As redes sociais estão ajudando a frear a expansão do Islã – Luigi Benesilvi
(16/07/2026)
Antes do surgimento das redes sociais, toda a narrativa sobre o Islã era dominada pelos clérigos muçulmanos, pelos escritores apologistas do Islã e pela mídia convencional.

A exposição das atrocidades cometidas em 7 de outubro de 2023, publicadas nas redes sociais pelos próprios terroristas do Hamas, que inundaram as redes com aquelas cenas chocantes das chacinas que realizaram naquela invasão a Israel, enquanto gritavam “Allahu Akbar”, acabou com a falácia que o “Islã é uma religião da paz”.
Antes disso, lá pelo ano de 2014, o Estado Islâmico já havia mostrado o quanto o Islã é violento e destruidor. Mesmo assim, os apologistas insistiam que o ISIS, como preferiam chamar aquele grupo terrorista, não representava o verdadeiro Islã.
De forma gradual, começaram a aparecer nas redes sociais um número crescente de ex-muçulmanos, alertando os ocidentais sobre os perigos apresentados pelo Islã.
Começaram a aparecer vídeos, artigos e livros de ex-muçulmanos e estudiosos ocidentais, principalmente de instituições cristãs evangélicas, revelando fatos históricos que mostram que o avanço do Islã sempre foi mediante uso de força brutal, intolerância e perseguições aos não muçulmanos.
Atualmente, mesmo nos países mais censuradores, as pessoas podem ter acesso a informações de todo o mundo, usando a internet ou a rede Starlink.
Jovens, muçulmanos ou não muçulmanos, podem ter acesso à literatura original do Islã, traduzida para muitos idiomas.
Além da facilidade da leitura do Corão, que, apesar de conter muita violência, é menos violento que os escritos do Hadith, uma extensa coleção de declarações de pessoas que participaram ou ouviram alguma coisa de alguém que conheceu alguém que assistiu o que Maomé disse ou fez.
Assim, as pessoas podem ficar sabendo que Maomé casou e teve relações sexuais com uma menina de 9 anos de idade; que teve 9 esposas e diversas escravas sexuais; que participou da decapitação de milhares de pessoas; que quebrou acordos de paz; que capturou, comprou e vendeu muitos escravos; que permitia a seus seguidores usarem como escravas sexuais mulheres capturadas em incursões militares e muitas outras coisas mostrando ter sido um cruel Senhor da Guerra.

Todas essas coisas estão documentadas e tornadas públicas online, inclusive em publicações oficiais de entidades islâmicas, como no site “Sunnah.com”.
Vou listar alguma dessas coisas.
A primeira coisa que os livros sagrados dizem é que Maomé é o modelo perfeito a ser seguido por toda a humanidade. O que ele fez ou disse é perfeitamente obrigatório ou permitido, segundo o Corão.
Como Maomé casou e teve relações sexuais com uma menina chamada Aisha, quando ela tinha apenas 9 anos, todos os homens muçulmanos podem casar com crianças, além de poder ter até 4 esposas.
“Narrado por Aisha: O Profeta casou comigo quando eu tinha 6 anos de idade e consumou o casamento quando eu tinha 9 anos. Hisham disse: Fui informado que Aisha permaneceu com o Profeta por 9 anos (ou seja, até a morte dele). ” – (Sahih al-Bukhari 5134)

Uma coisa que Maomé praticou e incentivou seus seguidores a praticarem é o combate ao todos os não seguidores do Islã, principalmente os Judeus e Cristãos.
Segundo o hadith Sahih al-Bukhari 6922, agora os muçulmanos sabem oficialmente que se abandonarem o Islã estão automaticamente condenados à morte.
“Foi narrado que Ibn ‘Abbâs disse: O Mensageiro de Allah disse: Quem mudar de religião, mate-o.“ (Sahih al-Bukhari 6922)
Também sabem que não devem fazer amizade com não muçulmanos, mas podem fingir temporariamente a amizade, se isso for conveniente para se protegerem ou para expandir o Islã.
“Crentes não devem tomar descrentes como amigos ou protetores em lugar de outros crentes. Se alguém fizer isso, não terá mais qualquer ajuda de Allah, a não ser por precaução, para resguardar-se deles ou promover a expansão da fé”. – (Corão 3:28).
Quando pessoas bem esclarecidas querem demonstrar que os países islâmicos são piores que os países ocidentes, fazer a pergunta:
“Se o Islã é tão bom, por que os refugiados e migrantes não vão para países muçulmanos?”
Aqui está a resposta:
Apologistas do Islã costumam citar o verso do Corão 5:32 como prova que o Islã valoriza a vida humana, dizendo:
“Quem mata uma pessoa é como se tivesse matado toda a humanidade e quem salva uma vida é como se tivesse salvado toda a humanidade”.
Mas omitem todo o verso, mostrando que ele se refere apenas aos judeus (Filhos de Israel) e é assim:
“Por isso, prescrevemos aos Filhos de Israel que aquele que matar uma pessoa, sem que esta tenha cometido um crime ou semeado corrupção na terra, será como se tivesse matado toda a humanidade. E quem salvar uma vida será como se tivesse salvo toda a humanidade.” – (Corão 5:32)
Todos podem ficar sabendo que Maomé e seus homens decapitaram mais de 600 homens, depois de ter saqueado a aldeia deles.
“Narrada por Aisha: Nenhuma mulher de Banu Qurayza foi morta, exceto uma. Ela estava comigo, conversando e rindo muito, enquanto o Mensageiro de Allah e seus guerreiros decapitavam com suas espadas os homens daquela tribo. De repente, um homem chamou o nome dela e ela foi levada e decapitada, porque tinha matado um muçulmano. Nunca esquecerei o espanto com ela, que ria muito embora soubesse que seria morta.” – (Hadith Sunan Abi Dawud 2671 e The Life of Muhammad, A. Guillaume, Oxford University Press, 1982, pg. 46369 )

Depois da internet e redes sociais, qualquer pessoa pode ficar sabendo que os países do norte da África, do Marrocos ao Egito, além da Jordânia, Síria e Iraque, tinham suas próprias culturas e idiomas, mas foram forçados a adotar a cultura, o idioma e a religião de seus colonizadores muçulmanos, vindos da Península Arábica.
Graças ao conhecimento da verdadeira história da expansão do Islã, atualmente está havendo significativo esvaziamento do islamismo em países tradicionalmente muçulmanos, como Irã, Iraque, Jordânia e na maioria dos países do norte da África.
Pessoas oriundas do Irã, revelam que mais de 50 mil mesquitas estão fechadas por falta de frequentadores, porque muitos deles estão virando ateus ou aderindo ao Cristianismo ou à antiga religião persa do Zoroastrismo, que têm que praticar clandestinamente.
As estatísticas oficiais nos países tradicionais muçulmanos ainda mostram que a quase a totalidade dos habitantes são muçulmanos, é porque todas as pessoas nascidas nesses países são automaticamente registradas como muçulmanas.
Luigi Benesilvi
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