Islamofobia é uma palavra criada especificamente para silenciar críticas ao Islã – Luigi Benesilvi

(30/03/2026)

A ONU estabeleceu o dia 15 de março como o “Dia Internacional do Combate à Islamofobia”.

Se procurar a definição do termo “islamofobia” no dicionário Michaelis, edição de 2024, vai encontrar:

“Islamofobia é a rejeição ou ódio ao islamismo e aos muçulmanos”.

Se procurar no mesmo dicionário a definição de outros termos normais terminados em “fobia”, vai sempre encontrar que se trata de medo de alguma coisa ou de alguma situação.

“Fobia é o medo mórbido de alguma coisa ou situação”.

“Aracnofobia é o medo mórbido de aranhas”.

“Agorafobia é o medo mórbido de estar sozinho num espaço aberto”.

“Claustrofobia é o medo mórbido de estar em lugares fechados”

“Noctifobia é o medo mórbido do escuro”.

Só o termo “islamofobia” é definido como “rejeição” ou “ódio”.

Ter medo de aranhas não significa que existe ódio ou rejeição às aranhas, mas sim apenas que tenho medo delas, porque podem me picar e causar muita dor e até mesmo a morte.

Então a definição correta de “islamofobia” é:

“Islamofobia é o medo mórbido do Islã, causado pelos atos violentos cometidos cada vez com mais frequência por jihadistas em nome do deus daquela religião”.

Esse medo do Islã é reforçado em razão de tantas notícias de tantos ataques violentos contra não muçulmanos e até mesmo contra próprios irmãos muçulmanos rivais. O medo também é amplificado pela visão de tantos jihadistas fotografados com armas e o próprio Corão nas mãos.

Não costumamos ver cristãos, hindus ou judeus, empunhando armase posando para fotos, com seus livros sagrados na mão, nem usando vestes explosivas para cometer ataques suicidas para matar não adeptos de suas respectivas religiões.

Lendo um artigo de Mars Lewis, publicado no Facebook, neste link, encontrei a origem e a forma como o termo “islamofobia” foi definido. Ele escreveu:

O termo “islamofobia” é uma invenção moderna, deliberadamente criada e usada como arma com um propósito claro:

“Silenciar a crítica legítima ao Islã como ideologia, especialmente sua impulsão implacável de expandir influência em governos e sociedades seculares por meio da lei Sharia e do controle teocrático das localidades.”

Mars escreve que o termo apareceu na França no início do século 20 e lá pela década de 1920 começou a aparecer na língua inglesa e teve pouquíssima relevância até a década de 1990, quando uma organização inglesa, a Runnymede Trust, publicou um relatório chamado, “Islamofobia: Um desafio para todos nós”.

A organização britânica, não apenas discorreu sobre a palavra, mas também a definiu como “hostilidade infundada ao Islã“, de uma forma, que deliberadamente esmaece a linha divisória entre o preconceito contra indivíduos muçulmanos e qualquer exame crítico da ideologia, doutrinas, textos, objetivos políticos ou demandas por supremacia da lei religiosa islâmica Sharia em espaços seculares.

O uso da palavra, como definida pela Runnymede Trust, especialmente depois de 11 de setembro de 2001, data do ataque de jihadistas muçulmanos às torres gêmeas em Nova York e passou a constar nos dicionários, mídia e políticas em meados da primeira década do século 21.

Eu procurei e não encontrei esse termo no Dicionário Aurélio da década de 1980, onde só encontrei os termos “Islã”, “islamismo” e “muçulmano”.

Então, o termo e sua definição são construções modernas, uma ferramenta retórica criada para equiparar o legítimo questionamento à proliferação do Islã, ao racismo ou ao ódio irracional.

Chamar alguém de “islamofóbico” atualmente, significa descartar qualquer preocupação com o impulso ideológico do Islã, seus apelos por um califado mundial, ser contra a aplicação da lei islâmica Sharia em vez de leis seculares ou supremacia global, como afirmam repetidamente em suas próprias fontes autoritativas e por grupos como o “Hizb ut-Tahrir” e a “Irmandade Muçulmana”, movimentos políticos internacionais pan-islâmicos fundamentalistas..

O Islã, como ideologia, nunca escondeu suas ambições universais.

Na literatura sagrada do Islã há vários hadiths (tradições), que estabelecem isso claramente:

Maomé disse: “Fui comandado a combater as pessoas até que todas elas digam: ‘La ilaha illallah’ (ninguém tem o direito de adorar outros deuses a não ser Allah); e quem disser ‘La ilaha illallah’, Allah protegerá sua vida.”  – (Sahih al-Bukhari 6924)

Maomé disse: “Eu fui comandado a combater contra as pessoas até que todas elas declarem não haver outros deuses a não ser Allah.” – (Sahih Muslim 30)

Como “Maomé seria o perfeito modelo a ser seguido pela humanidade”, todos os devotos muçulmanos devem obedecer o que ele disse ou fazer o que ele fez.

“Certamente, tendes no Mensageiro de Allah, um excelente exemplo para quem tem esperança em Allah e no Dia do Juízo Final e menciona Allah com frequência.”(Corão 33:21)

Quando a palavra “islamofobia” é lançada contra quem questiona a infiltração do Islã na governança secular, por meio de demografia, exigências legais paralelas, influência política ou mudanças culturais, reconheça a palavra pelo que é:

“Um escudo para uma ideologia que, por suas próprias palavras, busca supremacia, não igualdade em termos seculares”.

Rejeite o termo, pois ele não possui credenciais antigas. É um neologismo do final do século 20, projetado para proteger a expansão do Islã e não para prevenir o preconceito.

Criticar a ideologia não é preconceito, é honestidade intelectual em uma sociedade livre.

Luigi Benesilvi

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NOTA

Um teste para ver se existe ódio ou medo do Islã: Imagine que você está num determinado ambiente e qual seria sua reação se alguém fala em voz alta:

Louvado Seja Deus!

ou

Barukh HaShem!

ou

Allahu Akbar!

ou

“Dhanya hai Parmeshwar!

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Barukh HaShem” é “Louvado seja Deus”, em hebraico.

 “Allahu Akbar” é “Allah é o Supremo”, em arábico.

Dhanya hai Parmeshwar”, é “Louvado seja Deus”, em hindi.

Luigi Benesilvi

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