Expondo a contraditória e violenta vida de Maomé – Artefactum

(04/03/2026)

Para mais de um bilhão de pessoas, Maomé é o profeta final. Para outros, é uma figura histórica envolta em lendas.

Mas quando deixamos de lado a tradição islâmica e examinamos as fontes primárias, tanto islâmicas quanto não islâmicas, surge uma imagem mais clara. Esse não é o fundador místico de uma religião pacífica. Esse é um homem cuja vida incluiu traumas precoces, alegados encontros espirituais, guerras, execução de dissidentes, esposas jovens, tratados quebrados e uma morte dolorosa. Não se trata de opiniões, mas de evidências. Se você quer a verdade, não a “tradição”, continue assistindo.

Segundo a narrativa islâmica, Maomé teria nascido por volta de 570 depois de Cristo, em Mecca, na tribo dos coraixitas, um dos clãs mais poderosos da cidade. O pai dele, Abdullah al-Muttalib, morreu antes dele nascer. Sua mãe, Amina bint Wahb, morreu quando ele tinha 6 anos. Foi criado por seu avô, Abd al-Muttalib e depois por seu tio Abu Talib al-Muttalib. Maomé nasceu,viveu e cresceu numa sociedade profundamente pagã.

A Kaaba, o santuário central de Mecca, abrigava mais de 300 ídolos. Os coraixitas controlavam essa economia religiosa. Quando jovem, Maomé ganhou a reputação de ser confiável. Ele trabalhava no comércio de caravanas e aos 25 anos, acabou casando com uma viúva rica, Khadijah, 15 anos mais velha que ele. Isso deu a ele segurança financeira e status social.

Durante vários anos, ele teria passado um tempo em retiro espiritual numa caverna perto de Mecca, perturbado pela idolatria e corrupção de seu povo. Aos 40 anos, enquanto meditava na caverna de Hira, Maomé afirmou ter sido visitado por um espírito que o agarrou e ordenou:

“Recite!”

Embora ele fosse analfabeto. Aterrorizado, ele correu para casa, para sua esposa Khadijah, dizendo que temia estar possuído.

Foi Khadijah e não Maomé, quem buscou confirmação. Ela consultou o primo dela, Waraka Ibn Nawful, um cristão herege, que declarou que Maomé devia ser um profeta como Moisés.

Durante 13 anos, em Mecca, Maomé pregou o monoteísmo e alertou sobre o “Julgamento Final“. Mas a maioria dos meccanos o rejeitou. Ele ganhou poucos seguidores. Enfrentando uma hostilidade crescente, ele fugiu para Yathrib, em 622 depois de Cristo, uma cidade mais tarde renomeada Medina, que significa “Cidade do Profeta”.

Essa migração, chamada de “Hijra”, marca o início do calendário islâmico. Em Medina, Maomé governava soberano. Ele uniu as tribos com uma constituição política e rapidamente construiu um estado teocrático. Mas o poder não veio só pela persuasão. Ele começou a atacar caravanas de Mecca, um ato de guerra econômica. A Batalha de Badr foi uma grande vitória para Maomé. Ele alegou ter tido ajuda divina.

Mas o padrão era claro. O Islã começou a se espalhar, não só por meio da pregação, mas também através da conquista e do medo. O Corão reflete essa mudança. Os primeiros versos, escritos em Mecca, quando eles eram minoria, falam de paciência e paz.

“Não há compulsão em religião”. (Corão 2:256)

“Para vós a vossa religião e para nós a nossa religião”. (Corão 109:6)

Mas os versos posteriores, escritos em Medina, ordenam a luta, a subjugação e a dominação. Por exemplo:

“Combatam contra aqueles que não acreditam em Allah, até que paguem o tributo (Jyzia), com submissão voluntária e se sintam subjugados.” (Corão 9:29)

A ascensão de Maomé envolveu não só campos de batalha, mas também assassinatos seletivos. Quando poetas o criticavam, eles eram executados. Ka’b ibn al-Ashraf, um poeta judeu que zombava de Maomé, foi assassinado por ordem de Maomé. (Sahih al-Bukari 4037). Outro caso, Asma bint Marwan, mãe de 5 filhos que compôs poesia contra ele, foi morta enquanto dormia por um seguidor.  (Sahih al-Bukhari 5224)

Ele também permitia mentiras táticas. Quando Abdullah ibn Unais assassinou Ramlah Khalid bin Sufyan fingindo ser amigo dele, Maomé o elogiou. (Sahih al-Bukhari 5364) Essas não são tradições marginais. Elas estão nas fontes islâmicas mais confiáveis.

O padrão: “Dissidência não era debatida. Era silenciada permanentemente.”

A vida pessoal de Maomé também levanta sérias questões. Ele teve pelo menos 11 esposas, sem contar as escravas sexuais. A mais controversa é Aisha, filha de Abu Bakr. Ela foi casada com Maomé quando tinha 6 anos e o casamento foi consumado quando ela tinha 9 anos. Maomé tinha mais de 50 anos. Isso está registrado em Sahih Al-Bukhari 5134.

Aisha relatou: “O Profeta casou comigo quando eu tinha 6 anos de idade e consumou o casamento comigo quando eu tinha 9 anos”.

Isso não é debatido entre os eruditos muçulmanos. Alguns tentam justificá-lo apelando para as “normas arábicas”. Mas o fato histórico permanece. O fundador do Islã teve uma relação física com uma criança pré-adolescente.

Outro caso, Safiya bint Huyaye. Ela era uma mulher judia capturada durante a conquista de Khaybar. O marido dela foi morto. Naquela mesma noite, Maomé a tomou como sua esposa. Fontes muçulmanas dizem que sua beleza era notável e ela foi dada a Maomé como parte do espólio de guerra. Ele consumou o casamento enquanto ainda estavam viajando. (Sahih al-Bukhari 371)

Essas histórias não são ataques. São fatos documentados. O padrão moral de um profeta deve ser mais elevado do que a cultura. O Deus da Bíblia nunca desculpa tais atos com base nos “costumes da época”.

Depois de conquistar Mecca, Maomé continuou a consolidar o poder. Mas sua vida terminou de forma estranha. Depois da conquista de Khaybar, uma mulher judia chamada Zaynab bint al Harith serviu a ele carne envenenada, para vingar a família dela. Maomé comeu a carne e cuspiu parte dela, quando viu um dos companheiros cair morto, mas mesmo assim o veneno entrou em seu organismo. (Sahih al-Bukhari 786)

Alguns anos depois, durante sua doença terminal, ele disse:

“Sinto que minha aorta está sendo cortada pelo veneno que comi em Khaybar”. (Sahih al-Bukhari 4428)

Isso é significativo. O Corão fala sobre falsos profetas.

“Se um profeta tiver inventado alguns ditos, em Nosso Nome, certamente o teríamos apanhado pela destra; E então, teríamos lhe cortado a artéria aorta”. (Corão 69:44-46)

Fontes islâmicas admitem que o veneno o afetou até a morte. Teria sido um julgamento divino?

Maomé não foi apenas um líder religioso. Ele foi um general de guerra, um estrategista político, um polígamo e um homem cercado por derramamento de sangue e lutas pelo poder. A vida dele, conforme registrada pelas próprias fontes do Islã, inclui um encontro espiritual que o aterrorizou. Casar e consumar o casamento com uma menina de 9 anos, comprar e vender escravos, aprovar assassinatos e tortura, decapitar centenas de prisioneiros, tomar mulheres como prêmios de guerra e morrer em agonia, possivelmente cumprindo um verso sobre falsos profetas.

A Bíblia nos dá um padrão diferente para um profeta:

Santidade, compaixão, verdade e consistência.”

Jesus disse:

“Pelos seus frutos os conhecereis”. (Matheus 7:15-20)

E ele declarou:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, Exceto por meio de mim.”  (João 14:6)

A questão não é se Maomé era poderoso, o que ele era. A questão é se ele foi enviado por Deus.

Então, abra o Evangelho de João. Leia-o. Compare a vida de Jesus com a de Maomé. Só um deles andou sem pecado. Só um deles ressuscitou dos mortos. Só um oferece a verdadeira salvação. Compartilhe isso com alguém que precisa da verdade. Jesus não afirmou ser um profeta, ele afirmou ser Deus.

Artefactum

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NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicado no Youtube.

Luigi Benesilvi

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