A eterna e implacável jihad islâmica contra os não muçulmanos – Guglielmo Piombini

(29/01/2026)

As Cruzadas foram apenas uma reação tardia e limitada a mais de 4 séculos de guerra santa ininterrupta de muçulmanos contra europeus.

As Cruzadas duraram menos de 200 anos (de 1096 a 1270), cessaram há 700 anos e se limitaram geograficamente à Terra Santa, enquanto a jihad islâmica tem um caráter universal e permanente.

O estudioso Bill Warner, em artigo chamado As lágrimas da Jihad”, calculou que a conquista das populações cristãs no Oriente Médio, Anatólia e Norte da África, que já compunham cerca de metade do cristianismo, envolveu o massacre de pelo menos 60 milhões de pessoas; a conquista islâmica da Pérsia levou ao quase total cancelamento do zoroastrismo; em seu avanço para o leste, a Jihad Islâmica causou a morte de cerca de 10 milhões de budistas, destruindo todos os vestígios do budismo ao longo da Rota da Seda e no Afeganistão; a invasão da Índia, que segundo o grande historiador Will Durant representa um dos eventos mais sangrentos da história humana, levou à aniquilação de metade da civilização hindu e à morte de 80 milhões de pessoas; as vítimas da jihad na África Subsaariana, por outro lado, somam mais de 120 milhões de cristãos e animistas.

Somando todos esses números, chega-se à conclusão de que, do século 7 até os dias atuais, aproximadamente 270 milhões de “infiéis” morreram pela glória política do Islã.

Comparar as Cruzadas à jihad islâmica é, portanto, um grave erro histórico.

Segundo o historiador Rodney Stark, sentimentos alimentados pela culpa são piores do que ataques à cultura ocidental.

“O pior é a falsa tese de que os cruzados buscavam terras e espólios e não para tentar articular uma resposta a séculos de tentativas islâmicas de colonizar o Ocidente.

Em vez de serem uma tentativa dos ocidentais de colonizar a Terra Santa, as Cruzadas foram uma resposta a 4 séculos de esforços do Islã para colonizar a Europa.

Alfredo Morosetti diz: O problema é a mentira, a mentira deliberada, sobre fatos elementares. Não conheço qualquer livro didático de história para escolas primárias e superiores que conte, nem remotamente, o processo bestial do ataque secular do Islã à civilização cristã.

Os ataques dos maometanos só foram reduzidos no século 17, quando a diferença tecnológica e a superioridade moral da civilização cristã a tornaram impossível.

As mais de 600 cidades da costa norte do Mar Mediterrâneo eram presas potenciais fáceis para os muçulmanos da chamada “Costa da Barbária”. Os prisioneiros (os poucos homens que sobreviviam aos massacres, todas as mulheres jovens e as crianças) eram vendidos como escravos em Argel ou Túnis, onde o mercado de escravos brancos era a ordem do dia.

A maior parte dos recursos das ordens mendicantes (padres franciscanos dominicanos) ia para pagamento de resgates aos muçulmanos pela libertação dos prisioneiros europeus..

Essas notícias são de domínio público, exceto nas escolas, nos chefes dos professores e, depois, nos cabeças dos europeus comuns.

Guglielmo Piombini

-o-o-o-

NOTA

O texto acima foi traduzido dessa publicação no Facebook. Acrescentei alguns links das referências feitas pelo autor.

O estudioso Bill Warner compilou uma serie de batalhas travadas pela Jihad Islâmica em comparação com os ataques das Cruzadas Cristãs, cujo resumo pode ser lido no artigo deste link.

Luigi Benesilvi

-o-o-o-

Ir para a Página Principal do Blog
Bitchute: https://www.bitchute.com/channel/ZfQcA8z7Ld2O/

Youtube: http://www.youtube.com/c/LuigiBSilvi

Rumble: https://rumble.com/user/Benesilvi

Twitter (X): @spacelad43

Contato: spacelad43@gmail.com