As raízes do Islã estão dando sinais de enfraquecimento – Luigi Benesilvi

(11/11/2025)

Embora os galhos e as folhas do Islã no ocidente ainda estejam crescendo, suas raízes mais profundas estão dando sinais de apodrecimento nos principais países muçulmanos, como a Arábia Saudita, Irã, Iraque e outros.

Mais do que por conversões, o crescimento do Islã em países ocidentais está muito ligado à desenfreada e estimulada imigração das últimas décadas e à quantidade de filhos que os muçulmanos estão tendo, com suas várias esposas. 

Embora a poligamia seja proibida no ocidente, as autoridades fazem vistas grossas quando ela é praticada por muçulmanos, “em respeito à cultura deles” e permitem que se aproveitam disso para obter benefícios sociais para todas as suas esposas e seus muitos filhos. Está no Corão.

“Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podeis desposar 2, 3, ou 4 das que vos aprouver, entre as mulheres…(Corão 4:3)

A exemplo do profeta, os muçulmanos casam com mulheres bem mais jovens, tendo elas mais tempo para gerar filhos. É comum a existência de famílias com mais de 20 filhos.

Narrado por Aisha: “O Profeta me desposou quando eu tinha 6 anos e consumou o casamento quando eu tinha 9 anos.” (Sahih al-Bukhari 5134)

Segundo estatísticas publicadas no artigo deste link, a quantidade de muçulmanos que estão deixando o Islã é impressionante.

No Irã, cerca de 60% das pessoas se declaram como não muçulmanas;

No Iraque, 22% (era de 7% alguns anos atrás);

Na Tunísia, 46%;

Não há pesquisas oficiais dos números de não muçulmanos na Arábia Saudita, mas vários ex-muçulmanos que fugiram de lá, descrevem haver uma quantidade enorme de apóstatas no país, que não podem se declarar abertamente, sob pena de severas punições e graves consequências para seus familiares. Alguns mencionam serem percentuais superiores a 20%.

Vale registrar que quem nasce nesses países é automaticamente registrado como muçulmano, daí o grande número de “muçulmanos” nesses países.

E olha que a apostasia e crítica ao Islã ou a seu profeta são passíveis de pena de morte.

“Alguém que abandona sua religião, mate-o.” (Sahih Bukhari 52:260)

“Mutile e crucifique quem critica o Islã.” (Corão 5:35)

Nos Estados Unidos, mais de 20% dos filhos de muçulmanos se declaram como não muçulmanos. Percentuais semelhantes estão acontecendo também na Europa. Esses percentuais representam basicamente as novas gerações de descendentes de muçulmanos.

Por que isso só está acontecendo agora?

É que durante 14 séculos a narrativa sempre foi controlada pelos clérigos e qualquer questionamento era vigorosamente desencorajado e punido.

Com o advento da internet e das plataformas sociais, o controle da narrativa se tornou muito mais difícil e a troca de informações foi bastante facilitada.

Alguns questionamentos que estão acontecendo se referem à narrativa islâmica padrão, de que o Corão é um livro divino perfeitamente preservado, que Maomé nasceu em Mecca, no ano de 570, começou a receber revelações divinas em 610, se mudou para Medina em 622 e morreu em 632.

Em relação à “perfeita preservação do Corão”, está escrito no seu capítulo 15, verso 9:

“Verdadeiramente, fomos Nós que enviamos o Corão e, certamente o protegeremos da corrupção.” (Corão 15:09)

Os eruditos muçulmanos apregoam isso publicamente, com muita arrogância, porém, em conversas privadas admitem que há falhas na sua preservação, como pode ser visto neste vídeo legendado, do erudito Yasir Qadhi.

Eu próprio tive dificuldade em encontrar uma versão confiável do Corão na língua portuguesa, como descrevo neste artigo, onde estão descritas as dezenas de variações do Corão, publicadas em diversas partes do mundo.

Os jovens muçulmanos estão sabendo dessa deslavada mentira reiterada por seus mestres.

Quanto à existência de uma cidade chamada Mecca antes da criação do Islã,  localizada no sudoeste da atual Arábia Saudita, há dezenas de estudos, nos quais fica evidente a inexistência de referências a essa cidade antes da criação do Islã, tornando pouco provável que Maomé tenha nascido lá.

Este artigo mostra várias evidências da inexistência de Mecca, usando como argumento a falta de descobertas arqueológicas da mais importante cidade do Islã, que certamente seriam encontradas, se a cidade existisse realmente na época ou antes de Maomé.

Descobertas do arqueólogo Dan Gibson mostram que as primeiras mesquitas tinham sua direção de preces voltada para Petra, indicando que essa cidade pode ter sido o local onde o Islã surgiu. Ele alega, neste artigo, resumido por mim, que o nome antigo de Petra teria sido Mecca e que os moradores teriam fugido para o sul, por causa de uma guerra civil, levando com eles uma pedra negra sagrada.

Aliás, neste artigo, é levantada a hipótese de que o Islã teria surgido de uma disputa entre os cristãos trinitaristas (que acreditam na Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo) e os unitaristas, que acreditam num único ser divino e que Jesus Cristo teria sido apenas mais um profeta.

Quanto à existência de um profeta chamado Maomé, como consta na narrativa islâmica padrão, este artigo mostra não haver referências a esse homem antes do século oitavo, o que contradiz a existência de Maomé no século sétimo.

Aliás, Maomé (Muhammad, em arábico) é um título honorífico, que significa “O Bem Amado”, “O Honrado” ou “O Louvado” e era aplicado a muitas personalidades importantes da antiguidade, inclusive a Jesus Cristo.

Assim, é revelado que o livro mais sagrado do Islã tem muitas falhas, a existência da cidade mais sagrada do Islã está sendo questionada e a existência de um “Mensageiro de Allah”, como está descrito na narrativa islâmica padrão, está sendo posta em dúvida.

Outro problema que as jovens muçulmanas enfrentam atualmente é a obrigatoriedade de cobrir o corpo, que pode ser apenas os cabelos, em países islâmicos mais liberais, até a cobertura de todo o corpo, como acontece em países mais fundamentalistas.

Este artigo apresenta todas as discriminações que as mulheres sofrem em comunidades de maioria muçulmana, o que as tornam apenas cidadãs de segunda classe e objeto de satisfação dos homens.

Assim, os jovens muçulmanos de hoje têm conhecimento dessas contradições em sua religião, tendo que confrontá-las interiormente toda vez que ouvem os sermões de seus clérigos, fazem suas preces diárias ou leem seu livro mais sagrado.

Luigi Benesilvi

-o-o-o-

NOTA

No meu blog e nos meus canais dos links baixo, existe mais material sobre o perigo que o Islã representa para a cultura ocidental.

Luigi Benesilvi

-o-o-o-

Ir para a Página Principal do Blog
Bitchute: https://www.bitchute.com/channel/ZfQcA8z7Ld2O/

Youtube: http://www.youtube.com/c/LuigiBSilvi

Rumble: https://rumble.com/user/Benesilvi

Twitter (X): @spacelad43

Contato: spacelad43@gmail.com