Um grande erro no Corão que poucas pessoas conhecem – Michael Jones

(27/04/2026)

Existem muitos erros no Corão, mas há um que você provavelmente não percebeu. Isso não só mostra que o Islã é falso, como também torna o dilema islâmico ainda mais grave.

O Corão diz em diversos lugares que o Faraó do Êxodo se afogou no Mar Vermelho. A Sura 17:103 diz:

 “Então, o Faraó quis expulsar os israelitas da terra, mas nós o afogamos, e todos os que estavam com ele.”

A Sura 43 fala do Êxodo, do Faraó e dos egípcios e o verso 55 diz:

“Então, quando eles nos enfureceram, nós infligimos um castigo a eles, afogando todos.”

Sura 28 também fala sobre o Faraó e seus soldados e o verso 40 diz:

“Então, Ele agarrou o Faraó e a seus soldados, lançando-os ao mar. Veja, então, qual foi o fim dos malfeitores!”

E a Sura 10 diz que, quando o Faraó estava se afogando, ele clamou a Allah, mas Allah respondeu:

“Agora você acredita? Mas sempre desobedeceu e foi um dos corruptores. Hoje, preservaremos seu cadáver para que se torne um exemplo para aqueles que virão depois de você. E certamente a maioria das pessoas não é indiferente aos nossos exemplos.”

Então, o Corão diz que o Faraó se afogou e que o cadáver dele seria um sinal ou um exemplo para aqueles que viriam depois dele. E se você pesquisar na internet, a maioria dos muçulmanos está convencida que o Faraó do Êxodo foi Ramsés II.

O “investigativo” documentário do “Rational Believer” afirma que:

“O faraó da época de Moisés, foi Ramsés II. O único faraó durante o período do Império Novo, que teve um reinado tão longo como governante absoluto foi Ramsés II, que reinou por 66 anos. O relato do Corão está perfeitamente alinhado com as evidências históricas.”

Mas isso é falso, porque quando especialistas examinaram o corpo de Ramsés II, descobriram que ele viveu até os 90 anos e morreu de velhice, não por afogamento. Ele também sofria de uma forma de artrite, que o teria impedido de conduzir uma carruagem e liderar seus exércitos atrás dos israelitas. Na verdade, não há absolutamente qualquer evidência que Ramsés tenha morrido afogado ou de que qualquer faraó do Império Novo tenha morrido afogado, nem que seus corpos tenham sido preservados como prova de que tal evento ocorreu.

Além disso houve outro Faraó do Novo Reino que viveu mais que 48 anos. Foi Thutmoses III, que reinou 54 anos e não 33 como escreveram na tabela. As descobertas mais recentes encontraram evidências que o Faraó do Êxodo foi Amenhotep II, sucessor de Thutmoses III.

Então, o Corão está errado.

Agora já posso ouvir o argumento falacioso dos muçulmanos dizendo:

“Bem, se não há evidência que o Faraó se afogou no Mar Vermelho, isso deve significar que a Bíblia também está errada.”

Mas isso não é verdade. A Bíblia nunca diz que o Faraó se afogou no Mar Vermelho. Ela é ambígua sobre o que aconteceu com o Faraó do Êxodo. Êxodo 14 diz que as forças egípcias entraram em pânico e as rodas das carruagens ficaram atoladas, então deram meia-volta e começaram a fugir. Em seguida, continua dizendo, que o exército do Faraó foi destruído, deixando ambíguo o destino do Faraó. O egiptólogo James Hoffmeier diz:

“Não estou convencido que qualquer um dos textos relativos à destruição do exército egípcio no Mar Vermelho inclua a morte do Faraó”.

T. Desmond Alexander conclui:

“Não há indicação clara em Êxodo 14-15 que o Faraó tenha morrido no mar de juncos”.

Alguns podem tentar citar o Salmo 136, que diz que o Faraó e seu exército foram lançados no Mar Vermelho. Mas a lição a ser tirada é que a Bíblia está, na verdade, em consonância com os registros históricos, pois não afirma explicitamente que o Faraó morreu afogado. Já o Corão está errado, pois afirma isso e não temos evidências que qualquer faraó do Novo Reino tenha morrido afogado. Então, a Bíblia é acurada e o Corão está errado.

Mas, também podemos usar essa questão para tornar o dilema islâmico ainda mais grave, o que é um argumento poderoso contra a veracidade do Islã e deixa os muçulmanos com duas opções:

Se a Bíblia não foi corrompida, então o Islã é falso. Mas se a Bíblia foi corrompida, então o Islã também é falso. Isso porque o Corão, em diversos trechos, afirma estar confirmando nossas escrituras ou “o que temos conosco“. E ele ordena aos cristãos que usem as escrituras que “nos foram reveladas por nosso Senhor“.

Então, se nossas escrituras são as palavras autorizadas de Allah, então podemos usá-las para julgar que o Islã é falso, pois nossas escrituras claramente contradizem o Corão. Mas se nossas escrituras foram corrompidas, então o Islã também é falso, pois Allah está nos dizendo para observar e julgar com base em escrituras corrompidas.

De qualquer jeito, o Islã é falso.

Mas o Corão vai um passo além, dizendo a Maomé que, se ele tivesse dúvidas sobre suas próprias revelações, o Corão, devia verificá-las perguntando àqueles que leram as Escrituras antes dele. A Sura 10:94 diz:

“Se você, ó Profeta, estiver em dúvida sobre o que lhe revelamos a você, pergunte àqueles que leram as Escrituras antes de você. A verdade certamente chegou a você por meio de seu Senhor; Então, não seja um daqueles que duvidam.”

Então, se Maomé tivesse dúvidas sobre suas próprias revelações, devia verificá-las com as pessoas que já haviam lido as Escrituras antes dele. Mas se ele tivesse realmente feito isso, teria encontrado enormes contradições entre o Corão e o que está nas Escrituras anteriores. E, por essa lógica, devíamos duvidar do que está no Corão, pois o Corão estabelece as escrituras anteriores como a autoridade para verificar o próprio Corão.

E quando eu apontei isso para muçulmanos no passado, às vezes eles respondem “reinterpretando” o Corão, dizendo que ele não está falando de todas as escrituras anteriores, mas apenas das histórias imediatas no contexto da Sura 10. Um dele defendeu sua posição, declarando:

 “O capitulo 10:94 diz, de fato: Se você, ó Profeta, estiver em dúvida sobre essas histórias que foram reveladas a você, então pergunte àqueles que leram as escrituras antes de você. Mas se você ler os versos imediatamente anteriores, eles falam sobre a história dos israelitas. Em outras palavras, isso não é uma confirmação de absolutamente tudo o que cristãos e judeus leem em suas escrituras. Trata-se de histórias específicas nas escrituras deles.”

Bem, é uma vergonha que não seja isso que a Sura 10:94 diz. Ela nunca é qualificada dessa forma. Acho que o Corão não é claro e seus versos não são perfeitos nem totalmente explicados. Mas vamos fingir por um momento que ele está certo. A Sura 10:94 está se referindo apenas às histórias imediatas no contexto circundante da Sura 10. Isso ainda significa que o Islã é falso. Porque lembre, um dos versos que citamos anteriormente sobre o Faraó se afogando é a Sura 10:92. Mas se começarmos no verso 90, lemos:

“Nós conduzimos os filhos de Israel através do mar. Então, o Faraó e seus soldados os perseguiram injustamente e de forma opressiva. Mas, enquanto o Faraó se afogava, ele clamou: Creio que não há outro Deus, exceto aquele em quem os filhos de Israel creem. E eu sou um dos que se submetem. Foi-lhe dito: Agora você acredita? Mas sempre desobedeceu e foi um dos corruptores. Hoje, preservaremos seu cadáver para que você se torne um exemplo para aqueles que virão depois de você. E certamente a maioria das pessoas é indiferente aos nossos exemplos.”

Acho que você já pode começar a ver o problema. Há aspectos-chave dessa história que não podem ser verificados nem encontrados nas escrituras judaicas e cristãs. Embora, logo em seguida, o Corão afirme que suas próprias revelações podem ser verificadas perguntando àqueles que já leram as escrituras.

Então, mesmo que a Sura 10:94 estivesse se referindo apenas às histórias de que acabara de falar – e ela, na verdade, não se refere – isso ainda significa que o Islã é falso, porque não é possível verificar aspectos fundamentais dessas histórias consultando as escrituras judaicas e cristãs. E não dá para escapar disso alegando que o Corão está apenas preenchendo as lacunas da história do Êxodo encontrada na Bíblia. Porque, novamente, o Corão diz que essa história pode ser verificada consultando as escrituras anteriores e isso não é possível.

Então, o Corão está errado.

É irônico que Allah afirme que suas revelações estão alinhadas com as escrituras anteriores logo após uma história que não está alinhada com as escrituras anteriores. É quase como se quem escreveu o Corão não soubesse o que estava fazendo. Então, vimos duas lições importantes aqui.

A primeira lição é que o Corão contradiz a história quando afirma que o Faraó do Êxodo se afogou no Mar Vermelho. Não temos evidências que qualquer faraó do Novo Reino tenha morrido afogado e Ramsés II morreu de velhice e não há evidências que ele tenha se afogado.

E a segunda lição é que o Corão, na Sura 10:94, afirma que suas próprias histórias e revelações podem ser verificadas consultando aqueles que leram as Escrituras antes dele. Mas mesmo no contexto imediato, podemos ver que isso é falso. Aspectos-chave da história que acabamos de discutir não são encontrados nas escrituras anteriores.

Então, temos que concluir que o Islã é falso. Então, muçulmanos, é hora de abandonar o Islã.

Michael Jones

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NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicado no Youtube.

Luigi Benesilvi

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