Seria a Suécia o Único País “Socialista” Bem-Sucedido?
(19/02/2018)

 A Suécia é um país com pouco mais de 10 milhões de habitantes, com um PIB de uns 60 mil dólares anuais por habitante, colocando-se em 7º lugar em nível geral de bem-estar e desenvolvimento humano.

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É dotada de uma indústria de alta tecnologia. Tem uma população homogênea, belas mulheres e homens com aparência de Vikings. Paisagens lindíssimas, cidade e prédios bem cuidados.

Essa imagem ficou um pouco arranhada quando assisti este vídeo do Youtube, chamado “Adeus Suécia”, criado em 2010 pelo jornalista Pat Condell. Achei algo exagerado e alarmista, mas assim mesmo, legendei e publiquei.

Já em 2017, ouvi a Presidente Trump mencionar que “a Suécia está com alguns problemas por causa de sua política de livre imigração ao país”. Logo depois que assisti este outro vídeo de uma entrevista da jornalista inglesa Katie Hopkins para a rede de televisão americana Fox News.

Depois de mais um vídeo da mesma jornalista, cujo texto traduzi e publiquei neste blog sob o título “A Verdadeira Face da Suécia do Século 21”, realmente convenci-me que algo anda muito mal com a linda nação sueca.

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Então, como foi que a Suécia deixou de ser um país maravilhoso e igualitário, com belíssimas e sensuais mulheres, passando a ser conhecido como muito problemático e sua capital, Estocolmo, ganhou o título de capital europeia do estupro?

A Suécia vem sendo governada por partidos de esquerda desde 1932, exceto por um pequeno intervalo de 1976 a 1982. São quase 80 anos de governos socialistas, culminando com um governo completamente feminista a partir de 2014.

O governo atual é composto quase só por mulheres feministas, que ocupam todos os postos mais influentes do governo. Aparentemente o Primeiro-Ministro, Stefan Löfven, é apenas uma figura formal e decorativa.

Recentemente as feministas suecas deram o maior vexame quando se submeteram ao uso do véu islâmico em visita que fizeram ao Irã. A visita teve a finalidade de obter maiores concessões do governo iraniano à mulheres daquele país, governado exclusivamente por homens, sob a rígida lei islâmica (Sharia), sob a qual as mulheres são bastante subvalorizadas.

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Os problemas começaram na década de 1980, quando foi realizado um planejamento de longo prazo para direcionamento das ações governamentais. Entre as propostas aprovadas estão a Ideologia de Gênero, o Multiculturalismo e o Ambientalismo.

A partir de então o governo investiu muito dinheiro na defesa de Ideologia de Gênero, o que pode ser visto neste vídeo, cujo autor faz críticas a essa ideologia.

Os homens suecos deixaram de ser vistos como descendentes dos Vikings, tornando-se, efeminados e incapazes de defender sua cultura e tradições, como mostra este vídeo, da mesma forma da maioria dos homens europeus. A afirmação é da jornalista dinamarquesa Iben Thranholme. Como consequência também não conseguem ou não se importam mais em defender suas mulheres e filhas.

Em relação ao multiculturalismo, os suecos abriram suas fronteiras para imigrações maciças de pessoas do norte da África e do Oriente Médio, praticantes do islamismo e sem qualquer afinidade com a cultura nórdica. Não houve preocupação em sua integração às comunidades locais.

Isso ensejou a formação de enclaves de predominância da religião e cultura estrangeira, nos quais os suecos não têm permissão de entrar. Como citou Katie Hopkins, só em Estocolmo existem 55 zonas proibidas, nas quais até os agentes de saúde só conseguem entrar com escolta policial armada.

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A cidade de Malmöe, no norte do país, por exemplo, outrora habitada por uma grande, laboriosa e rica comunidade judaica, atualmente é composta por maioria de habitantes muçulmanos, cuja perseguição aos Judeus fez com que estes emigrassem para outros países.

Muitas outras grandes e pequenas cidades suecas, inclusive Estocolmo, têm grandes comunidades muçulmanas, reconhecidas por sua baixa contribuição ao desenvolvimento do país. Em contrapartida estão cada vez mais reduzidas comunidades judaicas e de outras religiões.

Segue adiante um pequeno trecho do depoimento que o Chefe de Polícia de Estocolmo, Peter Springare, deu à jornalista Katie Hopkins.

“Só uma pequena parte deles [imigrantes] é de criminosos. Eles não representam a totalidade deles. Alguns se encaminham para a criminalidade. Mas a polícia sueca costuma investigá-los. Mas a polícia não consegue acompanhar a todos. Investigamos principalmente os que jogam granadas de mão nas ruas, atiram com armas automáticas nos estacionamentos e nas fábricas de eletrônicos, em plena luz do dia. São tipos de crimes com os quais não estamos habituados a lidar”.

Suécia 4Em relação ao Ambientalismo, a Suécia adotou uma vigorosa política ambientalista, incentivando fortemente a criação de entidades de promoção da ideologia ambientalista, estimulando projetos de sustentabilidade e defesa da natureza. Isso fez com que muitas grandes empresas deixassem o país por não poderem absorver os custos adicionais dessas políticas governamentais. Perderiam a competitividade no mercado internacional se ficassem na Suécia.

O resultado de tudo isso é que o dinheiro está acabando e os imigrantes continuam entrando à vontade na Suécia, estando previsto ingresso de mais de 400 mil imigrantes, principalmente de muçulmanos nos próximos anos.

A maior parte dos imigrantes não têm qualificações profissionais, por isso não conseguem empregos, vivendo da assistência gratuita do governo.  Adeus Suécia!

                                                                    Luigi B. Silvi

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