Nosso universo pode ser uma simulação dentro de um supercomputador do futuro – Luigi Benesilvi

(18/07/2026)

Sobre essa questão de provar ou refutar a existência de Deus, li um artigo de  Nick Bostrom, no qual ele argumenta que, na verdade, podemos estar vivendo dentro de uma gigantesca simulação de computador. Como o artigo contém muitas de fórmulas e símbolos, resolvi fazer um resumo dele.

O autor lança a tese que pelo menos uma das seguintes proposições é verdadeira:

(1) É muito provável que a espécie humana seja extinta antes de atingir um estágio “pós-humano”;

(2) É extremamente improvável que qualquer civilização pós-humana execute um número significativo de simulações de sua história evolutiva (ou variações dela);

(3) Estamos quase certamente vivendo numa simulação de computador. Segue-se que a crença de haver uma chance significativa de um dia nos tornarmos “pós-humanos”, que executam simulações de ancestrais é falsa, a menos que estejamos vivendo atualmente dentro de uma dessas simulações.

Muitos trabalhos de ficção científica, bem como algumas previsões de tecnólogos sérios e futurologistas, preveem que enormes quantidades de poder de computação estarão disponíveis no futuro. Vamos supor que essas previsões estejam corretas. Uma coisa que as gerações posteriores podem fazer com seus computadores superpoderosos é executar simulações detalhadas de seus antepassados ou de pessoas como seus ancestrais.

Como seus computadores seriam tão poderosos, eles poderiam executar muitas dessas simulações. Suponha que essas pessoas simuladas estejam conscientes (como seriam se as simulações fossem suficientemente refinadas e se uma certa posição amplamente aceita na filosofia da mente estiver correta). Então pode ser que a grande maioria das mentes como a nossa não pertença à raça original, mas sim a pessoas simuladas pelos descendentes avançados de uma raça original.

É então possível argumentar que, se este fosse o caso, seríamos racionais em pensar que provavelmente estamos entre as mentes simuladas e não entre as mentes biológicas originais. Portanto, se não pensarmos que estamos vivendo atualmente numa simulação de computador, não temos o direito de acreditar que teremos descendentes que executarão muitas dessas simulações de seus ancestrais. Essa é a ideia básica.

Além do interesse que esta tese pode ter para aqueles que estão envolvidos em especulações futuristas, também há recompensas mais puramente teóricas. O argumento fornece um estímulo para formular algumas questões metodológicas e metafísicas, e sugere analogias naturalistas com certas concepções religiosas tradicionais, que alguns podem achar divertidas ou instigantes.

O autor chega à seguinte conclusão:

Uma civilização “pós-humana” tecnologicamente madura, teria um enorme poder de computação. Com base nesse fato empírico, o argumento da simulação mostra que pelo menos uma das seguintes proposições é verdadeira:

(1) A fração de civilizações de nível humano que atingem um estágio pós-humano está muito próxima de zero;

(2) A fração de civilizações pós-humanas que estão interessadas em executar simulações de ancestrais está muito próxima de zero;

(3) A fração de todas as pessoas com nosso tipo de experiências que estão vivendo numa simulação está muito próxima de um.

Se (1) for verdade, então quase certamente nos extinguiremos antes de chegar à pós-humanidade.

Se (2) for verdade, então deve haver uma forte convergência entre os cursos de civilizações avançadas, de modo que praticamente nenhum contenha indivíduos relativamente ricos que desejem executar simulações de ancestrais e sejam livres para fazê-lo.

Se (3) é verdade, então quase certamente vivemos numa simulação. Na floresta escura de nossa ignorância atual, parece sensato distribuir a credibilidade de alguém aproximadamente uniformemente entre (1), (2) e (3).

A menos que estejamos vivendo agora numa simulação, nossos descendentes quase certamente nunca executarão uma simulação ancestral.

-o-o-o-

O artigo completo, de umas 15 páginas, em inglês, pode ser lido neste link.

Depois de muito pensar sobre esse assunto, estou chegando à conclusão que devemos realmente estar dentro de uma simulação de supercomputador. E, além disso, os criadores da simulação estão disputando um jogo chamado “Bem contra o Mal”, no qual os diversos jogadores podem dar “superpoderes” a seus avatares durante as disputas.

Mas, tem uma pegadinha: Os avatares do Mal podem mentir, fingir, fraudar, trapacear, roubar, corromper-se, perverter-se e assassinar, ao contrário dos avatares do Bem, que só podem “jogar dentro dos limites das 4 linhas”  da ética e das leis.

É certo que, atualmente, os avatares dos jogadores do time do Mal estão em vantagem, basta ver o quanto a malignidade está ganhando força em todo o mundo. “Magistrados” soltando perigosos criminosos reincidentes e prendendo inocentes manifestantes portando bandeiras do Brasil e Bíblias. Homens, mulheres, crianças e idosos, sendo presos até por uma simples publicação de protesto em redes sociais ou apenas escrevendo “Perdeu Mané”, com batom, numa estátua.

E isso está acontecendo um todo o mundo. Na Inglaterra, invasores muçulmanos estão sequestrando e estuprando milhares de meninas brancas, com a conivência das autoridades policiais, que inclusive participam de algumas dessas atividades perversas. É inacreditável, mas documentos apreendidos mostram que as gangues de estupradores até estabeleceram um tal de “Cops Day” (Dia dos Policiais), durante o qual policiais e autoridades são convidados e participam dessas crueis orgias.

O rei Charles III, Chefe e Defensor da Igreja Cristã Anglicana do Reino Unido, acaba de assumir a responsabilidade de defender todas as crenças religiosas, inclusive o Islã. O Papa Leão 14, Chefe e Defensor da Fé Cristã, exorta os fiéis católicos a serem gentis e acolhedores aos muçulmanos, mesmo que estes gritem que “Allah é o Único e Supremo Deus” (Allahu Akbar) e ameacem exterminar os cristãos e judeus de todo o mundo.

Não tenho como não acredicar que estamos dentro de uma simulação e os representantes do Bem estão perdendo feio esse jogo, mesmo com algumas casuais vitórias aqui e ali.

Se a “Divina Providência” favorecesse o Bem, ou pelos menos fosse neutra, não haveria tanta leniência com os avatares do Mal e tanta traição por parte daqueles que deveriam estar defendendo a boa virtude e a Fé Cristã.

Luigi Benesilvi

-o-o-o-

Ir para a Página Principal do Blog
Bitchute: https://www.bitchute.com/channel/ZfQcA8z7Ld2O/

Youtube: http://www.youtube.com/c/LuigiBSilvi

Rumble: https://rumble.com/user/Benesilvi

Twitter (X): @spacelad43

Contato: spacelad43@gmail.com