A flagrante hipocrisia dos apoiadores da “causa palestina” – Luigi Benesilvi
(11/07/2026)
Durante o jogo de futebol entre a Argentina e o Egito, na copa do mundo de futebol de 2026, o técnico da equipe egípcia, Hossan Hassan, entrou em campo agitando uma bandeira da inexistente nação palestina, em apoio à “causa palestina” e em protesto contra a “opressão” de Israel.

A hipocrisia do gesto é que o Egito construiu uma cerca de várias camadas na sua fronteira com Gaza e controla rigidamente a movimentação dos palestinos nos cruzamentos de acesso a Gaza.
Outro fato revelador é que a Faixa de Gaza foi administrada pelo governo egípcio de 1949 a 1967, período durante o qual não houve movimentos dos habitantes de Gaza pela independência daquele território e nem manifestações mundiais pela “causa palestina”.
Também há o fato que no futebol egípcio, cristãos estão proibidos de atuar em equipes profissionais de futebol, principalmente na seleção do país, embora componham cerca de 10% da população do Egito. O mesmo futebol, cujo técnico ficou revoltado com a discriminação que a equipe dele sofreu no jogo contra a Argentina.

Neste link tem um vídeo legendado do cristão copta egípcio radicado nos Estados Unidos, Raymond Ibrahim, no qual ele traduz as preces que a equipe egípcia fez antes do jogo contra a Argentina, na qual amaldiçoam os judeus e os cristãos de todo o mundo, além das declarações virulentas do técnico egipcio depois do jogo.
Resumindo o teor das preces deles, que costumam repetir várias vezes:
“Guia-nos pelo caminho certo, o caminho daqueles a quem concedeste a graça [muçulmanos], não daqueles que incorreram em Tua ira [judeus] e nem daqueles que se desviaram [Cristãos].” – (Corão 1:7)
Esses dois seguintes são uma crítica direta ao cristianismo, que acredita na Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.
“Ele é Allah, que é Único. Ele não gera nem é gerado, nem Ele tem qualquer igual.” – (Corão 112:1)
“Infiéis são aqueles que dizem que Allah é um numaTrindade. Há apenas um Deus. Se não pararem de dizer isso, os infiéis serão afligidos por um tormento doloroso.” – (Corão 5:73)

A cerca entre o Egito e Gaza tem 14 quilômetros de extensão e mais de 50 metros de largura, com várias camadas de cercas altas, que tornam praticamente impossível a travessia por terra fora dos cruzamentos controlados pelo exército egípcio.

Até os ataques de 7 de outubro de 2023, quando terroristas palestinos invadiram Israel e assassinaram ou sequestraram mais de 1600 pessoas, milhares de palestinos cruzavam diariamente a fronteira para trabalhar em Israel, mas não havia e ainda não há palestinos trabalhando regularmente no Egito.
Na verdade, não há qualquer interesse genuíno para a independência dos palestinos, pois isso foi oferecido várias vezes pela ONU e aceito por Israel, mas recusado todas as vezes pelos representantes dos palestinos.
A “causa palestina” é apenas um subterfúgio para fustigar Israel e cumprir o comando de Maomé de extermínio dos judeus. Isso está escrito nos livros sagrados do Islã.
“A hora do julgamento não chegará enquanto os muçulmanos estiverem combatendo os judeus e terminem por matá-los e mesmo que os judeus se abriguem por detrás de árvores e pedras, cada árvore e cada pedra gritará: Oh! Muçulmano, Oh! Servo de Allah, há um judeu atrás de mim, venha e mate-o; exceto se for a árvore Gharqad, porque ela é uma árvore dos judeus.” – (Sahih Bukhari, volume 4, livro 52, número 176)
Esse último comando faz parte da Constituição do Hamas, grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza. Está no artigo 7 do Estatuto, que pode ser lido neste link.
Luigi Benesilvi
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