A lenda do 12º Iman e a destruição de Israel – Luigi Benesilvi

(08/02/2026)

Existem diversos motivos para essa obsessão dos muçulmanos em destruírem Israel e perseguirem os judeus, algumas delas muito bizarras, como essa da “Lenda do 12o Iman”.

Essa lenda é descrita no ramo xiita do Islã, liderado atualmente pelos ayatollahs do Irã.

Na “Praça da Palestina”, em Teerã, existe um relógio temporizador, que marca quantos dias faltam para a destruição total de Israel, cuja data final seria em setembro de 2040, segundo uma previsão do Ayatollah Ali Khamenei.

Segundo a lenda, os 11 primeiros Imans viveram, foram assassinados ou morreram de formas bem conhecidas e documentadas. Porém o 12º Iman, Muhammad al-Mahdi, desapareceu quando ainda era criança e nunca mais foi visto e ninguém sabe o que realmente aconteceu com ele.

Muitos muçulmanos xiitas acreditam que Allah o tenha ocultado milagrosamente para que não fosse assassinado pelos inimigos muçulmanos sunitas, liderados atualmente pela Arábia Saudita.

A volta desse 12º Iman só aconteceria quando uma série de eventos ocorressem, como o aumento da corrupção e injustiça social, surgimento de um falso Messias e de personagens carismáticos, alterações cósmicas relevantes, terremotos, a batalha do Armagedom, o retorno de Isa (Jesus), a aparição de uma grande luz divina e a unificação de todos os ramos de muçulmanos.

As pesquisas que fiz para este texto não mencionam diretamente a destruição de Israel como um dos sinais, mas existem diversas indicações de que esse evento também deve acontecer para a volta do 12º Iman.

Em consulta ao Grok, ChatGPT e Gemini, tive que insistir um pouco mais para que eles admitissem ser real a existência dessa crença entre os xiitas, de que a destruição de Israel é um dos requisitos para a volta do 12º Iman.

Então, essa seria uma das principais motivações para os ayatollahs iranianos terem essa obsessão na destruição de Israel, financiando o uso de prepostos, como o Hamas, em Gaza, o Hezbollah, no sul do Líbano e os Houtis do Iêmen e até mesmo em ataques diretos, como aconteceu em outubro de 2023.

De formas diferentes, tanto os livros sagrados dos muçulmanos xiitas quanto os dos sunitas, estabelecem a ocorrência da eliminação de todos os judeus antes do Dia do Julgamento Final.

Um dos exemplos que os muçulmanos têm essa crença é o seguinte hadith:

“A Hora do Julgamento não chegará enquanto os muçulmanos estiverem combatendo os judeus e terminem por matá-los e mesmo que os judeus se abriguem por detrás de árvores e pedras, cada árvore e cada pedra gritará: Oh! Muçulmano, Oh! Servo de Allah, há um judeu atrás de mim, venha e mate-o; exceto se for a árvore Gharqad, porque ela é uma árvore dos judeus.” –  (Sahih Bukhari 4:52:176)

Esse hadith está inclusive inserido no Artigo 7 do Estatuto do grupo terrorista Hamas, que pode ser lido neste link.

Luigi Benesilvi

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