Motivo dos muçulmanos beijarem uma pedra negra – Ridvan Aydemir

(27/10/2026)

Vocês já viram vídeos e imagens de muçulmanos correndo e beijando aquela coisa estranha no canto da Kaaba?

E já se perguntaram o que neste mundo estão fazendo e o que está acontecendo? Posso garantir que, embora vocês possam estar extremamente confusos, os próprios muçulmanos não sabem realmente o que estão fazendo. Na verdade, o próprio companheiro de Maomé, seu fiel companheiro Omar, não sabia direito por que estava tocando e beijando essa pedra e questionou essa prática. Omar aproximou-se da pedra negra, beijou-a e disse:

“Sem dúvida, sei que você é uma pedra e não pode beneficiar nem prejudicar ninguém. Se não tivesse visto o Mensageiro de Allah beijando-te, eu não teria te beijado.” – (Sahih Bukhari 1597)

Ele percebeu que essa é, aparentemente, uma prática inadequada e estranha, na qual provavelmente não deveria estar se envolvendo. Ele fez isso apenas porque Maomé fez. As fontes islâmicas nunca nos dizem porque Maomé fez isso. Tudo o que dizem é que a pedra caiu do céu e em alguma época ela era branca, mas depois ficou preta por causa dos pecados da humanidade. E será ressuscitada no Dia do Juízo Final, terá olhos e boca, falará e testemunhará em favor daqueles que lhe mostraram respeito e contra aqueles que não o fizeram.

Mas por quê?

Qual é o propósito e a função de venerar essa pedra especificamente nessa religião, que supostamente aboliu a idolatria e estabeleceu a adoração ao único deus, Allah, que é falsamente alegado ser o mesmo Deus da Bíblia? Na verdade, eruditos muçulmanos reconhecem que ninguém sabe realmente e ninguém precisa saber porque essa prática é realizada, pois o propósito pretendido é a submissão e a obediência das pessoas ao realizá-la.

Mas por quê?

É hora de explorar o que exatamente é esse objeto conhecido como “A Pedra Negra” e como os muçulmanos, sem perceber, se envolvem na prática da adoração de ídolos. E não estou apenas dizendo retoricamente: “Ei, isso é idolatria e tal”. Não. Quero dizer:

ESSE É UM VERDADEIRO ÍDOLO PAGÃO DE UM DEUS PAGÃO.

O que seria melhor do que adorar um ídolo pagão, que você nem mesmo tem a intenção de adorar?

Muito antes do Islã e mesmo depois do Islã, populações em todo o Oriente Médio e no mundo mediterrâneo adoravam seus deuses por meio de pedras sagradas. As pedras eram chamadas “Baetyl”, em grego, termo adotado do semítico “Beth-El”, que significa “Casa de Deus”. Temos muitos exemplos dessas pedras em diferentes locais, que abrigavam tais comunidades pagãs. Um exemplo principal é Paphos, em Chipre, que sem dúvida abrigava uma pedra preta, que era o ídolo de culto da deusa Afrodite.  Aqui temos uma pedra preta, que também é Afrodite.

Embora os gregos geralmente retratassem Afrodite, como uma mulher nua e atraente, representando o amor e a beleza, ela era também representada por uma pedra totalmente preta. Fontes da Antiguidade se referem diretamente a essa pedra e a descrevem. Tácito diz:

“A imagem da deusa não tem forma humana. Trata-se de uma massa arredondada contínua, mais larga na base e estreitando-se na parte superior, à maneira de um cone.”

No final do século 4 ou início do século 5, Servius disse:

“Entre os cipriotas, Vênus, a equivalente romana de Afrodite, é adorada na forma de um umbilicus ou, como alguns sustentam, de um Cone.”

Observe que dizem ser a própria deusa que é adorada na forma dessa pedra. Essas pedras não eram simplesmente símbolos representando os deuses; acreditava-se que fossem pedras animadas que continham poderes divinos ou a presença real dos próprios deuses. Então, trata-se de um ídolo de uma deusa. Temos essa pedra hoje num museu em Chipre. Há também moedas que mostram que essa pedra estava no templo ou dentro do templo em Chipre, onde ela era adorada. Uma pedra representando a divindade estaria presente no templo ou dentro do templo construído para essa divindade.

O próximo exemplo é da Síria. Elagabal é um “deus do sol”, que era adorado em Emesa, na Síria O nome vem do aramaico “Elah-Gabal” e significa “deus da montanha”. Nas culturas do Oriente Médio, especialmente no norte, as montanhas eram frequentemente associadas a deuses. Este provavelmente se refere a uma colina em Emesa. Elagabal é especialmente interessante porque o sumo sacerdote de Elagabal, tornou-se imperador do Império Romano aos 14 anos de idade. O imperador Elagabalus fez de Elagabal a divindade suprema de Roma, acima de Júpiter, durante seu muito curto reinado, o que foi um grande choque para os romanos. Ele pegou o deus Elagabal, que, mais uma vez, era uma pedra preta, o levou para Roma e construiu um templo onde a pedra foi colocada nele.

Temos até moedas do imperador Elagabalus com a pedra preta no templo gravada no verso. O imperador foi assassinado pela Guarda Pretoriana apenas 4 anos após o início de seu reinado, é claro. Porque era muito controverso por muitas razões da quais não quero falar agora.

Suas reformas religiosas foram imediatamente revertidas. Júpiter foi restaurado como o deus supremo de Roma, e a pedra negra de Elagabal foi enviada de volta para Emesa. Temos descrições diretas da pedra e do templo feitas por Herodiano, que escreveu:

“Nenhuma estátua feita pelo homem à semelhança do deus se encontra nesse templo, como nos templos gregos e romanos. O templo, no entanto, contém uma enorme pedra preta com uma extremidade pontiaguda e base redonda em forma de cone. Os fenícios afirmam solenemente que essa pedra desceu de Zeus, ou desceu do céu. Apontando para certas pequenas figuras em relevo, afirmam que se trata de uma imagem não afetada do sol.”

Observe que ele diz que eles acreditam que ela desceu do céu. Esse é um padrão observado em diversas culturas de povos que veneravam essas pedras Betil. Os muçulmanos também acreditam que a pedra negra em Mecca desceu do céu. Como Maomé disse:

“A pedra negra desceu do paraíso.”

A observação de Herodiano de que não havia estátua de um deus no templo, mas apenas uma pedra, é, na verdade, muito significativa. Quando falamos de adoração de ídolos nas mitologias e religiões pagãs politeístas, as pessoas geralmente pensam em figuras feitas pelo homem, com forma humana ou animal, de supostos deuses ou divindades. Mas as culturas do Oriente Médio, que adoravam pedras preferiam especificamente essas pedras sem forma. Segundo os eruditos, elas favoreciam a veneração e a adoração de pedras aniônicas, sem rosto, naturais, pois acreditavam que essas pedras eram presentes do céu destinados à adoração assim como uma certa pedra negra da qual sempre ficamos falando. A ausência de forma e de intervenção humana fazia com que essas pedras fossem especialmente associadas aos deuses. Era assim que elas desciam dos céus.

Isso é corroborado por muitos trabalhos acadêmicos, incluindo um famoso artigo chamado “Os Betils de Petra”, escrito por Robert Wenning em 2001, entre muitos outros. Eles acreditavam que o ídolo, a pedra, era a própria presença do próprio deus que adoravam. Se sua intenção é adorar esses deuses, então, é claro, faria sentido venerar esses ídolos. Se você é contra a adoração desses deuses, então temos um problema com o Islã. Se a pedra negra em Mecca, na Kaaba, é outra imagem de culto, e um ídolo de uma divindade pagã politeísta, que os muçulmanos estejam se dedicando à veneração e à adoração de um deus pagão.

Assim, uma pequena dificuldade é que é muito difícil determinar o que a pedra negra em Mecca realmente representava, pois não temos fontes históricas diretas que nos digam isso. Mas temos evidências islâmicas substanciais e evidências regionais que sugerem que a pedra negra na Kaaba era a imagem de culto ou o ídolo do deus da Kaaba. Isso já está muito bem comprovado.

Então, quem era esse deus?

De acordo com os primeiros relatos históricos islâmicos e até mesmo de acordo com o Hadith, o relato diretos de Maomé e seus companheiros, a tribo dos Quraysh de Mecca, da qual Maomé provinha e contra a qual ele mais tarde lutou, e que estava a cargo da Kaaba, adorava Hubal como seu deus principal na Kaaba. De acordo com o Hadith, quando os politeístas de Mecca derrotaram Maomé e seus exércitos numa grande batalha: A Batalha de Uhud. Os politeístas gritaram:

“Hubal seja superior!”,

ao que os muçulmanos responderam:

“Allah é maior e mais majestoso”.

Hisham ibn al-Kalbi, um dos mais antigos historiadores muçulmanos, no século 8, escreveu em seu famoso livro, *O Livro dos Ídolos*:

“Os Quraysh tinham vários ídolos dentro e ao redor da Kaaba, o maior deles era Hubal.”

Isso é repetido na biografia inicial de Maomé escrita por Al-Tabari. De acordo com o mesmo relato e de acordo com a biografia de Maomé escrita por Ibn Ishaq, entre outros, Hubal era a divindade principal da Kaaba, e o próprio avô de Maomé consultou Hubal na Kaaba para tomar uma decisão importante sobre qual de seus filhos deveria sacrificar. Então, Hubal é nosso principal suspeito. Não sabemos ao certo de onde vem o nome Hubal, mas algumas teorias sugerem que ele signifique Ha-Baal, o Senhor ou o Mestre, ou que Hubal esteja diretamente associado à figura de Baal, que encontramos mencionada repetidamente na Bíblia como o deus maligno dos cananeus.

Dito isso, Baal é um título comum a vários deuses e governantes no Oriente Médio, pois o título em si significa simplesmente O Senhor ou O Chefe ou O Proprietário.

Ao contrário de outros deuses, que tinham templos em diferentes locais fora de Mecca, Hubal era muito especial e significativo para os meccanos, sendo a divindade principal da Kaaba. E se a Kaaba é a casa de Hubal, o que parece ser o caso, então a pedra negra no canto da Kaaba é, muito provavelmente, a pedra de Hubal, o ídolo, a imagem de culto de Hubal. Para esclarecer melhor porque uma pedra no templo principal de uma divindade está geralmente ligada a essa divindade, podemos examinar mais exemplos.

Maomé enviou expressamente seus homens para destruir outra Kaaba no Iêmen. Sim, havia muitas Kaabas na Arábia. De acordo com relatos islâmicos, várias tribos no Iêmen adoravam uma divindade conhecida como Dhul Khalasa, representada por uma pedra branca, outro beitil, nessa Kaaba. Maomé enviou seu grupo para destruir essa Kaaba e matar todos que estivessem por perto.

Outro exemplo notável dessas regiões é a deusa Kubili, cujo nome costuma ser pronunciado em inglês como “Cybeli”. Kubili tinha sua própria pedra sagrada escura em Pessinus, na Anatólia central, e dizia-se que também ela havia caído do céu, assim como essa outra pedra, você sabe.

Em 204 antes de Cristo, os romanos transportaram a pedra dela de Pessinus para Roma, o que, em relatos antigos de Tito Lívio, é descrito como os romanos transportando a deusa. Então, mais uma vez, a pedra em questão não é vista simplesmente como um artefato ou representação associada a uma divindade; ela é aquela divindade. Temos até mesmo os primeiros escritores cristãos, como Clemente de Alexandria, que fazem referência direta aos árabes que adoravam pedras. Uma breve observação sobre a pedra negra em Mecca: o que vemos nessa imagem, na verdade não é a pedra negra original.

A pedra negra foi destruída pelo menos 2 vezes. Grande parte dela provavelmente se perdeu, e os fragmentos foram posteriormente recuperados e levados de volta à Kaaba em 951 depois de Cristo. Os fragmentos podem ser vistos na superfície, enquanto a maior parte da pedra negra que vemos aqui é, na verdade, uma solução de resina para manter a pedra unida. Mas essas partes são os restos da verdadeira pedra negra, que hoje é mantida aqui e beijada pelos muçulmanos.

Então, com tudo o que aprendemos aqui, vamos colocar tudo em perspectiva. Os antigos pagãos do Oriente Médio praticavam a veneração e a adoração de pedras, que acreditavam ter caído do céu e contém a presença real de seus deuses. As pedras, conhecidas como “betils”, “Casa de deus”, eram vistas como sendo o próprio deus e geralmente encontradas dentro ou junto a templos dedicados a esses mesmos deuses. Árabes eram particularmente conhecidos por se dedicarem a essa prática.

Os Árabes, que só estabeleceram um assentamento em Mecca 1 ou 2 séculos antes da época de Maomé, e segundo estimativas históricas, adoravam Hubal como sua divindade principal na Kaaba. A Kaaba tinha e ainda tem uma pedra negra, como outros templos em todo o Oriente Médio, e ela será erguida no dia do juízo final e falará. Sem qualquer explicação sobre porque ela falará em nome daqueles que a respeitaram, uma prática das religiões politeístas pré-islâmicas.

Se a pedra negra em Mecca pertencia a Hubal, então a pedra negra era um ídolo de Hubal, no qual os meccanos quase certamente acreditavam que residia a força ou a presença real de Hubal. Então, Hubal era adorado ao se venerar a pedra negra. Essa é a explicação mais provável. Agora, é claro, também existe a possibilidade, embora muito remota, que a pedra negra pertencesse a uma divindade diferente, mas Isso não melhora em nada a situação para o Islã.

De qualquer forma, de longe, a explicação mais provável é que a veneração pretendida dessa pedra negra é, na verdade, idolatria, verdadeira adoração direta a um deus pagão.

Caros muçulmanos, quando vocês beijam a pedra negra, vocês adoram um ídolo de verdade. Maomé se envolveu na adoração de um ídolo pagão. Embora ele devesse condenar isso, abolir essa prática e destruir todos os ídolos, ainda resta um aqui, e ele faz parte da religião de vocês e da prática da peregrinação. Caros muçulmanos, a religião de vocês é uma bagunça. Não é o que vocês afirmam que seja. Não é o que ela afirma ser. Ela os engana e, certamente, não tem qualquer relação com o Deus da Bíblia. Então, abandonem o Islã.

Tenham um dia fantástico e, como sempre, fiquem longe do Islã.

Ridvan Aydemir

Apostate Prophet

-o-o-o-

NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo publicando no Youtube.

Luigi Benesilvi

-o-o-o-

Ir para a Página Principal do Blog
Bitchute: https://www.bitchute.com/channel/ZfQcA8z7Ld2O/

Youtube: http://www.youtube.com/c/LuigiBSilvi

Rumble: https://rumble.com/user/Benesilvi

Twitter (X): @spacelad43

Contato: spacelad43@gmail.com