O perigo da imigração descontrolada – Raymond Ibrahim

(12/10/2026)

O que vejo é a continuidade islâmica versus a confusão ocidental. Então, por um lado, quanto ao comportamento dos muçulmanos, o plano de ação não mudou nem um pouco.

Até mesmo o conceito de “Jihad”, sua manifestação histórica é “Guerra Santa”. Mas, historicamente, a única maneira de lutar e se empenhar para fortalecer o Islã é por meio da “Guerra Santa”, da violência. Porque, em relação aos povos da Europa, os cristãos ou a quaisquer outros, a única maneira de vencê-los era pela força. Eles não iriam ceder a nada mais.

Mas como a palavra “jihad” significa “lutar” ou “se esforçar”, você pode tentar fortalecer o Islã de qualquer uma das maneiras. E assim, você pode fazer isso por meio da propaganda, você pode fazer isso por meio de mentiras, pode fazer isso por meio de atribuição de culpa, pode fazer isso por meios financeiros. Pode fazer isso por meio da natalidade. Eles têm até uma “jihad dos bebês”, que também está bem avançada na Europa. A explosão demográfica dos meninos chamados Maomé.

Então a continuidade no Islã é que o plano de ação não mudou.

“É só que estamos tentando fortalecer o Islã. Estamos tentando assumir o controle, espalhar a governança islâmica e governar por meio da jihad.”

E, historicamente, isso foi feito pela força. Eles vieram pela Espanha. Passaram pelos Balcãs, todo o norte. Lembre que todo o Norte da África, o Oriente Médio e a Ásia Menor também eram cristãos. Essas regiões faziam parte da cristandade, historicamente. E tudo isso foi conquistado. Em 711 entraram na Espanha, vieram por Ceuta e depois seguiram para a França, onde foram detidos por Charles Martel, na Batalha de Tours, já nas proximidades de Paris.

Essa é a continuidade muçulmana. Hoje, eles estão vindo com espadas?

Não.

Estão simplesmente vindo de qualquer jeito e estão sendo deixados entrar estão sendo agraciados. Dão cidadania a eles, recebem moradia e tudo mais. Enquanto a cultura anfitriã tem que ver sua cultura suprimida; e não podem falar disso. Na Inglaterra, se você falar algo sobre esse assunto, pode ir para a prisão.

Então, a continuidade do Islã é simplesmente inabalável. No Ocidente, essa é a diferença. É por isso que digo que há confusão, porque, enquanto antigamente o Ocidente fazia o que podia e revidava, agora está se tornando presa não da “Guerra Santa” bélica, porque o Ocidente é forte o suficiente para detê-la fisicamente, mas por meio dessas outras formas de jihad, como a “jihad dos bebês”.

E a pior parte de tudo isso, porém, é que nossos governos, não só estão permitindo isso, eles estão fortalecendo isso, estão facilitando isso. E é por isso que se você realmente quer resolver um problema, para mim, a solução não está no Islã neste momento, são os nossos governos. É aí que a responsabilidade recai. São eles que podem impedir isso. Tudo o que precisavam fazer era erguer uma cerca ou estabelecer uma fronteira. Ou simplesmente dizer:

“Não, vocês não podem simplesmente entrar; temos nossas próprias regras rígidas para a imigração”.

E isso acabava.

Então é por isso que é muito importante que as pessoas no Ocidente compreendam esse problema e como é significante. Não é o Islã que está fazendo isso. Isso está sendo incentivado por nossos líderes, pelas pessoas que de fato definem as políticas. Portanto, há dois níveis nessa questão e o aspecto mais obscuro é: qual é o grande plano, qual é a estratégia? Tipo:

“Quem está, em última instância, por trás desse plano? E a gente sempre ouve falar de pessoas, nos bastidores, puxando os cordões.”

Isso é algo amorfo, subjetivo, então podemos deixar isso de lado. A boa notícia é que, no segundo nível, a gente sabe literalmente, sabemos quem está facilitando isso e são as pessoas que estão no comando. A Ângela Merkel e seus sucessores, na Alemanha. Não foi ela quem permitiu esse tipo de migração em massa “para frear o avanço dos conservadores”? Keir Starmer e seus sucessores, na Inglaterra. Emmanuel Macron, na França.  Pedro Sanchez, na Espanha.

Sabemos quem está no comando e essa é a única coisa boa que resta no sistema ocidental. É que, literalmente, sabemos de quem é a responsabilidade. Então, podemos discutir porque estão fazendo isso, mas sabemos que são eles que estão fazendo isso. Olhe para a Espanha. Se quisesse, se tivesse a força de vontade, ela definitivamente tem a capacidade. Ela tem os meios. Tenho quase certeza que, se quisessem impedir isso, conseguiriam.  Esse é o tipo de coisa que chamo de argumento temporal, que é o que o Ocidente também sofre:

Miopia.

É, ou seja, só conseguimos enxergar o presente e não temos absolutamente qualquer noção de como isso está prestes a se desenrolar e aonde vai levar. Então, o que são 5%? Será que podemos suportar esses 5%? O problema é que esses 5% vão se multiplicar e crescer exponencialmente, sobretudo porque há uma taxa de natalidade tão baixa no Ocidente e uma alta taxa entre os muçulmanos. Então esse é o problema. Não é necessariamente que

“Ah, há 5% e vai ficar sempre em 5%”.

E é por isso que sobre a remigração, eu concordo sobre a remigração, mas não acho que alguém tenha vontade política para isso na Europa. Mesmo aqueles que dizem que têm, porque isso é muito mais complicado do que o que estou falando. Veja o exemplo da Polônia e Hungria, onde não deixaram o problema se instalar desde o início. Vamos preveni-lo. Mas a remigração e tudo mais é muito difícil, e quando você fala nisso. Vamos imaginar o Reino Unido: Digamos que eles consigam fazer isso. O que eu duvido que seja possível. Mas, com base apenas na falta de qualquer tipo de firmeza ou vontade política.

Então, digamos que, só para argumentar, eles façam isso. Bem, você ainda tem o que dizem ser 6 ou 7% de muçulmanos. Acho que é muito mais, mas digamos que sejam 6 ou 7% de muçulmanos na Grã-Bretanha. Bem, eles vão continuar lá. Essas mesquitas estão lá. E a radicalização está lá e o muçulmano ocasional que atropela alguém com um carro ou esfaqueia alguém, decapita alguém em Belfast ou em Londres, está lá. As costumeiras interrupções do trânsito com as preces deles vão continuar. E eles vão continuar crescendo em número porque têm taxas de natalidade mais altas. Então esse é o problema. Isso me diz que 5% é mais ou menos um retrato do momento atual, sem olhar para o futuro.

Raymond Ibrahim

-o-o-o-o-

NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicado no Youtube.

Luigi Benesilvi

-o-o-o-

Ir para a Página Principal do Blog
Bitchute: https://www.bitchute.com/channel/ZfQcA8z7Ld2O/

Youtube: http://www.youtube.com/c/LuigiBSilvi

Rumble: https://rumble.com/user/Benesilvi

Twitter (X): @spacelad43

Contato: spacelad43@gmail.com