Porque não acredito na existência de um Islã moderado – Raymond Ibrahim

(07/02026)

O Islã é uma religião legalista. Não tem nada de místico, sob a forma em que eles a praticam.

Segundo o Islã, cada ação que um ser humano pode realizar é classificada como

“Proibida” – significa que você não deve fazê-la ou sofrerá as consequências…

Reprovável” – Não é que você vá necessariamente ao inferno se a fizer, mas…

Neutra”  – Tanto faz…

Recomendada” – Seria bom que você a fizesse, mas não precisa fazer;

 e “Obrigatória” – Tem que fazer, senão…

Isso serve para todas ações dos muçulmanos em toda vida. É um sistema muito totalitário. Isso é o que é a lei Sharia.

Mas agora, se você olhar para a religião, algumas das coisas que gostamos de chamar de “radical” ou tentamos apresentar como aberrantes, para os muçulmanos são, na verdade, 100% dominantes.

Mas vamos falar dos “moderados”.

O Islã sunita, liderado pela Arábia Saudita, é dominante. Por exemplo, o Islã permite a poligamia e isso não está aberto a debate. O Corão fala sobre como você pode punir sua esposa, espancando ela. Concubinato é permitido. Homens podem ter escravas sexuais. Isso está no Corão e é importante.

Você mencionou que na Bíblia, principalmente no Antigo Testamento, também existem diversos versos promovendo a violência.

Aqui está a importante diferença. Se você olhar para o Antigo Testamento, porque é disso que eles falam. Escravidão, guerra, genocídio, Josué, todo esse tipo de coisa. Conforme é apresentado. Se você olhar para o texto real, a maneira como está escrito. Deus ordena a Josué e aos israelitas ou aos hebreus a irem para a guerra. Ele menciona os nomes dos povos, os jebuseus, os hebusitas, os cananeus, etc. E a linguagem é muito temporal, é finita, não é aberta, está quase no pretérito. Eles lutaram contra eles e acabou lá.

Agora, se você for ao Corão e adivinhe só? Mesmo que seus inimigos fossem, na verdade, personagens identificáveis ao longo da história, os persas, os zoroastristas, os bizantinos cristãos e assim por diante, eles não usam essas palavras. Eles usam, geralmente, a palavra “Kafir“, que pode ser traduzida como “infiel” ou os “idólatras”.

Quando você lê o Corão, está no tempo presente e você ainda vê nos dias de hoje jihadistas armados empunhando o Corão.

 “Então, lutem contra o povo, combatam contra os kafir, combatam contra o Povo do Livro (Cristãos e Judeus). Combatam!”  – (Corão 9:29)

É um mandamento constante e aberto. Já o Antigo Testamento registra um relato histórico. Deus disse a eles:

“Combatam contra aquele grupo de pessoas. Naquele grupo, naquela área, naquele momento.”

Portanto, isso nunca foi codificado em algum tipo de visão para judeus ou cristãos de que vocês têm que estar em guerra com todos.

O Corão é muito diferente. A linguagem é muito transcendente e está acima e além dos momentos finitos. E assim foi codificado. Isso é o que é a lei Sharia.

Raymond Ibrahim

-o-o-o-

NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicado no Youtube.

A entrevistadora é uma mulher homossexual, com forte tendência esquerdista, que tem uma “esposa” e fica toda hora interrompendo o entrevistado, manifestando expressões de incredulidade. Tive até que eliminar alguns trechos, porque as palavras de Raymond ficaram inaudíveis pela sobreposição da voz dela.

A certa altura, ela manifesta mais uma vez sua incredulidade em relação ao que Raymond revela sobre haver algumas diferenças no comportamento dos muçulmanos sunitas e xiitas modernos, então ela fala:

“Então, se formos ao sunita Dubai, eu e minha esposa, não vamos sentir qualquer problema, mas se formos ao xiita Irã e uma de nós mostrar o cabelo, levamos uma surra? Não consigo conciliar esses dois mundos muçulmanos”.

Luigi Benesilvi

-o-o-o-

Ir para a Página Principal do Blog
Bitchute: https://www.bitchute.com/channel/ZfQcA8z7Ld2O/

Youtube: http://www.youtube.com/c/LuigiBSilvi

Rumble: https://rumble.com/user/Benesilvi

Twitter (X): @spacelad43

Contato: spacelad43@gmail.com