Coronavírus foi modificado para servir como arma de guerra biológica – David E. Martin

(06/06/2023)

A maioria de vocês não sabe que o Coronavírus, como modelo de um patógeno foi isolado em 1965.

O Coronavírus foi identificado em 1965, como um dos primeiros modelos de vírus infecciosos replicáveis, que podem ser usados para modificar uma série de outras condições de experiências humanas. Foi isolado associado com uma gripe comum.

Mas o que é particularmente interessante sobre o isolamento dele em 1965 é que foi imediatamente identificado como um patógeno, que podia ser usado e modificado para uma série de propósitos.

E vocês me ouviram corretamente, foi em 1965.

Por sinal, esses slides são de domínio público. Vocês são convidados a verificar todas as referências. Todos os comentários que fiz são baseados em materiais públicos.

Então, assegurem-se de verificar essas referências.

Mas em 1966, o primeiro “Cov”, do modelo Coronavírus, foi usado como experimento biológico transatlântico de manipulação humana.

Vocês ouviram a data: 1966.

Espero que entendam o ponto do que estou dizendo. Isso não foi uma coisa da noite para o dia. Essa é uma coisa que vem sendo criada há muito tempo. Um ano antes de eu ter nascido houve o primeiro experimento transatlântico de compartilhamento de dados do Coronavírus entre os Estados Unidos e o Reino Unido.

E em 1967, o ano em que nasci, houve os primeiros testes humanos de inoculação de pessoas com o modificado Coronavírus.

Não é espantoso?

56 anos atrás!

O sucesso instantâneo de um patógeno que está há sendo desenvolvido há 56 anos.

Quero que isso cause calafrios em todos vocês.

Onde estávamos nós, quando permitimos a violação de tratados contra armas biológicas e químicas.

Onde estávamos nós como uma civilização humana, quando pensamos ser uma coisa aceitável pegar um patógeno dos Estados Unidos e infectar o mundo com ele?

Onde estava aquela conversa?

E como deveria ter sido aquela conversa em 1967?

Aquela conversa não houve.

Ironicamente, a gripe comum, foi transformada numa “Quimera” nos anos de 1970.

Em 1975, 1976 e 1977 começamos a descobrir como modificar o Coronavírus colocando-o em diferentes animais, como porcos e cães.

E sem surpresa, quando chegamos em 1990, descobrimos que o Coronavírus, como um agente infeccioso era um problema industrial para duas indústrias primárias. As indústrias de cães e porcos.

Criadores de cães e porcos descobriram que o Coronavírus causava problemas gastrointestinais.

E essa foi a base para a primeira patente da Pfizer da vacina com a proteína “Spike”.

Estão prontos para isso?

Em 1990!

Ouviram o que acabei de dizer? Em 1990, a operação “Warp Speed”, Sinto muito, mas onde está a torcedura e a velocidade?

A Pfizer, em 1990, estava trabalhando com a primeira vacina com a proteína “spike” contra o Coronavírus Isso não é fascinante?

Não é fascinante, que nos disseram que a proteína “spike” é uma coisa nova, que recém descobrimos e que este é o problema.

Não!

Aliás, nós não só não a descobrimos agora e o problema é só agora. Nós a descobrimos em 1990 e registramos a primeira patente para a vacina em 1990, para a proteína “spike” do Coronavírus.

E quem pensaria?

A Pfizer!

Claramente, uma inocente organização que nada mais faz do que promover a saúde humana. Claramente, a Pfizer. A organização que não tem comprado votos neste Parlamento e em todos os Parlamentos de todos os governos ao redor do mundo.

Não aquela Pfizer. Certamente, eles nada tem a ver com tudo isso…

Mas, sim, eles têm.

E em 1990 descobriram que havia um problema com as vacinas. Elas não funcionavam.

Sabem porque não funcionavam?

Acontece que o Coronavírus é um modelo muito maleável. Ele se transforma, se altera, sofre muitas mutações com o tempo.

A propósito, todas as publicações sobre vacinas contra o Coronavírus, de 1990 até 2018, todas as publicações concluíram que o Coronavírus escapa do impulso da vacina, porque se modifica e muda muito rapidamente para as vacinas serem eficazes.

E desde 1990 até 2018 essa é a ciência publicada, senhoras e senhores.

Isso é seguir a ciência.

Seguir a ciência é sua própria denúncia, de seus próprios programas que dizem que elas não funcionam.

E existem milhares de publicações, e não só algumas centenas, não pagas por empresas farmacêuticas.

Essas são publicações de pesquisas científicas independentes, que mostram, inequivocamente, incluindo esforços de modificações na “Quimera”, feitas por Ralph Baric, na University of North Carolina, Chapel Hill.

Todas elas mostram que as vacinas não funcionam contra o Coronavírus.

Essa é a ciência.

E essa ciência nunca foi refutada.

Mas, então, tivemos um interessante desenvolvimento em 2002. E essa data é muito importante, porque em 2002, a University of North Carolina, Chapel Hill patenteou e eu cito “Um defeituoso clone infeccioso replicado do Coronavírus“.

Ouçam essas palavras: “replicação infecciosa defeituosa“.

O que essa frase realmente significa?

Para quem não está familiarizado com a linguagem, permitam-me destrinchá-la para vocês.

 “Replicação infecciosa defeituosa“, quer dizer que é “uma arma”.

Significa algo criado para atingir um indivíduo, sem causar danos colaterais a outros indivíduos.

Isso é o que significa “replicação infecciosa defeituosa”.

E essa patente foi registrada em 2002, num trabalho financiado pela NIAID de Anthony Fauci de 1999 a 2002.

E aquele trabalho, patenteado pela University of North Carolina, Chapel Hill, misteriosamente precede a SARS 1.0 por um ano.

 “David, você está sugerindo que a SARS 1.0 não veio de um mercado de Wuhan? Está sugerindo que ele veio de um laboratório da University of North Carolina, Chapel Hill?”

Não. Eu não estou sugerindo, estou dizendo a vocês.

Esses são os fatos. Nós criamos a SARS.

SARS não é um fenômeno de ocorrência natural.

O fenômeno natural é chamado de “gripe comum”. É chamado de “doença semelhante à influenza”. É chamada de “gastroenterite”.

Essas são as ocorrências naturais do Coronavírus. SARS é a pesquisa desenvolvida por humanos um modelo de sistema para ser usado como arma para na verdade atacar seres humanos e eles a patentearam em 2002.

E em 2003, uma gigantesca surpresa, o CDC registrou uma patente do Coronavírus isolado de humanos, em violação, mais uma vez, de tratados sobre armas biológicas e químicas, e de leis que temos nos Estados Unidos.

Eu sou muito preciso nisso.

Os Estados Unidos gostam de falar sobre direitos e tudo o mais, no Estado de Direito, e todas aquelas bobagens, que poderia citar.

Mas nós não ratificamos tratados sobre defesa dos humanos. Nós, conspicuamente, evitamos isso.

Temos um ótimo histórico de avocação de direitos humanos, mas os negamos, quando são partes da comunidade internacional, o que é uma coisa ligeiramente problemática.

Mas, vamos deixar algo muito claro. Quando o CDC, em 2003, registrou a patente do SARS Coronavírus isolado de humanos.

O que eles fizeram?

Eles usaram uma sequência da China e registraram uma patente nos Estados Unidos.

E qualquer um familiarizado com tratados sobre armas biológicas e químicas sabe que isso é uma violação.

Isso é um crime. Isso não é um inocente “opss!”

Isso é um crime.

E a agência de patentes dos Estados Unidos chegou a rejeitar a patente em duas ocasiões, até que o CDC decidiu subornar a agência a desconsiderar o examinador de patentes, para finalmente conceder a patente em 2007, do SARS Coronavírus.

Mas não vamos deixar isso escapar de nós, porque acontece que o RTPCR, o teste que alegadamente iria identificar os riscos associados ao Coronavírus, foi na verdade identificado como uma ameaça de bioterrorismo, por mim, num evento patrocinado pela União Europeia em 2002 e 2003, vinte anos atrás.

Isso aconteceu aqui em Bruxelas e pela Europa em 2005, esse particular patógeno foi especificamente rotulado como bioterrorismo e plataforma tecnológica de bioarma, descrita como tal.

Não é minha terminologia que estou aplicando a ela. Ele foi de fato descrito como plataforma tecnológica de bioarma em 2005. E de 2005 em diante ele foi de fato agente capacitador de guerra biológica.

É sua classificação oficial de 2005 em diante. Não sei se isso soa como saúde pública, para vocês. Soa?

“Tecnologia capacitadora de guerra biológica”.

Isso não se parece com saúde pública. Isso não se parece com medicina. Parece com uma arma desenvolvida para atingir a humanidade. Ela parece assim, porque é exatamente o que ela é.

Nós temos sido ludibriados a acreditar que a Eco Health Alliance e DARPA e todas essas organizações que podemos apontar.

Mas nós temos especificamente sido solicitados a ignorar o fato que mais de 10 bilhões de dólares têm sido direcionados a operações obscuras pelo cheque de Anthony Fauci, numa contabilidade paralela.

Onde a NIAD tem um valor na folha do balancete e próximo a ela tem uma folha do balancete de defesa biológica equivalente, batendo dólar a dólar, que ninguém da mídia fala a respeito. E vem acontecendo desde 2005.

 Nossa moratória sobre ganho de função. A moratória suposta para congelar quaisquer esforços de pesquisa de ganho de função. Convenientemente, no outono de 2014, a University of North Carolina, Chapel Hill, recebeu uma carta da NIAID, dizendo que a moratória sobre ganho de função em Coronavírus “in vivo”, tinha sido suspensa, porque seu orçamento já havia sido financiado e eles receberam uma isenção.

Ouviram o que acabei de dizer?

Um laboratório de armas biológicas na University of North Carolina, Chapel Hill, recebeu uma isenção da moratória de ganho de função.

Então, em 2016, pudemos publicar o artigo da revista, dizendo que a SARS Coronavírus estava pronta para emergências humanas.

Em 2016!

E qual Coronavírus estava preparado para emergências humanas?

Era o WIV1 (Wuhan Institute of Virology Virus 1), preparado para emergências humanas em 2016, nos procedimentos da Academia Nacional de Ciências.

Foi tal, que lá por 2017 e 2018, a seguinte frase entrou na linguagem comum dentro da comunidade “Haverá uma acidental ou intencional liberação de um patógeno respiratório“.

A palavra operacional óbvia naquela frase é palavra “liberação”. Ela soa parecida com “vazamento”?

Soa como um morcego e um pangolim entrando num bar no mercado de Wuhan, para namorar e depois fazer sexo e então, eis que surge o SARS-Cov2?

Não!

Acidental ou intencional liberação de um patógeno respiratório“, foi a terminologia usada em quatro vezes em abril de 2019.

Sete meses antes da alegação do paciente número um, quatro registros de patentes da Moderna foram modificados para incluir o termo “acidental ou intencional liberação de um patógeno respiratório”, como justificativa para produzir vacinas contra uma coisa que ainda não existia.

Se vocês ainda não fizeram, por favor, assegurem-se de fazer referências em cada investigação sobre a natureza premeditada disso, porque foi em setembro de 2019 que o mundo foi informado que haveria uma acidental ou intencional liberação de um patógeno respiratório.

Tal que em setembro de 2020 haveria aceitação mundial de um modelo universal de vacina.

Essas são as palavras deles, bem na frente de vocês, na tela “A intenção é fazer o mundo aceitar o modelo universal de vacinas“.

E a intenção era usar o Coronavírus para chegar lá.

Vamos ler isso, porque temos que ler isso registrado em todo o lugar onde vou “

“… até que uma crise de doença infecciosa esteja realmente presente e no limiar da emergência, que é frequentemente ignorado. Para manter a base de financiamento além da crise, ele disse, temos que aumentar o entendimento do público da necessidade de contramedidas médicas, tal como vacinas contra a pan-influenza ou pan-Coronavírus. O condutor-chave é a mídia e a economia vai acompanhar a agitação. Temos que usar a agitação para nossa vantagem para chegar aos assuntos reais. Investidores vão responder se virem lucro no fim do processo”.

Soa como saúde pública? Soa como o melhor da humanidade?

Não, senhoras e senhores.

Isso foi um premeditado terrorismo doméstico, declarado nos procedimentos da Academia Nacional de Ciências, em 2015, publicado na frente deles.

Esse é um ato de guerra biológica e química perpetrado contra a espécie humana e foi admitido por escrito que esse foi um roubo e uma fraude financeira. “Investidores vão aderir se virem lucros no fim do processo”.

Deixem-me concluir, fazendo cinco breves recomendações.

A natureza foi sequestrada. Toda essa história começou em 1965, quando decidimos sequestrar um modelo natural e decidimos começar a manipulá-lo.

A ciência foi sequestrada, quando a única pergunta que podia ser feita era a pergunta autorizada sob proteção de patentes do CDC, da FDA, da NIH e organizações equivalentes ao redor do mundo.

Não tivemos ciência independente. Tivemos ciência sequestrada. E infelizmente, houve numerosas desatenções morais em violações de códigos que nós prezamos. Não houve independente desinteresse financeiro e independente comissão revisora em painéis sobre o Coronavírus. Nenhuma vez. Nenhuma vez. Nenhuma vez desde 1965.

Não tivemos nenhuma única IRB independente em nenhum painel sobre o Coronavírus.

Então, a moralidade foi suspensa pelas contramedidas médicas.

E finalmente, a humanidade foi perdida porque nós decidimos permitir que acontecesse.

Nossa tarefa hoje é dizer

 “Não mais pesquisa de ganho de função. Não mais usar a natureza como arma. Não mais patrocínios em ciência por seus próprios interesses, a não ser que eles assumam 100% de responsabilidade sobre o produto, por cada dano e cada morte que eles causarem”.

 Muito obrigado

David E. Martin

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NOTA

O texto acima foi transcrito das legendas deste vídeo, publicado no Rumble, legendado por mim. Tentei publicá-lo no Youtube, mas foi recusado “por estar em desacordo com as políticas da Organização Mundial de Saúde”.

SIGNIFICADO DAS SIGLAS MENCIONADAS NO TEXTO

CDC = Center of Disease control and Prevention

NIH = National Institute of Health

NIAID = National Institute of Allergy and Infectious Diseases

FDA = Food and Drug Administration

DARPA = Defense Advanced Research Projects Agency

IRB = Institutional Review Board

RT-PCR = Reverse Transcription Polymerase Chain Reaction

Luigi Benesilvi

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