está a chave.

Jesus nunca falhou em uma profecia. Maomé falhou. Jesus nunca precisou da espada. Maomé precisou. Jesus disse:

“Eu sou a verdade”.

 Maomé disse:

 “Eu sou apenas um homem”.

Somente um deles ainda oferece paz aos culpados. Somente um derrotou a própria morte. E somente um é chamado de “A palavra de Deus” e provou isso.

Você viu os fatos, ouviu as fontes, agora é a sua vez.

Se isso desafiou o que você achava que sabia, compartilhe.

Se você estiver pronto para se aprofundar, comece com os Evangelhos. E se ainda estiver se perguntando quem realmente é Jesus, não pare até saber. Porque a eternidade não é feita de conjecturas é feita de verdades.

Artefactum

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NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicado no Bitchute.

Luigi Benesilvi

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