História Oculta Sobre Escravização e Escravos Brancos – Britainfirst.org
(26/08/2018)

O comércio transatlântico de escravos é um dos mais discutidos tópicos da história britânica. Ele é também um assunto político, porque muitas pessoas pensam que os brancos devem pagar uma compensação financeira como reparação da grande injustiça que os ancestrais dos negros teriam sofrido por terem sido escravizados por homens brancos.
Slavery 6Embora, até agora, nosso governo tenha se recusado a pagar esse dinheiro, chamado de “reparação”, não existem dúvidas que a linha oficial é de que nós deveríamos estar profundamente envergonhados por nossa participação na escravização e que teríamos que fazer todo o possível para reconhecer isso e fazer pelo menos algum tipo de reparação moral dessa atrocidade.

Esse pensamento é demonstrado todos os anos em nossas escolas, quando as crianças britânicas são ensinadas sobre os horrores do comércio de escravos no “Mês da História Negra”.

Todos os detalhes do comércio são dissecados para que as crianças brancas britânicas não tenham dúvidas de que a escravização foi um crime dos ancestrais delas e que devem sentir-se profundamente envergonhadas por isso.
Mas, devemos mesmo sentir-nos envergonhados por causa do comércio de escravos?
O papel desempenhado por nossos ancestrais britânicos na escravização, assim como o papel da raça branca, como um todo, é unicamente maligno, algo sem paralelo e um malfeito do qual nós devemos expiar perpetuamente?

SEMPRE HOUVE ESCRAVIZAÇÃO
A escravização é um dos mais antigos meios de comércio conhecidos da humanidade. Todas as raças e civilizações a tem praticado: China, Índia, Arábia, África e as Américas. Todos os povos fizeram escravos entre os seus e escravizaram outros povos e os brancos europeus não foram exceção.

O Imperador Júlio César declarou ter escravizado mais de um milhão de gauleses brancos (habitantes da atual França) para o Império Romano.

Até mesmo a moderna palavra “escravo” vem da palavra “eslavo”, nome usado pelo fato dos povos eslavos serem a escolha preferida dos mongóis e árabes e eles eram brancos.

E os britânicos escravizaram os de seu próprio povo também. Muitos nativos britânicos que leem este artigo podem ter algum ancestral que foi escravo.

Os anglo-saxões fizeram escravos entre os antigos britânicos e os anglo-saxões foram por seu turno escravizados pelos invasores Vikings dinamarqueses.

Quando o britânico Oliver Comwell conquistou a Irlanda, em meados do século 17, ele enviou mais de 100 mil homens, mulheres e crianças para as Índias Ocidentais (Caribe), para serem vendidos como escravos.

Os muçulmanos talvez sejam os maiores escravizadores de todos os tempos, com estimadas 19 milhões de pessoas que teriam sido vítimas da escravização islâmica.

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COMÉRCIO ÁRABE DE ESCRAVOS: O comércio de escravos dos árabes/muçulmanos na África foi o maior em quantidade e o mais duradouro comércio transatlântico para as Américas.


O comércio de escravos deles foi muito mais duradouro que o comércio de escravos dos europeus. Os muçulmanos escravizaram negros africanos e brancos europeus, do mesmo modo.

A própria África também teve seu comércio de escravos, doméstico e internacional, muito antes do aparecimento dos europeus. A maioria das sociedades africanas não reconhecia a propriedade privada de terras, então os escravos eram uma das formas pela qual os indivíduos podiam possuir meios de produzir lucros.

A escravização eram frequentemente um subproduto localizado das guerras, onde os derrotados se tornavam escravos dos vitoriosos.

Os africanos também compravam e vendiam pessoas de seu próprio povo, assim como de forasteiros e para forasteiros.

As rotas de caravanas têm ligado a África subsahariana com a África do Norte e também amplamente no Mediterrâneo e Oriente Médio, de forma que os africanos usaram essas rotas para o estabelecimento do comércio de escravos trans-sahariano.

Quando os homens brancos chegaram lá, já havia um grande comércio africano de escravos e sua abrangência foi apenas estendida para o mercado de escravos europeus. Um novo comércio não precisou ser criado pelos europeus.

O COMÉRCIO ATLÂNTICO DE ESCRAVOS

Mas, por alguma razão, o fato de que todas as raças tenham praticado a escravização em toda a história da humanidade, nunca é mencionado em nossas escolas e pela grande mídia.

Não existem clamores para que os muçulmanos se desculpem com a Europa pelo envolvimento deles no mais duradouro e maior comércio de escravos do norte da África. Nenhum filme foi produzido sobre isso em Hollywood.

Os franceses não pedem reparação da Itália pelos milhões de seus ancestrais vendidos como escravos pelo romano Júlio César.

Então, talvez, o comércio de escravos do Atlântico, que escravizou quase exclusivamente negros africanos por brancos europeus, seja um caso especial.

Talvez existe algo único sobre isso, que granjeou a ele um lugar de alto apreço que a sociedade lhe concede. Talvez nós devamos sentir-nos mesmo culpados por esse especial tipo de comércio de escravos.

COMO NÓS CONSEGUIMOS NOSSO ESCRAVOS?

Para existir um comércio de escravos, obviamente precisamos ter uma demanda e uma oferta de escravos. Então, de onde os brancos europeus adquiriam seus escravos, em primeiro lugar?

A imagem usualmente promovida é de navios de comerciantes brancos de escravos, ancorados nas costas da África, com seus tripulantes tomando de assalto pequenas aldeias locais e violentamente raptando seus indefesos habitantes para vendê-los como escravos. A verdade, entretanto, é muito menos dramática.

Mas o que é mais chocante é como a verdade sobre isso nunca é discutida e é varrida das lições de história. A verdade é que a avassaladora maioria de negros africanos escravizados, era vendida para escravizadores europeus pelos próprios negros africanos.

A noção de escravizadores brancos estabelecendo-se na África e promovendo incursões em aldeias é simplesmente inexequível.

Slavery 3COMÉRCIO MUÇULMANO DE ESCRAVOS: O comércio muçulmano de escravos de pessoas negras, excede por muito qualquer coisa semelhante engendrada por europeus.

Os europeus eram muito sensíveis para muitas doenças presentes nas costas ocidentais da África, tais como a malária, disenteria e febre amarela. Tentativas de estabelecer bases na África por qualquer período de tempo os deixavam severamente doentes e ameaçam seriamente suas vidas. A África não era chamada de o “cemitério dos homens brancos”, por nada diferente disso.

Naquele ambiente hostil, os europeus muito raramente eram capazes de ter a supremacia, então eles se tornavam apenas parceiros menores de déspotas africanos, mercadores e empreendedores, já há muito tempo estabelecidos no comércio de escravos nas costas ocidentais da África.

Impérios africanos que estavam estabelecidos muito antes da chegada dos homens brancos europeus, tais como Dahomey e Ashanti (localizados nos atuais Benin e Ghana) conseguiam usar os portos de escravos de Ouidah e Elmina, para obter enormes lucros e se tornarem extremamente poderosos, graças à venda de seus próprios irmãos africanos.

Os comerciantes africanos de escravos desencorajavam os europeus de entrarem para o interior, porque queriam eles mesmos suprir os escravos e assim maximizar seus lucros.

Os escravizadores europeus ficavam felizes com isso, porque era muito mais barato e menos perigoso de adquirirem doenças, do que tentarem eles próprios conseguirem meios para capturar a grande quantidade de escravos que precisavam para encherem seus navios.

Era muito mais fácil darem algumas armas aos africanos, com as quais eles podiam combater em guerras entre eles próprios, que asseguravam um rico suprimento de escravos.

NÓS FORÇAMOS OS AFRICANOS A NOS VENDEREM ESCRAVOS?

A razão dos europeus terem ido para a África, em primeiro lugar, foi porque, mesmo sabendo dela estar tão distante e poder causar doenças graves e ser uma empreitada muito ariscada, era porque os lucros realizados podiam ser enormes.

Mas, se os africanos envolvidos no comércio de escravos quisessem terminar com a escravização de seus irmãos, não haveria muito que os europeus pudessem fazer a respeito disso. Uma resistência persistente dos africanos teria provavelmente acabado com as ambições dos europeus.

Se os escravizadores africanos tivessem abandonado seus portos de escravos e ido para o interior para defender seus irmãos, os custos de tentar domar a população hostil fariam evaporar os lucros dos escravizadores e esses teriam que buscar em outros lugares para obterem trabalhadores mais baratos.

Outro mito é que as elites africanas não teriam resistido à escravização porque sabiam ser inútil tentar resistir, face ao largamente superior poder bélico dos europeus.

A tecnologia militar dos europeus não era avançada o suficiente para permitir ilimitado acesso ao interior da África, pelo menos até o século 19, muitas décadas depois da escravização ter começado e já no século em que ela terminou oficialmente. Eles não resistiram porque não quiseram resistir. Assim como os escravizadores europeus, os africanos eram muito gananciosos.

ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO NA EUROPA

O comércio europeu de escravos não foi o único. O que foi singular foi que os europeus aboliram a escravidão. O primeiro país europeu a abolir a escravidão foi a Dinamarca, que proibiu a instituição em 1803. A Inglaterra proibiu o comércio de escravos em 1807.

Quando a Lei da Abolição da Escravidão foi editada em 1833, para entrar em vigor em 1º de agosto de 1834, a escravidão foi finalmente abolida em todo o Império Britânico.

O foco do papel britânico no comércio de escravos é sempre enfatizado no quão perverso foi para nós termos sido participantes dele. É claro que a escravidão foi horrível e o comércio de escravos no Atlântico não foi diferente.

Mas, o que nunca é usualmente debatido com tanto gosto é a parte referente ao importante papel que a Inglaterra teve para pôr um fim no comércio de escravos.

A Marinha Real, durante esse período, de fato empreendeu grandes esforços para garantir que os britânicos deixassem de participar da escravização e foi importante fator para o encerramento do comércio de escravos.

Foram estabelecidas enormes multas por cada escravo encontrado a bordo de navios britânicos e para dissuadir outros países de tentarem continuar o comércio, a Inglaterra declarou o comércio de escravos equivalente à pirataria e assim passível à pena de morte.

Navios britânicos estabeleceram bloqueios para impedir o transporte de escravos das costas ocidentais da África para as Américas. Milhares de navios negreiros foram detidos durante as décadas em que vigorou o bloqueio.

O tenente da Marinha Real, Patrick Forbes, estimou em 1849, que durante o período de 26 anos, 103 mil escravos foram libertados graças ao bloqueio naval britânico.

A ÁFRICA CONTINUOU O COMÉRCIO DE ESCRAVOS.

Alguns dos maiores oponentes da ruptura britânica da escravização foram justamente alguns dos próprios governantes africanos.

Longe de terem ficado aliviados de não verem mais seus conterrâneos serem levados por escravizadores britânicos, alguns governantes africanos ficaram muito descontentes por não poderem mais desfrutar da riqueza que adquiriam na venda de escravos e da cobrança de impostos pela passagem de escravos por seus domínios.

Com as leis anti-escravidão, os britânicos efetivamente terminaram com a boa vida de alguns daqueles déspotas africanos.

Slavery 4  O COMÉRCIO GLOBAL DE ESCRAVOS

Houve até delegações enviadas a Londres por chefes africanos para protestarem contra a abolição do comércio de escravos. Um africano, inconformado que a escravização estava sendo extinta, insistia que seu oráculo e curandeiro teria dito a ele que seus deuses concordavam totalmente com a escravidão. De acordo com suas fontes divinas, o mesmo teria acontecido com os deuses cristãos e muçulmanos.

Assim, o comércio de escravos continuou existindo em muitas partes da África muito tempo depois que os britânicos o aboliram em seus domínios. Enquanto houvesse demanda de escravos nas Américas, o suprimento africano estaria sempre disponível.

Embora o bloqueio da Marinha Real tenha impedido o transporte de escravos de muitos navios, muitos outros navios escapavam do bloqueio e conseguiam transportar suas valiosas cargas para as Américas.

Na verdade, o extenuante bloqueio naval britânico para impedir o tráfico, também causou o aumento de preços dos escravos nas Américas, fazendo com que o comércio fosse mais lucrativo do que nunca fora antes.

O COMÉRCIO MUÇULMANO DE ESCRAVOS

Nós vimos que os europeus não foram de longe os únicos culpados no comércio internacional de escravos.

Talvez seja pela escala de grandeza do número de escravos envolvidos no comércio Atlântico, a razão pela qual os brancos são constantemente chamados a repararmos nossos pecados, enquanto outros povos escravizadores são ignorados?

Novamente, a verdade é distintamente diferente ao dogma promovido. O comércio Atlântico de escravos esteve em operação por uns quatro séculos e envolveu entre 10 e 12 milhões de escravos negros, levados para as Américas.

Slavery 5O bombardeio de Argel (27 de agosto de 1816) foi uma tentativa da Inglaterra para terminar com a prática da escravização pelo Regente de Argel (Argélia). Uma frota de navios Anglo-holandesa, sob o comando do Almirante Lord Exmouth, bombardeou navios e as defesas do porto norte-africano de Argel.

Mas, os maiores mercadores de escravos negros não foram os brancos europeus, mas sim os árabes muçulmanos. Entre os anos de 650 e 1900, muçulmanos escravizaram entre 11 a 18 milhões de africanos, que eram vendidos nas costas do Mar Vermelho, Oceano Índico e o Deserto do Sahara.

Esses números estão muito acima dos números dos escravos negros transportados para as Américas por mercadores brancos europeus.

E não foram só negros africanos que foram escravizados pelos muçulmanos. Entre os séculos 16 e 19, piratas muçulmanos, chamados corsários, provenientes das costas berberes da África do Norte, atacavam navios e aldeias nas costas mediterrâneas e atlânticas para capturarem escravos brancos.

Qualquer marinheiro navegando no mar Mediterrâneo ou um habitante de cidades das costas da Itália, França, Espanha, Portugal e até mesmo da Inglaterra e Irlanda, corria o risco de ser capturado e feito escravo pelos corsários muçulmanos e levado para cidades de norte da África da Argélia e Tunísia para ser vendido como escravo.

De 1530 a 1780, estima-se que entre 1 a 1,25 milhão de brancos europeus foram escravizados dessa maneira pelos muçulmanos.

E as vidas deles eram tão penosas quanto a de seus companheiros africanos, sendo forçados a trabalharem em pedreiras e em construções pesadas, mas a maioria era forçada a servir até a morte como remadores nos próprios navios corsários.

ESCRAVOS BRANCOS

Enquanto ouvimos inúmeras histórias de clamores em nome dos escravos negros, levados para as Américas, existe outro grupo de gente que também foi escravizada nesse novo país e, certamente, na Inglaterra e nas Índias Ocidentais e que, em muitos aspectos, sofreu mais agruras que seus companheiros negros africanos.

A parte da história da escravidão dessa gente é pouco conhecida ou, mais acuradamente, convenientemente esquecida.

Desde o início de século 17 até o início do século 19, entre metade e dois terços de todos os colonos brancos que foram para o novo mundo veio como escravo. Eles eram possuídos como propriedade, não tinham direitos e não eram sujeitos às leis vigentes. As leis relacionadas a escravos fugitivos negros eram também aplicadas a eles.

Muitos livros sobre trabalho de brancos na história inicial americana, referem-se a essa gente como “servos contratados” ou “servos agregados”.

A realidade, entretanto, é que as condições em que essa gente vivia e trabalhava era sob um regime que deveria ser mais apropriadamente chamado de “escravidão permanente até a morte”.

Os papéis que permitiam essa escravidão eram um tal “termo de contrato”, que muitas vezes era simplesmente forjado por sequestradores e quadrilheiros. O proprietário de um trabalhador contratado tinha o direito de aumentar o prazo do termo contratual, na realidade tornando-o uma sentença perpétua, pelo menor deslize do contratado e ele não tinha qualquer direito de defesa.

Slavery 0Incontáveis milhões de africanos foram vendidos como escravos pelos mercadores muçulmanos.

Embora esses indivíduos não sejam atualmente chamados de “escravos”, talvez por razões mais políticas do que históricas, pessoas daquela época não tinham receio de chamá-los de escravos ao descrevê-los.

No diário parlamentar de Thomas Burton no período de 1656 a 1659, o parlamentar inglês debateu a prática da venda de britânicos à escravidão do novo mundo.

No calendário de 1701,  do jornal “Colonial Séries”, para as Américas e Índias Ocidentais, há uma passagem que descreve um protesto sobre o encorajamento à remoção da cidadania inglesa de pessoas para serem vendidas como escravas, cuja prática era muito frequente naquela época, sendo conhecida pelo nome de “kidnapping” (sequestro).

Nas Índias Ocidentais britânicas, a escravidão para plantações começou em 1627. Em Barbados lá por 1640, havia uma estimativa da existência de uns 25 mil escravos, sendo 21.700 brancos.

A própria palavra inglesa “kidnapping” veio da expressão “kid nabbing” (pegar crianças), referente à prática de abduzir crianças para serem vendidas para fábricas inglesas ou para serem escravas nas plantações das Américas.

Outra frase que tem raízes na escravidão é “spirited away” (levado embora pelos espíritos), porque os escravizadores que sequestravam cidadãos brancos eram conhecidos como “espíritos”.

O jornal britânico, “The Argosy”, noticiou em 1893, que,

“Leitores dos velhos registros coloniais, estão cientes que entre os anos de 1649 a 1690, houve um comércio de seres humanos entre a Inglaterra e as “plantações”, como as colônias eram chamadas naquela época, um comércio de prisioneiros políticos… eles eram vendidos como escravos em leilões… por vários períodos de anos e, algumas vezes por toda a vida”.

A situação dos escravos brancos no novo mundo assemelhava-se às condições de trabalhadores braçais britânicos durante aquele período. Os termos dos contratos legais de servidão eram só um pouquinho menos perversos do que a escravidão.

Crianças britânicas rotineiramente eram coletadas em orfanatos e abrigos públicos para serem colocadas em fábricas onde teriam uma vida de horrores até a morte. Frequentemente trabalhavam 16 horas seguidas por dia, sem intervalos. Se ousassem cair no sono em seus postos de trabalho, eram acordadas por meio de espancamentos.

Por cometerem crimes, tais como chegar atrasado ou conversar durante o trabalho, eles podiam ser espancados com varas de ferro de 2 metros de comprimento e 1,5 centímetros de diâmetro.

As máquinas primitivas daquelas fábricas mutilavam milhares de crianças todos os anos, o que podia incapacitá-las para o trabalho, situação em que eram simplesmente jogadas nas ruas.

O que também deve ser considerado é que quando esses “trabalhadores” não tinham suficiente alimentação, eles eram deixados morrer de fome. Os patrões deles não se importavam se eles viviam ou morriam ou em que condições eles viviam, pois havia um infindável suprimento de trabalhadores locais que podiam substituí-los.

Os escravos nas Américas, entretanto, eram um investimento dos seus proprietários. Eles haviam pago por eles, então havia interesse em assegurar que o investimento permanecesse em razoáveis condições de trabalho.

Isso significava que em termos de dieta, saúde e abrigo, os escravos negros nas Américas eram frequentemente melhores do que os termos dos “trabalhadores” brancos na América do Norte e muito melhores dos trabalhadores em muitos países europeus industrializados.

CONCLUSÃO

O motivo, ou pelo menos o motivo oficial, de que os brancos atuais adquiriram tal sentimento de culpa sobre o comércio Atlântico de escravos é causado pelo cenário criado sobre os “pecados ancestrais”

O pensamento por trás dessa modalidade de sentimento é causado pelo fato de que nossos ancestrais cometeram um ato muito odioso, então é nosso dever, coletivamente, reconhecer aquele ato e trabalhar para reparação dos danos que causamos às vítimas daquele ato.

Mas são somente os pecados dos ancestrais brancos que devem ser reconhecidos quanto a práticas da escravidão é examinada e bastante examinada, ela certamente está sendo.

No ritual da cerimônia anual do uso das camisas negras andrajosas, chamado “Mês da História Negra”, crianças brancas britânicas são colocadas de frente para seus colegas negros e muçulmanos, para reconhecerem o quão malignos foram seus ancestrais brancos e lhes é explicado em termos incertos que essa culpa delas jamais será redimida.

Slavery 7William Wilberforce, líder da campanha britânica para abolição do comércio de escravos.

É claro que a filosofia dos pecados ancestrais é simplesmente uma fraude grosseira.

Nossas crianças estão sendo psicologicamente abusadas pelo nosso sistema educacional, porque ela serve à narrativa da ideologia política da extrema-esquerda.

Se alguém tem alguma dúvida disso, então por que não é dito para as crianças negras durante o “Mês da História Negra”, como os ancestrais delas também têm sangue nas mãos deles por causa de terem organizado o comércio de seus próprios irmãos?

Ou forçarem as crianças muçulmanas a escreverem redações sobre os ancestrais delas terem sido os maiores escravizadores da história mundial?

Por que não é ensinado às crianças brancas sobre a escravidão que seus antepassados sofreram nas mãos de outros povos e nas mãos de seu próprio povo?

Por que nós não celebramos o fato dos antepassados de nossas crianças britânicas brancas terem abolido o comércio de escravos, enquanto os ancestrais negros e muçulmanos dos colegas delas estavam ocupados lutando com unhas e dentes para manterem a escravidão ativa?

Se tivessem sido os muçulmanos e não os europeus a abolirem o comércio de escravos, isso seria foco de muitas celebrações e fanfarras.

São somente as crianças brancas a terem sistematicamente removidas sua dignidade e autoestima e a  passarem a detestar sua história e seu próprio povo.

Somente as crianças brancas são publicamente humilhadas de tal forma. Somente as crianças brancas sofrem lavagem cerebral para agirem como rebanhos e cidadãs sem raízes, esculpidas enquanto ainda jovens, para aceitarem todo o tipo de ditames da ideologia da imigração em massa e multiculturalismo quando se tornam adultas.

O povo britânico atualmente não tem responsabilidade, tanto individual como coletivamente, sobre o que aconteceu durante os tempos de escravidão. Não devemos sentirmo-nos culpados e nem temos que pedir desculpas por coisa alguma.

O único povo que deve alguma desculpa é a geração dirigentes de escolas de crianças que têm deliberadamente ensinado a elas o ódio a si próprias e a seu povo, por meio de indivíduos tortos e doentes, que promovem uma igualmente doente e degenerada ideologia.

                            Britainfirst.org

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NOTA
Artigo original em inglês pode ser lido no endereço:
http://archive.is/KQ3X1#selection-179.0-863.235
ou
www.Britainfirst.org

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