A conversão ao Islã pode ser um caminho perigoso e sem volta – Luigi Benesilvi

(14/04/2026)

Nós ocidentais estamos acostumados a pensar que todas as religiões são parecidas, tendo apenas diferenças nos rituais e outras coisas não muito importantes.

Por exemplo, para ser Cristão, basta ser batizado, crismado, ir à missa no final da semana, observar os Mandamentos e alguns outros rituais, como confessar-se e comungar. Ninguém vai ficar policiando você para ver se está cumprindo todos os rituais previstos.

Fazer críticas aos cristianismo, a Jesus Cristo ou ao Papa, não causa qualquer repercussão sobre quem faz essas críticas.

Se um dia você decidir deixar de ser cristão, basta parar de ir à igreja ou ao templo e pronto. Nada demais vai acontecer a você.

Já com o Islã, as coisas são um pouco mais complicadas, já que Islã significa submissão a Allah. Só que para submeter-se a Allah é necessário também submeter-se a Maomé.

Primeiro o candidato a conversão tem que fazer o “Ato de Fé”;

“Não existe outro Deus além de Allah e Maomé é seu único mensageiro”.

Isso automaticamente causa a renúncia a todo e qualquer compromisso anterior com sua antiga religião.

Depois deve cumprir os 5 pilares do Islã:

  1. Ato de Fé (Não existe outro Deus além de Allah e Maomé é seu único mensageiro);
  2. Fazer as 5 preces diárias (voltado para Mecca);
  3. Praticar caridade (só para os irmãos muçulmanos necessitados);
  4. Praticar o jejum (durante o mês de Ramadã);
  5. Realizar a peregrinação a Mecca (pelo menos uma vez na vida).

Todo o muçulmano devoto deve acreditar e cumprir tudo o que está escrito no Corão, o livro mais sagrado dos muçulmanos, que teria sido revelado a Maomé, por Allah, por intermédio do anjo Gabriel.

Também deve seguir tudo o que Maomé fez, comandou ou assistiu sem interferir, pois ele seria o exemplo perfeito a ser sempre seguido por toda a humanidade.

Para os muçulmanos sunitas, liderados pela Arábia Saudita, o devoto deve acreditar e cumprir tudo o que está escrito no Hadith, um conjunto de dezenas de livros que esclarecem o que Allah quis dizer nas revelações escritas no Corão, além do testemunho de pessoas que conviveram com Maomé ou por pessoas que ouviram alguém comentar o que Maomé teria dito ou feito.

Os principais coletores de hadiths são Sahih al-Bukhari e Sahih Muslim, sendo que a palavras “sahih”, significa autêntico, autoritativo. Há outros eruditos que publicaram hadiths, mas estes são os dois principais.

Além desses dois livros sagrados, o devoto deve cumprir tudo o que é prescrito na Lei Islâmica “Sharia”, que regula a vida dos muçulmanos em todos os seus aspectos, desde que acordam de manhã até a hora em que vão dormir.

Neste artigo estão os links desses 4 livretos traduzidos, escritos pelo Dr. Bill Warner, com um resumo dos impactos da Sharia sobre os não muçulmanos, que podem ser baixados gratuitamente.

A Sharia seria o equivalente à lei civil ocidental, só que é 100% baseada na legislação religiosa. Ela preside todas as atividades “civis” dos muçulmanos, inclusive como eles devem tratar os não muçulmanos.

É uma lei muito dura, que prevê punição com chibatadas ou apedrejamento para adúlteros, corte de pé e mão em lados opostos para ladrões e outra punições severas.

Uma das características dessa lei é que ela é altamente discriminatória para as mulheres, que são apenas propriedade dos maridos, que podem espancá-las, se desconfiar de má conduta delas.

É expressamente proibido criticar o Islã e Maomé, o que pode levar à condenação à morte da pessoa que fez a crítica, inclusive se for um não muçulmano.

Recentemente o britânico Tommy Robinson, um crítico ousado do Islã, foi condenado à morte por suas críticas, com esse argumento contundente:

“O Corão, a tradição profética, o consenso unânime dos Companheiros do Profeta, a geração que os seguiu e os principais eruditos do Islã estabelecem isso: Quem vilifica ou insulta o Profeta Maomé comete heresia e tal pessoa deve ser executada incondicionalmente, quer afirme ser muçulmano ou não muçulmano, mesmo se mais tarde se arrepende ou não se arrepende.”(Ibn Taymiyyah – Al-Sarim al-Maslul ‘ala Shatim al-Rasul vol. 2 página 438 e outras).

Tommy Robinson teve que fugir da Inglaterra e buscar refúgio nos Estados Unidos, de onde continua denunciando os desmandos dos muçulmanos.

Todo o devoto muçulmano tem que praticar a “Jihad”, a chamada “Guerra Santa pela causa de Allah”, o que pode ser feito com a boca (falando para promover o Islã), pena (escrevendo em defesa do Islã), dinheiro (doando valores para a causa) ou combate (usando a violência para intmidar infiéis).

Passado algum tempo, você percebe que o Islã não é aquela “religião da paz”, que lhe disseram e resolve cair fora, coisa que não pode ser feita sem repercussões, pois você é imediatamente considerado cometedor de apostasia, ato que é punido com a morte, se estiver num país que pratique a Sharia.

“Foi narrado que Ibn ‘Abbâs disse: O Mensageiro de Allah falou: Quem abandonar a religião, mate-o.”  – (Sahih al-Bukhari 6922)

O ex-muçulmano Ridvan Aydemir, também conhecido como o “Apostate Prophet”, está com a sentença de morte sobre sua cabeça e escreveu este alerta para quem está pensando em se converter ao Islã.

Luigi Benesilvi

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