Diferenças entre socialismo e comunismo – Dinesh D’Souza

(08/12/2022)

Uma boa maneira de raciocinar a respeito das diferenças entre socialismo e comunismo é pensar que o comunismo é um sistema político e o socialismo é, grosso modo, um sistema econômico.

São primos e se dão muito bem juntos.

A União Soviética era comunista e socialista e num determinado momento se livrou de ambos. Agora a Rússia tem um tipo de capitalismo de gangues, mas não é comunista e nem socialista.

A China era uma sociedade comunista e socialista. Mas abandonou o socialismo, movendo-se para um tipo peculiar de sistema de mercado, um sistema de mercado controlado pelo governo. Apesar disso, é um relativo sistema de livre mercado, que manteve a estrutura política comunista intacta.

Então, na China não há democracia, não há eleições livres, onde o Estado controla tudo na vida das pessoas, mas elas podem trabalhar, ficar milionárias, fabricar produtos e ganhar muito dinheiro.

Então, a China é um bom exemplo de um modo de preservação do comunismo, com abandono do socialismo.

A China oferece uma barganha às pessoas, dizendo que elas já foram pobres, desesperadamente famintos camponeses durante milênios e o comunismo oferece em troca, basicamente, encher seus estômagos, mas elas têm que abrir mão de falar de seus direitos, porque o governo está propiciando algo que elas nunca tiveram.

O governo comunista tenta assim manter os chineses felizes com essa barganha e essa é a questão.

Vamos ao caso do Coronavírus, sabe, a esquerda precisa atualmente de uma política do medo, porque essa é a única maneira que tem para tentar manter as pessoas o tempo todo numa espécie de transe coletivo.

Karl Marx pensava não ser necessário nada disso. Ele pensava que a Revolução era uma coisa científica e aconteceria automaticamente. Não precisariam sequer lutar por ela, porque ela aconteceria naturalmente pelas leis da história.

Mas em nenhum lugar do mundo os operários se revoltaram contra a classe capitalista, nem no tempo de Marx e nem em qualquer lugar do mundo até hoje.

A esquerda percebeu que Marx estava errado em relação a isso e que não há nada de científico no socialismo.

O que a esquerda precisa para prosperar é de uma política de manter as pessoas em estado de pânico.

Assim nos anos de 1970 a esquerda clamava “estamos ficando sem comida”. Nos anos de 1980 mudou para “vamos ter um apocalipse nuclear”. Nos anos de 1990 passou a clamar “a camada de ozônio está acabando e a terra está ficando sem proteção contra os mortíferos raios cósmicos”.

Nos últimos 20 anos gritam que está havendo rápidas “mudanças climáticas, aquecimento global e os oceanos estão subindo aceleradamente”.

Agora é a vez do Coronavírus. A forma é sempre a mesma. Querem silenciar as pessoas racionais e criar um estouro de multidões, porque as multidões se comportam diferente de indivíduos racionais.

Se puderem levar as pessoas a pensar que suas vidas estão em grave perigo e que elas têm que correr, então elas se comportarão e farão coisas absurdas, submetendo-se às suas narrativas irracionais.

São coisas assim que fazem a esquerda prosperar.

Dinesh D’Souza

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NOTA

O texto acima foi extraído das legendas deste vídeo, que circulou nas redes sociais em meados de 2020, legendado por Luigi Benesilvi.

Dinesh D’Souza é um jornalista e ativista político conservador de origem indiana, residente e naturalizado nos Estados Unidos. A mídia tradicional o apresenta injustamente como um radical de “extrema-direita”, como pode ser lido neste link da wikipedia.

Soube que Dinesh foi o único cidadão em toda a história dos Estados Unidos, a ser preso, sob a pretexto de ter feito contribuições políticas ilegais, coisa muito comum nos EUA. Foi condenado e preso durante o governo do socialista Barack Obama. Tendo sido integralmente perdoado por Donald Trump.

Luigi Benesilvi

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