Organizações Internacionais São Globalistas – Luigi Benesilvi

(07/09/2020)

Todos os dias assistimos jornalistas terminarem suas notícias com frases tipo, “seguem recomendações da OMS”, “atendem a recente resolução da ONU”, “o decreto do governador atende a recomendação da Agenda 2030 de sustentabilidade da ONU”, “o sítio foi declarado patrimônio da humanidade pela UNESCO”, “o evento faz parte da campanha de amparo às crianças, promovido pela UNICEF”. “A resolução foi aprovada pela ONU e condenou Israel por desrespeito aos direitos humanos na Palestina”.

O tom da frase final é que o evento é inquestionavelmente bom para a humanidade, para o país e para as pessoas envolvidas. Ponto Final!

Seriam as ações realmente boas para toda a humanidade?

Será que a ONU é uma organização realmente neutra e imparcial?

Comecemos pela atuação da Organização Mundial da Saúde no caso do Covid-19. A OMS começou escondendo o surgimento do vírus; depois declarou que o surto estava contido e que não era transmissível de pessoa para pessoa. Governadores e prefeitos logo usaram as declarações de fevereiro de 2020 da OMS para tranquilizar o povo e promover o “maior carnaval do Brasil”.

Em março a OMS alarmou o mundo, promovendo a campanha “Fique em Casa”, logo abraçada pelos governadores carnavalescos. Milhares de covas foram abertas para receber os corpos dos mortos pela pandemia. Hospitais de campanha e respiradores foram contratados às pressas, sem licitação. Pessoas foram algemadas e presas por frequentarem praias e parques públicos.

O único tratamento oficial das pessoas contaminadas era: hospitalização, UTI, intubação e sepultamento, para os que não sobrevivessem por suas próprias forças.


Chegaram a prever a morte de mais de um milhão de pessoas no Brasil até agosto de 2020. Estamos em setembro e, mesmo com os exageros de atribuição, o Brasil inteiro soma cerca de 120 mil mortes. Pelas pesquisas recentes, entretanto, esse número seria devido aos exageros de atribuição. As mortes de pessoas saudáveis, causadas realmente pelo Coronavírus, estariam na casa de duas ou três dezenas de milhares.

Médicos foram proibidos de receitarem Hidroxicloroquina e Ivermectina, medicamentos experimentais que estavam apresentando resultados promissores em diversas partes do Mundo. Todas as ações visam o controle absoluto sobre a população pelo medo e pela força, promovidos pelos arautos do pânico da OMS.

Mas na China tudo voltou logo ao “usual normal”.

Vamos pegar a Agenda 2030 da ONU para a “sustentabilidade do mundo”. Nela encontramos a promoção do aborto, ideologia de gênero, liberação de drogas, leniência com criminosos, fronteiras abertas e todo o tipo de interferência na gestão dos países.

E o que acontece quando um sítio ou cidade são declarados “patrimônio da humanidade” pela UNESCO? Recebem dinheiro para sua preservação? Não li que recebam alguma ajuda financeira para sua preservação.

O que acontece é que os gestores e proprietários ficam impedidos de realizarem quaisquer modificações na urbanização e edificações sem licença da UNESCO, sob pena de perderem a condição de “patrimônio da humanidade”.

Pela indicação de referência turística a cidade abre mão da autonomia de realizar autonomamente seu próprio desenvolvimento urbano e arquitetônico.

O Conselho de Direito Humanos da ONU tem uma agenda específica para tratar assuntos relativos à questão palestina, contra Israel, o único país democrático da região, tendo sofrido dezenas de condenações por “violação dos direitos humanos”.

A ONU tem um organismo para tratar exclusivamente a questão de “refugiados palestinos” (UNRWA), concedendo a condição de refugiado a pessoas que nunca residiram na chamada Palestina (Israel, Gaza e Cisjordânia), apenas por serem parentes longínquos de antigos moradores da região. Temos pelo menos três gerações de “refugiados” palestinos residindo em países europeus e americanos.

Só para dar um exemplo do esquerdismo globalista da ONU, seu Secretário-Geral, o português Antônio Gutierres, emitiu um tweet dia 7 de setembro de 2020, com os seguintes dizeres:

“A pandemia do Covid-19 é uma demonstração do que é bem conhecido: milênios de patriarcado resultaram em um mundo dominado por machos, com culturas dominadas por machos, que prejudicaram todos – mulheres, homens, meninas e meninos. – Antônio Guterres”

O tweet é acompanhado por uma imagem dizendo:

“Esta é a ocasião para reconstruir sociedades mais igualitárias, justas e resistentes”.

Os milhares de comentários questionam o que teria a ver uma pandemia originada num país comunista com a história patriarcal da humanidade. Um dos comentários dizia:

“Como todos os bons esquerdistas, a ONU cria divisões e pânico, aproveitando a crise para avançar sua agenda globalista.”

Concluindo: A ONU é formada por cerca de 193 países, sendo que mais de 100 deles são do terceiro mundo (América do Sul, África, Ásia e Oriente Médio), facilmente cooptados por multibilionários globalistas, como Bill Gates, George Soros, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, príncipes muçulmanos e outros; 83 países são governados por regimes totalitários, sendo que 57 deles são regimes totalitários teocráticos muçulmanos.

O objetivo do globalismo é haver:

um único governo;

um único partido;

uma única religião.

Como podemos confiar numa organização dessas?

Luigi Benesilvi

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