A maioria dos políticos brasileiros é composta de analfabetos funcionais

(08/05/2022)

O analfabetismo funcional é uma expressão que surgiu nos EUA na década de 1930 e significava a pessoa que sabia executar seu trabalho, mas não entendia porque fazia. E também não conseguia elaborar um currículo.

Analfabeto funcional, hoje, é a pessoa que não entende sequer o significado das palavras, e por não entender o significado das palavras não entende o significado das coisas, o referente.

Exemplo: o senador Renan Calheiros, na CPI da Covid, falava em “vacinação compulsória”, mas não sabia o significado da palavra “compulsório”. Na cabeça dele, compulsório significava coisa parecida com aleatório, uma semelhança de som, fonemas.

Ele falava “vacinação compulsória” achando que isso significava “se vacina quem quiser”.

Percebem o estrago na realidade?

Compulsório, neste sentido, significa obrigatório.

O senador Humcerto Bosta postou no Twitter: “Não tenho substantivos para qualificar esse governo”.

Não tem mesmo, o que qualifica é o adjetivo. O jumento não sabe o que é substantivo e adjetivo.

Na CPI da Covid, a “cientista” Natália Pasternak disse que “não há correlação entre o tratamento precoce e a cura da covid, porque correlação são duas coisas que acontecem ao mesmo tempo”. E depois, em entrevista a jornais, ela repetiu isso.

Essa imbecil não sabe o significado da palavra correlação. Não sabe interpretar um artigo científico.

O senador Fabiano Contarato falou “vou fazer uma meia culpa, talvez uma culpa inteira”. O jumento ouviu ou leu a expressão latina “mea culpa” que significa assumir minha culpa, minha máxima culpa, mas não teve gosto pelo conhecimento em saber o significado da expressão e falou essa bobagem.

Posso citar vários outros exemplos de pessoas “proeminentes” no Brasil que são analfabetos funcionais.

Olavo tem razão.

Analfabetos funcionais não são coitadinhos, são animais perigosíssimos porque não sabem sequer o significado das palavras e, por conseguinte, não sabem o significado da coisa em si, o referente na realidade.

Em se tratando de “políticos”, essas pessoas escrevem leis que determinam o comportamento da sociedade. Uma lei é um texto escrito e essas pessoas não sabem o que estão escrevendo, não sabem sequer o que falam.

E isso independe do espectro político.

O Deputado Feliciano entrou com um projeto para regulamentar as redes sociais e depois o retirou. Tal projeto era tudo o que a esquerda queria.

A maioria dos 513 deputados federais e 81 senadores são analfabetos funcionais, mas estão fazendo leis.

Essas pessoas tem aversão ao conhecimento, não querem sequer consultar um dicionário que é onde está a convenção da língua.

O brasileiro, neste sentido, o “bostileiro”, é um palpiteiro desgraçado, fala coisas sem sentido, ilógicas.

Não sabe e nem procura saber.

A ignorância é fonte de autoridade intelectual.

O “bostileiro” tem aversão ao conhecimento até nas coisas mais simples… e o “bostileiro” é maioria no Brasil.

Sequer sabe consultar um dicionário.

É uma coisa impressionante.

Irado, furioso com tudo!

@JulioHe70430612

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NOTA

Retirei este texto de um tweet publicado dia 8 de maio de 2022, que achei tão apropriado, que resolvi publicá-lo aqui no meu blog. Concordo plenamente com o autor.

O cara que publicou tem no nome de “Irado, furioso com tudo!” e identificação de “@JulioHe70430612”. O avatar que ele usa é este aqui

Este é o link do mencionado tweet: https://twitter.com/juliohe70430612/status/1523139483553570817?s=28&t=UtMOBi-49QOdk4cU5xdQ8A

Luigi Benesilvi

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