Algumas práticas primitivas bárbaras permitidas pela lei islâmica Sharia – Luigi Benesilvi

(02/04/2026)

Outro dia recebi um vídeo de uma mulher recebendo punição com chibatadas, na Indonésia. O vídeo é esse:

A punição com chibatadas para as mulheres muçulmanas, pode ser por adultério, consumo de  álcool, proximidade a algum homem com o qual não seja casada e algumas outras violações da lei Sharia.

“Quanto à adúltera e ao adúltero, vergastai-os com cem chibatadas; que a vossa compaixão não vos demova de cumprir a lei de Allah” – (Corão 24:2)

Essa punição está no código penal de todos os 55 países de maioria muçulmana e ainda é praticada oficialmente no Irã, Afeganistão, Arábia Saudita, Paquistão, Indonésia, Bangladesh, Malásia, Brunei, Emirados Árabes Unidos, Qatar, lêmen e Maldivas, embora atualmente essa punição esteja mais praticada em regiões do interior dos países e menos aplicada em cidades maiores, onde costumam gerar mais reações negativas.

Publiquei o vídeo em alguns grupos do WhatsApp e recebi dezenas de comentários, alguns revoltados com a punição e outros não acreditando que o vídeo seja verdadeiro.

Aproveitei o interesse e mandei um resumo do caso do apedrejamento no Irã, em 1986, de uma mulher casada, chamada Soraya Manutchehri, que em 2008 gerou um filme chamado “O Apedrejamento de Soraya M.

O marido queria se divorciar dela, mas não queria arcar com os custos do divórcio e armou uma cilada para livrar-se dela.

Soraya havia começado fazer a comida parar para um viúvo local, um homem mais velho, o que foi usado como “prova” de infidelidade. O marido, com a ajuda de amigos, de um clérigo e de outros aldeões, espalhou rumores e conseguiu montar um julgamento sumário sob a lei Sharia.

Em 15 de agosto de 1986, Soraya foi enterrada até a cintura, em uma praça da aldeia. De acordo com relatos, a execução teve um clima de “festa” e foi liderado pelos anciãos da aldeia, mais fundamentalistas.

A acusação foi baseada hadith (tradição islâmica) de Sahih Muslim 1695b (do Livro das Punições Legais / Hudud), e também do hadith Sahih Muslim 4207, que descreve o apedrejamento de uma mulher e seu amante na época de Maomé.

Como quase tudo no Islã, o assunto do apedrejamento está descrito em diversos hadiths que pesquisei: Sahih Muslim 420, Sahih Muslim 5272, Sahih Muslim 1695b, Sahih Muslim 1691a, Sahih al-Bukhari 6814, Sahih al-Bukhari 5270, Sahih al-Bukhari 5271.

O fato importante é que o apedrejamento está inserido na Lei Islâmica Sharia de todos os países islâmico e pode ser aplicada “legalmente” em qualquer região em que existam tribunais islâmicos, inclusive em países ocidentais.

Outra punição brutal da Sharia é a amputação de uma mão e um pé, em lados opostos. Esse tipo de punição é baseado nos versos 5:33 e 5:38 do Corão:

“A recompensa daqueles que fazem guerra contra Allah e Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra é que sejam mortos, ou crucificados, ou que lhes sejam cortadas a mão e o pé de lados opostos, ou que sejam banidos da terra. Isso será uma humilhação para eles nesta vida, e no Além terão um grande castigo.” (Corão 5:33)

“Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão, como castigo de tudo quanto tenham cometido; é um exemplo, que emana de Allah, porque Allah é Poderoso, Prudentíssimo.” – (Corão 5:38)

As pesquisas que fiz, indicam que a foto desse homem, com um pé e uma mão decepados, parece ser de uma punição praticada no interior do Paquistão.

Outro costume cruel do mundo muçulmano é a extirpação do clitóris das meninas, prática relativamente comum em quase todos os países muçulmanos e é baseada no hadith Sunan Abi Dawud 5271:

“Narrado por Umm Atiyyah al-Ansariyyah: Uma mulher costumava realizar circuncisão nas mulheres em Medina. O Profeta disse a ela: Não cortes excessivamente, pois isso é melhor para a mulher e mais desejável para o marido.” – (Sunan Abi Dawud 5271)

Um dos argumentos para essa prática é ser para “controlar” os impulsos sexuais das mulheres, pois a remoção do clitóris reduz consideravelmente o prazer sexual delas.

Quando fiz a pesquisa, li relatos que em países onde a Mutilação Genital Feminina (MGF) não é permita, a prática é feita clandestinamente ou os genitores organizam excursões para países onde a prática é permitida para realizá-la nas coitadas das meninas.

A prática é geralmente rudimentar e podem causar infecções graves e até a morte das meninas.

O argumento que a prática é apenas a circuncisão do clitóris, semelhante ao que os homens fazem ao remover o prepúcio do pênis, mas a realidade é que na maioria dos casos há a remoção completa do clitóris, segundo relatos de mulheres que sofreram a “circuncisão”.

Como “Maomé seria o perfeito modelo a sempre ser seguido pela humanidade”, todos os devotos muçulmanos devem obedecer o que ele disse, fez ou assistiu sem interferir, os muçulmanos estão presos ao modelo desse indivíduo do século 7 e nada pode ser mudado na lei islâmica.

“Certamente, tendes no Mensageiro de Allah, um excelente exemplo para quem tem esperança em Allah e no Dia do Juízo Final e menciona Allah com frequência.” – (Corão 33:21)

Outros costumes bárbaros que vemos com frequência no noticiário é de esposas espancadas pelos maridos, o que é permitido na lei Sharia, os ataques com ácido contra mulheres e o assassinato de mulheres que “desonram” a família de alguma forma ou são consideradas muito “ocidentalizadas”.

Luigi Benesilvi

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