Líder Muçulmano: “Não Emitimos Opinião Sobre Gays Por Receio de que a Esquerda Nos Abandone” – Christine Douglas-Williams
Setembro 4, 2017

Abordando o tópico tabu a respeito da razão dos muçulmanos estarem calados no debate sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo, Ali Kadri, porta-voz do Conselho Islâmico de Queensland, Austrália, declara que “a esquerda” tem sido leal defensora dos gays e dos muçulmanos, então para os muçulmanos declararem oposição à homossexualidade seria um risco de perder o apoio “da esquerda”.

australia gay

  Kadri diz:

“Infelizmente, no atual ambiente, a direita e os conservadores atacam os muçulmanos como se todos fossem terroristas e extremistas e a esquerda tem sido aliada em nossa defesa por longo período de tempo”.

Existem dois pontos a serem notados nas declarações de Kadri.

Primeiro, “a direita e os conservadores” não estão atacando todos os muçulmanos como terroristas e extremistas, como acusa Kadri, mas em vez disso tem apenas soado o alarme sobre as violações dos direitos humanos que os jihadistas e os supremacistas islâmicos cometem diariamente.

Elementos de crítica ao Islã que eles usam para justificar suas ações tem sido indevidamente taxados como “islamofóbicos” e descritos como ataques a todos os muçulmanos. Essa denominação tem servido como propaganda para atingir quem apenas fala a verdade.

Segundo, a doutrina islâmica se opõe veementemente à homossexualidade, o que representa um dilema para os muçulmanos que contam com “a esquerda” para apoio político. Aqui seguem alguns exemplos de como os homossexuais são tratados em vários países por causa de Lei Islâmica Sharia:

  • Em março, uma reportagemrevelou que um pai muçulmano retirou suas crianças de uma escola de Berlim por descobrir que a professora era gay.
  • No Canadá, uma diretora muçulmanadeclarou que homossexuais são “amaldiçoados por Allah”.
  • Em 2016, toda a diretoria de uma escola para meninas muçulmanas do Reino Unido foi demitida por ensinar às estudantes no estilo das regras estritas da Sharia, inclusive sobre que as pessoas gays devem ser mortas.
  • Em julho, um muçulmano de Oakland declarou: “Eu vou colocar uma bomba num clube gay”.
  • Em abril, autoridades de Chechêniaestavam prendendo e executando homens gays.
  • O Irã também prendeu 30 homenssuspeitos de serem gays e os submeteu a humilhantes “testes de sodomia”. Quem poderia esquecer as palavras do antigo presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad? Ele disse uma vez na Universidade de Columbia, em resposta a uma pergunta sobre execução de gays no Irã: “No Irã nós não temos homossexuais como os que existem no país de vocês… No Irã nós não temos esse fenômeno”.
  • Em toda a Europa, imigrantes muçulmanos estão abusando os imigrantes gaysnos abrigos temporários.
  • O Estado Islâmico adere rigidamente à doutrina islâmicaem suas práticas e rotineiramente executa gays, jogando-os de cabeça para baixo do alto dos prédios.

E a lista segue. Um ex-muçulmano gay alertou sobre a tóxica ideologia islâmica por trás do massacre jihadista de Orlando.gays-in-islam

Ali Kadri disse mais: “Temos receio que se nós revelarmos nossa opinião a respeito disso a esquerda venha a nos abandonar”.

A preocupação de Kadri revela uma pergunta pertinente: o que acontece quando os interesses dos gays colidem com os interesses do Islã? Bem, aqui temos que dar uma espiada em Vancouver que pode revelar a resposta: um gay iraniano foi ameaçado por querer que um cartaz anti-Sharia fosse exibido na parada do Orgulho Gay.

Por vários anos, o grupo desfilou na Parada do Orgulho Gay e até ganhou um prêmio por sua originalidade, mas este ano seu pedido foi rejeitado por ser “culturalmente insensível”.

Como o jornal Vancouver Sun publicou:

Shawn Shirazi está magoado por causa do relativismo cultural e pela má vontade do pessoal daqui para com quem critica qualquer coisa do radicalismo islâmico, por medo de ser taxado de racista ou islamofóbico”.

Shirazi também chamou a decisão de banir o cartaz como uma “hipocrisia quando se trata de direitos humanos globais”, mas outros argumentam que devemos mostrar respeito por outras culturas e tradições religiosas.gay pride+queer+muslims+huff++post

Os muçulmanos que estão preocupados que seu antagonismo à homossexualidade venha a causar a perda do apoio “da esquerda” não precisam preocupar-se, porque a Parada do Orgulho Gay de Vancouver não é indicativa de qual lado fica a lealdade “da esquerda”.

O absurdo de um muçulmano gay ser rejeitado por opor-se a abusos dos direitos humanos justificados pela Sharia é surpreendente. Gays da oposição são igualmente tolerados “pela esquerda”.

Como resultado da campanha agressiva contra a “islamofobia”, a única religião que não pode ser questionada é o Islã, não importa como, mesmo que o questionamento venha de um muçulmano progressista. Em 2016 o Facebook baniu uma revista gay com posição crítica ao Islã.

                                          CHRISTINE DOUGLASS-WILLIAMS

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O artigo original, em inglês, pode ser lido no link:
https://www.jihadwatch.org/2017/09/muslim-leader-on-gays-we-are-afraid-if-we-come-out-with-our-opinion-then-the-left-may-abandon-us

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