A Segunda Invasão Africana à Europa Ocidental
(05/08/2018)

A primeira invasão africana à Europa Oriental aconteceu no início do século oitavo depois de Cristo, quando tribos berberes oriundas do norte da África atravessaram o mar Mediterrâneo e invadiram a Europa.

Invasão AfricanaAproveitando o enfraquecimento dos europeus, dizimados por guerras e epidemias, em menos de 50 anos os africanos chegaram às portas de Paris, onde foram detidos em 742, pelo General Charles Martell, na chamada Batalha de Tours (ou de Poitiers).

Os europeus levaram quase 800 anos para expulsar os africanos da Europa definitivamente. Foi o chamado “Período da Reconquista”. Isso só aconteceu em 1492, quando os reis cristãos, Fernando e Isabel, conquistaram o último reduto muçulmano na Europa, o Reino de Granada, no sul da Espanha.

Embora tivessem ficado na Europa durante 800 anos, os muçulmanos foram sempre fustigados por exércitos cristãos e pela resistência da população, nunca tendo conseguido suplantar a população europeia nativa e por isso tiveram que recuar aos poucos, até serem definitivamente expulsos.

Os europeus dominaram o norte da África durante muitos séculos, primeiro com os Romanos e depois com os ingleses, franceses, alemães, holandeses, espanhóis e italianos, mas nunca sobrepujaram a população nativa africana em termos de crescimento populacional.

A partir do início do século 21, com a ascensão ao poder de vários governos globalistas na Europa, principalmente na Alemanha, França e Itália, as fronteiras europeias foram sendo espontaneamente abertas para imigrantes africanos.

O argumento oficial das autoridades globalistas. Lideradas pela alemã socialista, Ângela Merkel, foi tratar-se de acolhimento de refugiados de guerras civis no norte da África e Oriente Médio.

Merker e ImigranteNa verdade, as lutas eram provocadas por disputas entre facções muçulmanas locais “Xiitas”, lideradas pelo Irã e “Sunitas”, lideradas pela Arábia Saudita.

A Europa aceitou acolher dezenas de milhões de imigrantes muçulmanos provenientes de regiões africanas sem qualquer conflito bélico, que vão para a Europa em busca de melhores condições de vida, onde são regiamente acolhidos, com abrigo, assistência médica e prioridade de tratamento em relação aos nativos europeus.

Além disso, várias nações europeias prestam ajuda financeira, que pode chegar a 35 euros por dia (R$ 4.500,00) por mês.

Como o acolhimento em abrigos foi contratada pelo governo junto a empresas particulares, estas enviam navios à África, por meio de Organizações Não Governamentais globalistas, para trazer mais imigrantes, engordando assim seu faturamento mensal.

Os políticos e jornalistas que advertem do perigo sem retorno dessas políticas suicidas são perseguidos pelos governos globalistas e chamados de “racistas” e “xenófobos” pela grande mídia.  Só é possível falar de forma crítica em elação a essa imigração sem controle em mídias alternativas. A matéria deste link, dá uma ideia de como está a situação.

A história mostra que quando a população muçulmana de um país é superior a 20% a islamização se torna irreversível. Em cidades onde a população muçulmana é superior a 10%, já conseguem dominar o cenário político local, com eleição de grande quantidade de representantes públicos e prefeitos. Isso já acontece em Londres e Birmingham, na Inglaterra e em Roterdã, na Holanda, onde os prefeitos são muçulmanos.

Alemanha, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda e Suécia já possuem centenas de localidades ou bairros com maioria muçulmana, nos quais a polícia e autoridades governamentais não têm mais poder efetivo. Esses países já são “de fato” muçulmanos, faltando apenas a atualização da legislação nacional para a lei islâmica (Sharia).

Esses países já não conseguem coibir muitas das práticas criminosas dos imigrantes, tais como: estupro, casamento com meninas, poligamia, espancamento de esposas, assassinatos de honra, mutilação genital feminina, entre outros.

Refugiados x ImigrantesExcetuando a Itália, que acabou de eleger um governo mais conservador, todos os demais países da Europa Ocidental continuam dando boas-vindas e vantagens para os imigrantes africanos.

Para uma cultura sobreviver, ela precisa ter uma taxa de natalidade superior a 2,11% ao ano, o que não está acontecendo com a cultura nativa europeia, como pode ser visto neste vídeo do Youtube.

Dessa forma, o destino futuro da Europa é certamente, em mais algumas décadas, o caminho da substituição de sua população nativa pela população de origem africana, cuja taxa de natalidade 4 vezes maior do que a dos europeus.

                                      Luigi Benesilvi

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