A fictícia história dos livros islâmicos sobre a crucificação de Jesus

(23/01/2026)

Segundo o Hadith Islâmico, Jesus, chamado de “Isa” nos textos islâmicos, é retratado como um “muçulmano” que, em sua segunda vinda, quebrará o símbolo cristão da cruz, matará porcos e abolirá o imposto “jizya”. É essencialmente uma história fictícia para insultar cristãos e estabelecer a dominação islâmica.

Esse desenho zomba do hadith “Sahih Bukhari 2476”, mostrando como o Islã rouba Jesus para usá-lo em sua agenda violenta. Isso prova que a religião criada por Maomé distorce heróis de outras religiões para aumentar seu próprio poder.

Vamos examinar isso em detalhes, com base em fontes históricas e de Hadith, que mostram que essa é uma doutrina fraudulenta e violenta.

1. Descrição do Hadith e seu significado

Em Sahih Bukhari 2476, Maomé disse:

“O dia do Juízo Final não acontecerá até que Jesus, filho de Maria, desça à terra como um governante justo; ele quebrará a cruz, matará os porcos e abolirá a Jizya.  A riqueza será tão abundante que ninguém a aceitará.”

Esse hadith faz parte da escatologia islâmica, onde Jesus é mostrado como um executor das regras islâmicas. Quebrar a cruz significa negar a crença cristã central (crucificação de Jesus), matar porcos significa proibir a ingestão de carne de porco, que é “halal” (permitida) para cristãos, mas “haram” (proibida) para muçulmanos e abolir a “jizya”, significa cancelar o imposto sobre não muçulmanos, possivelmente forçando-os a se converterem ao Islã ou serem eliminados. No Fim dos Tempos só haverá muçulmanos, pois todos os outros foram convertidos ou eliminados. Isso é insultante para os cristãos, pois retrata Jesus como um guerreiro contra o cristianismo.

2. Como o Islã nos rouba Jesus

Maomé incorporou Jesus com o nome de “Isa”, mas distorceu seu verdadeiro caráter. Na Bíblia, Jesus é um símbolo de paz e perdão, mas no Corão e no Hadith, ele é transformado em um guerreiro como Maomé. Por exemplo, no Corão 4:157, diz que Jesus não morreu na cruz, negando o fundamento do cristianismo.

“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Allah, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que eles não o mataram.” – (Corão 4:157)

Esse hadith faz de Jesus um “maometano” para mostrar a superioridade do Islã, mas na verdade é uma tática para roubar eventos de outras religiões e fortalecer sua própria doutrina. Durante o tempo de Maomé, existiam comunidades cristãs e judaicas naquela região, então ele misturou seus heróis em sua religião para atrair seguidores, mas adicionou violência na sua narrativa.

3. Prova de Violência e Insulto

Esse hadith mostra o lado violento do Islã: Jesus virá destruir símbolos cristãos, matar porcos (um insulto aos hábitos alimentares cristãos) e abolir a “jizya”, sugerindo impor o Islã a todos os não muçulmanos. Críticos dizem que matar porcos é um insulto aos cristãos, que consideram a carne de porco saudável (halal). Na explicação de Ibn Hajar al-Asqalani, diz-se que humilha cristãos. Isso prova que o Islã não tolera outras religiões, mas sonha com sua destruição. O Islã criou tais hadiths para incitar seus seguidores a lutar contra pessoas de outras crenças.

4. A Morte de Jesus e a História Fictícia do Túmulo

Segundo a crença islâmica, Jesus não morreu, mas foi tomado por Allah, e ele retornará para morrer e será enterrado em Medina ao lado de Maomé. Isso é outra fraude, já que a Bíblia fala da morte e ressurreição de Jesus, mas o Islã nega isso para tornar Jesus parte de sua religião. Uma sepultura vazia para Jesus é mantida na mesquita de Maomé, mostrando como o Islã ocupa heróis de outras religiões. Isso é prova da ganância do Islã. Maomé afirmou ser o último profeta e trouxe todos os outros para o lado dele.

5. A Agenda do Islã e o Engano

Esse hadith mostra que o Islã é uma religião violenta e ladra. Ao tornar Jesus um “maometano”, tenta atrair cristãos, mas o verdadeiro Jesus prega a paz, não a guerra para quebrar cruzes. Maomé usou “Allah” como uma identidade falsa para criar “revelações” que aumentam seu poder. Isso prova que o Islã sonha em destruir outras religiões, não em coexistir com elas.

Em conclusão, a figura da caricatura de Maomé e Jesus, destaca o lado ridículo e violento do Islã, como Maomé roubou Jesus para usar na agenda violenta de sua religião. É uma doutrina fraudulenta que incita à violência religiosa.

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NOTA

O texto acima foi traduzido deste artigo publicado no Facebook na página do grupo “Atheist Republic International”. Textos sobre a crucificação de Jesus Cristo podem ser lidos neste link, nos quais são evidenciadas as diferenças no tratamento da mentira entre maometanos e cristãos.

Luigi Benesilvi

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