Papa parece ignorar que muçulmanos são proibidos de fazer amizade verdadeira com cristãos – Luigi Benesilvi
(03/05/2026)
Em dezembro de 2025 perguntaram ao Papa Leão XIV, neste vídeo legendado, o que ele achava do temor dos cristãos em relação à ameaça representada pelo Islã.

Depois de um breve palavreado politicamente correto, acusando os conservadores de espalharem indevidamente esse medo na Europa, o Papa esclareceu:
“Estive na Turquia e no Líbano e diversos muçulmanos manifestaram ter interesse em viver em paz com os cristãos. O Líbano é o exemplo perfeito da convivência pacífica entre cristãos e muçulmanos. Trabalham juntos na reconstrução de aldeias destruídas. Gostaria de ver o mesmo acontecendo na Europa e nos Estados Unidos. Cristãos devem ter um pouco menos de medo do Islã.”
O Papa parece não reconhecer que o Líbano tinha maioria cristã antes da guerra civil de 1975, que durou uns 30 anos e hoje os cristãos são menos de 20% da população. E o pior é que o grupo terrorista muçulmano xiita, Hezbollah, patrocinado pelos Ayatollahs iranianos, tem um exército próprio dentro do Líbano e domina quase toda a parte do país, de Beirute até a fronteira de Israel, de onde costuma atacar com drones e mísseis.
O Papa parece também desconhecer que diversos comandos dos livros sagrados do Islã não permitem que muçulmanos colaborem ou sejam amigos verdadeiros de não muçulmanos.

A primeira e maior referência disso é o que está escrito no verso do Corão 3:23
“Realmente, tendes no Mensageiro de Allah um excelente exemplo para aqueles que esperam contemplar Allah, deparar-se com o Dia do Juízo Final, e invocam Allah frequentemente.” (Corão 33:23)
Esse verso comanda aos muçulmanos fazerem tudo o que Maomé disse, fez, presenciou ou ficou sabendo de algum evento, sem interferir. E Maomé odiava judeus e cristãos.
Há caso de alguém contar a Maomé que alguns muçulmanos foram na noite anterior ao cemitério judeu e profanaram algumas sepulturas e desenterraram um judeu que tinha falecido recentemente e Maomé apenas sorriu e nada disse. A partir de então ficou permitido profanar sepulturas de judeus.
Outro comando permite aos muçulmanos fingirem amizade com não muçulmanos para se protegerem ou promoverem a expansão do Islã. É a chamada doutrina da “Taqiyya”.
“Crentes não devem tomar descrentes como amigos ou protetores em lugar de outros crentes. Se alguém fizer isso, não terá mais qualquer ajuda de Allah, a não ser que o faça por precaução, para resguardar-se deles ou promover a expansão da fé”. (Corão 3:28).
Por esse verso os muçulmanos devotos não devem ser amigos autênticos de não muçulmanos.
Uma vez, Maomé estava tendo problemas nos assaltos que a turma dele fazia às caravanas de Mecca, por causa das fortes reações dos politeístas, agora mais bem precavidos. Então assinou com eles um “tratado de não agressão”, com duração de 10 anos, na localidade de al-Hudaibiyah.
“Então o Profeta chamou ‘Ali ibn Abi Talib e disse: Escreva: Em nome de Allah, o Misericordioso, o Compassivo. […] Concluíram o tratado com a condição de que a guerra seria suspensa entre eles por dez anos, durante os quais as pessoas viveriam em segurança e se absteriam de lutar umas contra as outras…” – (Trechos do Hadith Sahih al-Bukhari 2731 sobre “Tratado de Hudabiyah”)

As condições desse tratado estão descritas em vários e longos hadiths, dentre os quais estão o Sahih al-Bukhari 2731 e Sahih Muslim 4401 e 4402.
Logo que assinou o tratado, Maomé tratou de reforçar seu exército e atacou Mecca depois de apenas dois anos e a conquistou quase sem resistência, pois os meccanos confiaram no tratado e não esperavam um ataque traiçoeiro antes do fim do prazo do estipulado.
Se observar bem, as propostas de acordos e tratados que atualmente os muçulmanos fazem ou aceitam, têm quase sempre a validade de 10 anos, porque preferem fazer as coisas do jeito que Maomé fez, como está comandado no verso Corão 3:23.
Assim foi feito no “Acordo de Oslo”, de 1993, no qual Yasser Arafaf, então chefe da Organização de Libertação da Palestina, assinou um tratado de não agressão com duração de 10 anos com Israel e o descumpriu depois de alguns anos. Assim também foi o acordo que o Irã fez com o então presidente dos estados Unidos, Barack Obama, sobre a pausa na produção de componentes para bombas nucleares durante 10 anos, que nunca cumpriu.
O Islã tem uma forma maligna de usar a dualidade, afirmando que os versos revelados mais tarde suplantam os versos anteriores, mas que ambos são válidos, de acordo com as circunstâncias.

“E quando ab-rogamos um verso por outro, e Allah bem sabe o que revela, dizem-te: Tu és dele um forjador! Porém, a maioria deles nada sabe.” – (Corão 16:101)
O verso 9:29 é um dos mais tardiamente revelados, suplantando portanto todos os versos anteriores e ele diz claramente que os muçulmanos devem combater todos os não muçulmanos, especialmente os cristãos e judeus.
“Combatam aqueles que não creem em Allah, nem no Dia do Juízo Final, nem proíbem o que Allah e o Seu Mensageiro proibiram, nem professam a religião da verdade, dentre aqueles que receberam o Livro [judeus e cristãos], até que paguem a jizya (imposto de vassalagem) de suas próprias mãos, sentindo-se subjugados e humilhados (dhimmis).” – (Corão 9:29)

“Quando a oportunidade surgir, matem os infiéis onde puder encontrá-los; matem os idólatras, onde quer que os encontrem; espreitai-os, acossai-os e capturai-os…”. – (Corão 9:5)
Os apologistas gostam de vir com essa conversa de “O Islã é uma religião da paz”, citando alguns versos pacíficos antigos, tipo:
“Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Allah, Ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, porque Allah é Oniouvinte, Sapientíssimo.” – (Corão 2:256)
“Dize: Ó incrédulos. Não adoro o que adorais. Nem vós adorais o que eu adoro. E jamais adorarei o que vós adorais. Nem vós adorareis o que eu adoro. Vós tendes a vossa religião e eu tenho a minha” – (Corão 109:1-6)
Mas, o que vale, na verdade, são os versos violentos mais tardios, tipo Corão 9:5 e 9:29
Luigi Benesilvi
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