Escravização Islâmica na África – Bill Warner
(06/04/2019)

Quanto mais se estuda o Islã, mais se nota que a história que nos ensinaram foi artificialmente editada para remover dela as menções ao Islã. Vou mencionar como exemplo disso: o estudo da escravidão.

Escravização Islâmica 1A história que nos ensinaram sobre a escravidão na América é que malignos homens brancos em navios de madeira capturavam escravos nas costas da África e os traziam para a América e os vendiam. Existe verdade nisso, mas deixam de fora partes importantes da história.

Como os negros se tornaram escravos?

Os capitães dos navios de madeira não os capturavam pessoalmente. Em vez disso, davam dinheiro a alguém e recebiam o recibo da compra da mercadoria.

Como isso acontecia?

Os escravos eram trazidos do profundo interior da África. Não eram capturados na costa. Eram trazidos à costa para serem vendidos.

Existe um livro de David Livingstone, escrito no ano de 1888. David Livingstone era missionário abolicionista, que viajou pela África central e registrou como era esse processo de captura escravos.

Lerei algumas frases, porque ele dá quase uma imagem fotográfica do que acontecia na captura de escravos.

“Por onde quer que andássemos víamos esqueletos humanos em todas as direções. A vista dessa zona desabitada, onde há 18 meses era um vale cheio de gente, mas que agora está tomada por ossos humanos, acentua nossa convicção que a destruição das vidas humanas na ‘Middle Passage’, embora grande é apenas uma pequena porção da destruição”

Do que ele está falando aqui?

Escravização Islâmica 2A “Middle Passage” era a viagem da África para a América, na qual os escravos eram muito maltratados e muitos deles morriam. O que ele diz é que não importava quantos morressem na viagem, morriam muito mais no processo de captura.

“Resgatamos um pequeno grupo de escravos, muitos do grupo eram crianças de 5 anos ou menos. Duas mulheres foram mortas no dia anterior por tentarem desamarrar-se para descansar. Uma mulher teve seu bebê alvejado na cabeça porque não conseguia carregá-lo junto com a carga. Um escravo foi morto com um machado porque não podia mais caminhar pelo cansaço”.

“Passamos por uma mulher alvejada ou esfaqueada com o corpo jogado no caminho Disseram que um árabe que passou de manhã fez isso porque estava irritado por perder o dinheiro pago porque ela não conseguia mais caminhar direito”.

O homem que assassinou a mulher foi descrito como “um árabe“. E ele era um muçulmano.

É interessante notar nos livros de história é que “Islã” não é citado, “Jihad” não é citado e “Muçulmano” não é citado. E todos eles estão envolvidos.

Livingstone menciona que “não mais que um em cada cinco chegavam aos capatazes dos canaviais em Cuba“.

A menção a “capatazes de canaviais” é irônica, porque, lembre, Livingstone era abolicionista. Ele menciona que só “um em cada cinco” sobrevivia desde a captura na aldeia até a chegada à escravidão nas Américas.

É uma taxa de mortalidade de 80%.

“Tivemos uma longa discussão sobre o comércio de escravos Os árabes disseram que o principal objetivo da captura de escravos era tomá-los em nossa possessão para convertê-los à ‘nossa religião’.”

E qual seria essa ‘nossa religião’?

Essa “nossa religião” é o Islã.

Mas, note novamente, eles não mencionam isso.

“A malignidade que vimos, os crânios e as aldeias destruídas, a quantidade de mortos nas viagens até a costa e no mar. Os assassinatos em massa cometidos pela tribo ‘Waiyau’, aliada dos muçulmanos, para construir aldeias em outros lugares”.

Então, por que eles capturavam essa gente?

Escravização Islâmica 3Não só para convertê-los ao Islã, mas também para conseguir dinheiro, riqueza para levar para suas aldeias.

“A estranha doença que vi nesta terra parecida com o ‘coração partido’, que ataca pessoas livres, capturadas e feitas escravas. Atribuem sua dor ao coração. Parece que essa ‘depressão’ era a razão porque morriam tantos. Árabes seguidamente ofereciam presentes aos que aceitassem servir como guias até algum ponto distante, mas tão logo se distanciavam de seus amigos, eram subjugados e colocados nos jugos ou cangas de onde não havia escapatória”

Aqui vemos o processo brutal da captura de escravos, na qual eram usados para a prática do jihad contra não muçulmanos. Mas, há outro aspecto nesse negócio de escravos, Muçulmanos só deviam capturar não muçulmanos (Kafirs) para torná-los escravos.

Mas, há muitos casos em tribunais da Lei Islâmica “Sharia” de africanos negros muçulmanos reclamando que traficantes muçulmanos de escravos capturavam negros muçulmanos africanos quando não encontravam “Kafirs“.

Então, nesse negócio de escravos, você não devia capturar gente sua, mas para manter-se no negócio isso era feito. Mas, lembre, traficantes muçulmanos traficavam não só na costa oeste da África, mas também na costa do Mediterrâneo e na costa Leste.

Então, a parte omitida na história da escravidão nas Américas é que eram jihadistas muçulmanos que capturavam africanos para trazê-los e vendê-los para homens brancos em navios de madeira para que chegassem às Américas.

Bill WarnerE isso é realmente estranho, porque quando muçulmanos falam para negros americanos dizendo que o Islã é a religião dos negros e que o Cristianismo é a religião dos brancos.

Podemos ver que africanos sendo capturados por traficantes jihadistas muçulmanos é que começaram todo o processo.

Então, pense nisso.

O que mais sobre sua própria história você não sabe porque envolve o Islã?

Bill Warner

NOTA:
O texto acima foi extraído a partir das legendas deste vídeo do Youtube legendado por Luigi Benesilvi.
Sobre a ocultação do nome do Islã nas matérias históricas, tem um interessante artigo sobre isso chamado “Os Muitos Nomes do Islã”, que pode ser lido neste link.
O diário de Livingstone mencionado no texto pode ser acessado no link:
https://www.gutenberg.org/files/16672/16672-h/16672-h.htm

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 SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS ÁRABES REFERIDAS NO TEXTO:
Jihad (Luta pela causa de Allah)
https://pensa960.wordpress.com/2017/09/03/jihad-luta-pela-causa-de-allah-peter-townsend/
Kufar ou Kafir (não muçulmano)
https://pensa960.wordpress.com/2018/05/13/kufar-descrente-peter-townsend/
Sharia (Lei Islâmica)
https://pensa960.wordpress.com/2018/02/19/lei-islamica-sharia-peter-townsend/
Taqiyya (Mentira)
https://pensa960.wordpress.com/2018/05/13/taqiyya-dissimulacao-peter-townsend/