Islâmicos têm tecnologia do século 21 com mentalidade do século 7 – Luigi Benesilvi
(24/02/2026)
Em 2001, logo após o ataque de terroristas suicidas muçulmanos às torres gêmeas de Nova York, o então Primeiro-Ministro da Itália, Sílvio Berlusconi, comentou o fato manifestando que a cultura islâmica era muito primitiva e foi bastante criticado por aquela declaração.
De lá para cá, assistindo tudo o que está acontecendo, é difícil discordar inteiramente de Berlusconi. O que vemos são gente que possui tecnologia bélica do século 21 com a mentalidade primitiva do século 7.

Em maio de 2024, o israelense Mordechai Kedar, estudioso da cultura islâmica, deu uma longa entrevista, na qual explicou o motivo do fracasso da tentativa de destruir Israel em 7 de outubro de 2023. O vídeo legendado da entrevista pode ser assistido pelo link lá no final deste texto.
Diz ele que, no início de abril de 2023, o Irã enviou uma ordem a todos os seus prepostos no Oriente Médio, Hezbollah, Hamas, Houthis e milícias na Síria e Iraque, para se prepararem para um ataque total contra Israel, que seria realizado com o lançamento de mísseis e drones, provenientes de todas as direções e por incursões terrestres e marítimas desde o Líbano, Síria e Faixa de Gaza.
De acordo com o plano iraniano, Israel entraria em colapso em menos de 5 dias, porque estaria sob uma barragem constante de mísseis, drones e incursões terrestres vindas de todos os lados
Os atacantes deviam matar e sequestrar o máximo número de pessoas que pudessem, levando-as para acampamentos no Líbano, Síria, Iraque e Gaza.
E todas as bases aéreas de Israel, instalações de eletricidade, abastecimento de água, estradas, comunicações, instalações de gás no mar, tudo seria bombardeado por esses mísseis e Israel esgotaria suas defesas em poucos dias.

Esse plano iraniano seria executado tão logo e somente depois que o Irã possuísse armas nucleares, o que estaria prestes a acontecer naquela época. Isso deteria quaisquer retaliações pelas potências ocidentais.
Mas o Hamas tinha um cronograma diferente, porque, recentemente, havia negociações para normalização das relações de vários países muçulmanos com Israel, inclusive a Arábia Saudita, líder do ramo majoritário dos muçulmanos sunitas, que representam mais de 80% de todos os muçulmanos do mundo. Trata-se dos “Acordos de Abraão”, que já tinha sido assinado pelos Emirados Árabes, Bahrein, Marrocos, Sudão e Kazaquistão.
E do ponto de vista do Hamas, a causa palestina estaria morta, pois se a maior parte do mundo islâmico tivesse boas relações com Israel, ninguém estaria prestando atenção à “Causa Palestina” deles.
Para sabotar o plano, o Hamas resolveu lançar o ataque de 7 de outubro de 2023, por conta própria, esperando assim que os demais grupos seriam levados a atacarem também, causando a destruição de Israel, de qualquer maneira. E o Hamas ficaria com a glória de ter liderado a ação que destuiu Israel.
O problema é que os demais grupos foram pegos de surpresa pela precipitação do Hamas e não tiveram tempo de realizar as incursões terrestres, então só puderam lançar mísseis e drones.
O exército de Israel foi logo mobilizado para defender a fronteira norte, de onde retirou todos os seus mais de 80 mil habitantes, impedindo a matança e o sequestro de mais israelenses por lá.
Foram lançados milhares de mísseis e drones, em várias frentes, mas as forças de defesa de Israel conseguiram se manter e o ataque fracassou em algumas semanas.

Mordechai imagina que se o ataque tivesse ocorrido como planejado, o número de israelenses mortos e sequestrados estaria em dezenas de milhares e não nos pouco menos de 1.500 mortos e sequestrados que ocorreram e possivelmente a destruição de Israel teria tido alguma chance de ser bem-sucedida.
A ironia é que a maioria dos assassinados e sequestrados perto de Gaza, faziam parte de grupos pacifistas, que defendiam a coexistência pacífica com os muçulmanos. O “Nova Music Festival” estava sendo realizado exatamente para glorificar a paz entre os povos.

Com a posse de Donald Trump, em janeiro de 2025, Israel recebeu mais recursos e apoio irrestrito dos Estados Unidos, coisa que não tinha quando Joe Biden era presidente.
E a situação agora está com as forças norte-americanos na região do Golfo Pérsico, prontas a atacar o regime dos Ayatollahs, se eles não desistirem da obtenção de armas nucleares e mísseis balísticos.
E os israelenses estão mais do que nunca determinados a destruir as capacidades militares do Hezbollah, no Líbano e do governo do Hamas, em Gaza, que já está literalmente destruída.

Quem começa uma guerra e perde sofre as consequências.
Mordechai acrescentou que, embora eles não tenham conseguido destruir Israel desta vez, a intenção dos iranianos de destruir Israel não desapareceu. E eles vão reassumir isso. Pode ser agora, pode ser num ano, 10 anos, 20 anos ou em décadas ou séculos.
Há um verso no Corão 2:153, que diz:
“Allah está com aqueles que têm paciência”.
O plano de conquistar todo o mundo, começando pela destruição de Israel vem sendo preparado e tentado várias vezes desde a criação do Islã, no século 7, tanto pelos grupos xiitas, liderados pelo Irã, como sunitas, liderados pela Arábia Saudita.

O Irã ameaça não apenas Israel. Os mísseis iranianos podem chegar a Londres e além. E o Irã é um perigo para todos. Eles sabem como lançar mísseis de submarinos. E eles acreditam que são dirigidos diretamente por Allah.
De acordo com a crença dos xiitas, seus líderes são infalíveis. Eles não cometem erros. Tudo o que fazem é determinado por Allah, com quem eles estão conectados diretamente. E então, se eles decidirem desenvolver armas nucleares e talvez usá-las, essa é uma decisão divina. Não é uma decisão deles. Eles recebem o comando diretamente de Allah.
E é assim que eles pensam. Armas nucleares nas mãos dessa gente são muito perigosas. Porque a qualquer momento eles podem decidir que Allah lhes dá a ordem para usá-las.
Os muçulmanos sunitas são mais pragmáticos que os xiitas, mas todos eles têm os mesmos comandos em seus livros sagrados.
Maomé disse: “Fui comandado a combater as pessoas até que todas elas digam: ‘La ilaha illallah’ (ninguém tem o direito de adorar outros deuses a não ser Allah); e quem disser ‘La ilaha illallah’, Allah protegerá sua vida.” – (Sahih al-Bukhari 6924)
Eles olham para todos os outros do alto para baixo. Os judeus e os cristãos são inferiores, indignos e impuros. Então, por que vão se importar com eles?
“E certamente criamos muitos dos gênios e humanidade para o inferno. Eles têm corações com os quais não compreendem, têm olhos com os quais não veem e têm ouvidos com os quais não ouvem a verdade. Eles são como gado, não, ainda mais perdidos do que gado. Aqueles! Eles são os insensatos.” – (Corão 7:179)

E a única coisa que funciona com os muçulmanos é uma ameaça credível, não uma ameaça verbal. Porque eles não acreditam em infiéis. Não é uma ameaça qualquer, apenas uma ameaça credível. Mordechai diz que tem que ser uma ameaça em que eles acreditem que você fará com eles o que você diz que realmente fará.
Quanto mais credível for essa ameaça, menor será a chance de vocês precisarem usá-la.
Eles estão tão presos no século 7, que acreditam que tudo está predestinado. Se Allah permite que quaisquer coisas aconteçam, por mais cruéis que sejam, é porque assim está determinado por Allah.
No caso dos xiitas, existe a “Lenda do 12º Iman”, na qual está prevista a volta desse 12º Iman, desaparecido no Irã durante os primeiros tempos do Islã, quando Israel e os judeus tiverem sido destruídos.
Luigi Benesilvi
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NOTA
Vídeo legendado da entrevista de Mordechai Kedar pode ser assistido neste link.
Luigi Benesilvi
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