Mesquitas são muito diferentes das nossas igrejas e templos religiosos – Luigi Benesilvi
(10/09/2026)
Temos o costume de pensar que as mesquitas são equivalentes às nossas igrejas ou templos religiosos, mas elas são muito mais do que simples locais de oração, como bem mostra o poema do muçulmano presidente da Turquia.

“As mesquitas são nossos quartéis, as cúpulas são nossos capacetes, os minaretes nossas baionetas e os fiéis nossos soldados” – (Recep Tayyip Erdogan – Presidente da Turquia)
Também pensamos que os terroristas são apenas grupos de radicais e não representam a grande maioria dos pacíficos muçulmanos moderados.
Erdogan também esclareceu isso quando declarou:
“Não existe Islã moderado ou radical. Só existe o Islã. E o Islã é isso.”
Em 1928 foi criado um movimento chamado de “Irmandade Muçulmana”, que estabeleceu um plano de longo prazo para a conquista do Ocidente. Um resumo do plano pode ser visto neste link.
Como parte desse plano eles passaram a escolher alguma cidade de um país não muçulmano e lá constroem uma modesta mesquita. Algum tempo depois constroem uma pequena escola, parecida com outra escola qualquer. Só que a escola deles não é apenas para alfabetizar as crianças. A principal tarefa dela é a formação de futuros devotos muçulmanos. As escolas muçulmanas são chamadas de “Madrassas”.
Aproveitam todas as liberdades concedidas pela democracia para avançar a expansão do Islã. Essa é a visão deles sobre a democracia.
“Democracia é como um trem. Você anda nele até chegar ao seu destino, então lá você desce dele.” – (Recep Tayyip Erdogan)
Algum tempo depois acrescentam um “Centro de Estudos Islâmicos”, pelo qual promovem debates e conferências para mostrar que o Islã é uma religião de paz, tolerante e ecumênica, como a conferência que ocorreu recentemente em São Paulo, cuja notícia pode ser vista neste link do Youtube.
As mesquitas são usadas para expansão do Islã de todas as formas possíveis, inclusive para armazenamento de armas e munições e treinamento de combatentes, como o exército de Israel descobriu no sul do Líbano e em Gaza.

Instintivamente os ocidentais se sentem compelidos a tolerar esses enclaves islâmicos para não serem taxados de “islamofóbicos”, “racistas” ou “xenófobos”.
Assim, estamos vendo o que está ocorrendo em países europeus, nos quais bairros inteiros estão sendo administrados por entidades islâmicas e onde vigora a Leis Islâmica Sharia. Todos eles começaram com a construção de uma pequena mesquita e uma escolinha.
Alguns podem argumentar que a Igreja Católica também tem sua Lei Canônica, só que essa lei trata apenas de batizados, casamentos e outros aspectos, que só tem validade religiosa e não interferem na vida civil dos indivíduos.
Já a Sharia atua também na esfera política e civil, criando obrigações e deveres aos muçulmanos (em algumas ocasiões também aos não muçulmanos), ensejando punições severas aos desobedientes.
Todas essas coisas acontecem a partir das mesquitas, que são como fortalezas e centros de comando de todas as operações.
Mencionei alguns exemplos das palavras do Erdogan, um muçulmano considerado “moderado”, sendo a Turquia um país membro da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Sejam muçulmanos sunitas, liderados pelos ayatollahs do Irã ou muçulmanos Sunitas, liderados pelos xeiques da Arábia Saudita, que se matam mutuamente por causa de sucessão de Maomé, mas quando se trata de infiéis, todos têm a mesma consideração em seu mais sagrado livro comum:
“Combatei aqueles que não creem em Allah, nem no Dia do Juízo Final, nem proíbem o que Allah e o Seu Mensageiro proibiram, nem professam a religião da verdade, dentre aqueles que receberam o Livro [Judeus e Cristãos], até que paguem a Jizya (imposto de vassalagem) de suas próprias mãos, sentindo-se subjugados e humilhados (dhimmis).” – (Corão 9:29)
Desde pequenos, todos os muçulmanos são ensinados sobre a importância de seguirem os comandos de Maomé e atuar intensamente para angariar mais adeptos para o Islã, usando todos os meios disponíveis.
E tudo começa numa escolinha ao lado de uma modesta mesquita em algum bairro periférico de alguma cidadezinha de um país não muçulmano.
Felizmente para nós, está ocorrendo um forte movimento dentro do Islã, principalmente entre os mais jovens, que estão conseguindo tomar conhecimento das inconsistências daquela ideologia, graças ao acesso à internet. Neste link pode ser lida a descrição de como esse movimento está acontecendo bem dentro dos principais países muçulmanos, que está freando a expansão do Islã.
Luigi Benesilvi
-o-o-o-
Ir para a Página Principal do Blog
Bitchute: https://www.bitchute.com/channel/ZfQcA8z7Ld2O/
Youtube: http://www.youtube.com/c/LuigiBSilvi
Rumble: https://rumble.com/user/Benesilvi
Twitter (X): @spacelad43
Contato: spacelad43@gmail.com
