Prelado Denuncia as Falsas Narrativas da Emergência Pandêmica

(17/10/2021)


Caros amigos, vocês se reuniram neste dia aqui na Praça do Povo e em muitas praças da Itália, como fizeram centenas de milhares de pessoas de todo mundo, manifestando oposição à implantação de uma tirania global.

Milhões de cidadãos de todas as nações, no silêncio ensurdecedor da mídia, há meses gritam o próprio NÃO!

Não à loucura pandêmica. Não aos “lockdowns”. Não aos toques de recolher. Não à imposição da vacinação. Não aos passaportes sanitários. Não à chantagem de um poder totalitário, a serviço da elite.

São decorridos quase 2 anos deste pesadelo totalitário. Entramos num labirinto. Passo a passo. No início eram as máscaras em lugares fechados, depois vieram os “lockdowns”, com auto certificações, depois veio o toque de recolher, lembram?

Cada vez que cometem abusos, que podem parecer justificados pela emergência, aceitamos de retirarem um pedaço de liberdade.

Passo a passo, nos impediram de ir à igreja; de sairmos de casa; de trabalhar; de ir à escola; de visitarmos nossos entes queridos e até aos nossos parentes moribundos em hospitais. Passo a passo.

A uma certa hora da noite, nas nossas estradas se viam somente os entregadores fazendo entregas da Amazon e “Just Eat”. Novas vítimas do Grande Reinício; novos escravos do Sistema.

Junto a tantos pequenos empreendedores; a proprietários de lojas, bares e restaurantes, compelidos à falência, do norte ao sul, ilegítimas e contraproducentes, sem falar do distúrbio psicológico que atingiu muitos de nós; dos mais jovens aos mais idosos. Muitos privados de quaisquer contatos sociais e outros reclusos em asilos, sem tratamento, condenados à morte por um protocolo ministerial.


Passo a passo, nos habituamos à ideia que uma comissão “técnico-científica” pudesse decidir (assim ao menos nos disseram, que o vírus circulava somente depois das 18 horas e que contagiava em bares, só os clientes em pé e não aqueles sentados; que contagiava nas igrejas ou nos museus, mas não nos trens ou ônibus cheios de estudantes.

Passo a passo, nos fizeram acreditar que uma gripe sazonal como qualquer outro coronavírus, pudesse matar milhares de pessoas sem, porém, dizer-nos que os clínicos gerais, nos departamentos hospitalares, foram proibidos a administrarem tratamentos, esperando assim que a doença se agravasse.

Não nos disserem que o Covid, sob indicação da autoridade sanitária, devesse ser tratado como uma doença pulmonar, entretanto é uma doença de origem circulatória.

Não nos disseram que haviam proibido as autópsias e que os cadáveres eram cremados para impedir conhecer as causas da doença e entender como tratá-la.

Mas, no entanto, nos mostravam os caminhões militares do General Francesco Figliuolo, carregados de “cadáveres” e se omitiam de explicar que aqueles caminhões continham alguns poucos caixões, armazenados em Bérgamo, depois de um período em que às pompas fúnebres, era proibido a retirarem os corpos e de organizarem os funerais.

Mas qual foi o impacto sobre uma inteira população?

Confinada em casa, na frente do televisor, hipnotizada pelo terrorismo mediático, cientificamente planejado, segundo os princípios da propaganda.

Pensem nos idosos, longe de seus entes queridos, privados de qualquer conforto, mesmo espiritual.

Foi proibido o acesso também aos padres, até para administrarem a extrema-unção. Idosos são obrigados a sofrer esse martelamento diário, a verem morrer algum vizinho de leito; a assistirem o desespero de pessoas ainda mais solitárias que eles.


Hoje descobrimos que a administração do Propofol, um anestésico que serve para induzir o coma farmacológico, não era somente aplicado pelo médico de base de Montechiari, preso por homicídio doloso, mas era prática comum em todos os hospitais, como confirmou, numa entrevista, o presidente da Associação dos médicos de base e como assinalou o Dr. Stefano Scoglio.

Na prática, estão nos dizendo com a máxima tranquilidade que no ano passado, os doentes graves de Covid, antes de serem intubados, eram sedados com o Propofol, sabendo que isso lhes causaria a morte e nos dizem com um modo assim despudorado porque, evidentemente, são persuadidos que nenhum de nós teria qualquer objeção; que nenhum magistrado abrirá uma investigação; que nenhum jornalista denunciará esse enésimo escândalo; que nenhum político ousará criticar o primeiro-ministro ou o ministro da saúde.

Passo a passo, chegamos a sermos constritos, para não perder o emprego e para poder praticar as atividades normais, a apresentar um documento, o “Passaporte Sanitário”, que certifica o estado de saúde dos vacinados, contagiosos e contagiáveis, e de resultado negativo dos testes substancialmente não confiáveis.

Porque, como sabeis, a vacina não protege do contágio e os testes não garantem que o resultado corresponde à realidade.

E para que coisa?

Por uma gripe que podemos tratar e que em muitos casos foi tratada com sucesso documentado onde o permitiram fazer isso, mas que deve ser incurável, para poder legitimar a experimentação da vacina fora das normas ordinárias.

E sempre nos dias de hoje, dias em que a verdade parece vir mais para a luz, aprendemos das declarações de alguns médicos, que os testes, sobre a base dos quais fomos confinados em casa ou submetidos à ridículas e extenuantes quarentenas, os testes que nos impuseram para revelar os casos de positivos, para usarem nas famosas estatísticas dos especialistas, não são confiáveis.

E nos dizem isso hoje, impunemente depois de causarem a ruína da economia, o tecido social e o equilíbrio psicofísico de uma inteira nação.

Mas se aqueles testes não servem hoje, não serviam, nem ontem e o dizem não só os contestadores, mas também os próprios inventores, dizendo que não havia diagnóstico de uso.

Mas se, como hoje, precisam legitimar os testes, porque constituem a única alternativa, mesmo sendo muito cara, à inoculação do fluído genético experimental, eis que, magicamente, não são mais necessários, quando antes eram necessários, por lei.

Mencionei há pouco o labirinto, no qual entramos, mais precisamente, um labirinto, no qual nos encontramos, seguindo aqueles que prometeram fazer-nos sair, sabendo muito bem que não há saída,

A cada passo que completamos entrando nos meandros desse labirinto, nos afastamos e nos perdemos, porque este é um labirinto, um intrincado de afirmações pseudocientíficas, de contradições lógicas e declarações dogmáticas, dogmas proclamados pelos novos sacerdotes do Covid; do Sinédrio Pandêmico.

Não há nada de consequencial e racional naquilo que nos é dito. E é exatamente por acreditarmos que o que nos contam tenha sentido, que entramos cada vez mais no labirinto.

Nos vacinamos para salvar os frágeis e os idosos, que não podiam vacinar-se, nos diziam eles, enquanto vacinavam os frágeis e os idosos. Vacinamo-nos para podermos remover a máscara e recomeçar a viver. E pouco depois descobrimos, que não só tínhamos que usar a máscara, mas que uma dose da vacina não era mais suficiente e nem mesmo duas, ou talvez nem mesmo três.

No entanto, os frágeis e os idosos morrem de Covid, também depois da segunda dose. E se sobrevivem é porque nos hospitais – desmintam-me se conseguirem.

Há algum tempo, aos doentes de Covid se administra a Azitromicina, fazendo parecer ser contra parasitas intestinais, mas sabendo muito bem que serve contra o vírus, para não atacar a credibilidade das vacinas e não certamente pela saúde dos pacientes.

Temos que sair desse labirinto, caros amigos, mas não podemos sair, evitando protestar contra o Passaporte Sanitário, que é só o mais recente instrumento de repressão e certamente. não será o último.

Certo que o “Green Pass” é uma aberração jurídica e uma odiosa chantagem, prova do uso como pretexto do alarme pandêmico.

Mas mesmo que revogassem o Passaporte Sanitário, permanece o absurdo de considerar mortal um vírus tratável, que não fez mais mortes daquelas dos anos passados

O absurdo de usar máscara, que não só não serve para nada, pela mesma admissão dos especialistas e que, ao contrário, provoca doenças pulmonares graves e patologias cerebrais

O absurdo de considerar a vacina, um fármaco, que não serve para dar imunidade e que mostra causar efeitos colaterais tão graves, de superar em apenas alguns meses de administração as mortes de todas as vacinas dos últimos 10 anos.

O absurdo de deixar inocular-nos com um fármaco experimental, que age no nosso DNA, tornando-nos organismos geneticamente modificados. O absurdo de seguir orientações e protocolos, que parecem escritos por bruxos e não por médicos conscienciosos, vista a série de contraordens, que já beiram ao patético.


O absurdo de computar seriamente e pacatamente, com afirmações escandalosas e tão falsas, de não merecerem resposta.

Aquela do Mário Draghi: “Quem se vacina se salva, quem não se vacina morre”, é uma mentira. Aquilo que Draghi afirma, que os vacinados não morrem de Covid é totalmente falso, como é falso afirmar que o Covid é uma doença mortal e se torna fatal somente se não é tratado.

E é falso que não existem tratamentos, porque aqueles tratamentos tão desacreditados, são hoje usadas pelas próprias autoridades europeias, de forma preventiva, nos refugiados afegãos, que recebemos algumas semanas atrás.

É tudo falso. São falsos os dados sobre os mortos por Covid. É falsa a confiabilidade dos testes. Falsa é a eficácia e a não perigosidade das vacinas. Falsas são as recuperações das terapias intensivas. Falsa é a não correlação entre os “male-súbitos” que atingem os vacinados.

São falsos os alarmes dos telejornais Falsos os serviços dos programas de entretimento em que intervém os “especialistas” de sempre o desinfetante ViruStar. Falsas são as previsões dos especialistas estatísticos.

Vamos sair do labirinto. Refutemos a narrativa mediática, talvez decidindo desligar o televisor, que hoje se transformou num Tabernáculo infernal.

Rompamos o curto-circuito lógico de quem pretende ter nossa concordância, também quando mente despudoradamente.

E para sair do labirinto, caros amigos, temos que enxergar as coisas com um olhar que não se limite aos fatos isolados, mas ver tudo num quadro mais amplo, no qual a pandemia é um instrumento de engenharia social, provocado a dar-te com o objetivo de levar você o “Green Pass”; ao controle total; às limitações das liberdades naturais e constitucionais, em nome de uma “grande reinicialização”, que nenhum de nós quer e ninguém nunca pediu para votar.

Que concentra a riqueza nas mãos de uma elite aquela dos “filantropos” capitalistas, como Bill Gates e George Soros, que consideram o resto da humanidade como um reservatório de escravos e clientes aos quais dar aquele mínimo de dinheiro, criado do nada e considerá-lo como débito próprio deles mesmos, que serve para permitir para eles comprarem os bens que eles mesmos produzem.

Bens produzidos com mão de obra a baixo custo, bem entendido, compelidos a fazerem de tudo para sobreviver, enquanto eles se preparam para vender-nos também o ar, a água e a luz do sol, talvez com o pretexto da emergência verde, com ajuda das ridículas “Fridays for the future“, da Greta Thunberg.

Saiamos do labirinto, reconhecendo que é um problema de autoridade. Autoridade civil, que não promove o bem comum dos cidadãos e a Autoridade religiosa, que não só parou de ocupar-se da salvação eterna dos fiéis, mas os entrega na boca de um dragão infernal.

Saiamos do labirinto, aprendendo a usar um juízo crítico; a não se deixar enganar de quem tem um currículo de tais abusos, mentiras e crimes, de não deixar a suposição de que se comportará diferente conosco.

Saiamos do labirinto, compreendendo que estamos uma guerra mundial, combatida, não com armas reais, mas sim com armas não convencionais, como a censura das informações; a subjugação dos médicos; a cumplicidade de políticos, magistrados e forças militares.

Uma guerra que deixa em seu caminho vítimas inocentes; que destrói a sociedade; que golpeia as pessoas na alma, antes mesmo do que no corpo

Guerra, que foi declarada contra tudo o que significa a nossa civilização; a nossa cultura; a nossa fé e os nossos valores. Uma guerra entre a luz e as trevas, entre o bem e o mal.

A eles não importa nada da nossa saúde, como não importa preservar o ambiente ou de promover a paz.

Segundo alguns, como o “sinistro”, desculpe, o ministro Roberto Cingolani, mais da metade de nós, seres humanos, devemos desaparecer, porque somos parasitas para o planeta.

E é o próprio que teoriza o despovoamento do planeta, recorrendo às novas vacinas, ao aborto, à eutanásia e à esterilização de massa. Que vê isso que propõe, como benefício filantrópico.  E distribuem vacinas eficazes próprias para isso.

E todos aqueles que, a vários títulos, se venderam a estes “filantropos”, nos pedem para acreditarmos na ciência, hoje pela Covid, amanhã pelo aquecimento global, renunciando à razão em nome de um consenso comportamental, que se encaminha ao suicídio.

Saiamos do labirinto. Não podemos vencer uma partida, quando as regras podem a qualquer momento, serem alteradas pelos nossos adversários.

Monsenhor Carlo Maria Viganó

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NOTA

O texto acima foi extraído deste vídeo do Youtube, cujo título é “Prelado Denuncia a Farsa das Narrativas da Emergência Pandêmica”, legendado por Luigi Benesilvi. O vídeo original, em italiano, foi publicado dia 10 de outubro de 2021, com o título de “O Green Pass é Apenas Um Instrumento de Repressão

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