Maomé sempre foi contra a liberdade de expressão – Peter Townsend
(21/08/2026)
Os apologistas muçulmanos modernos, buscando dar uma repaginada na imagem de seu “profeta”, frequentemente insistem que Maomé era um defensor dos direitos humanos.

Considerando isso, temos o direito de perguntar como Maomé teria reagido àqueles que ameaçam e, em alguns casos, matam pessoas (como os cartunistas da revista francesa Charlie Hebdo) por “insultá-lo”, ao desenhar uma caricatura dele.
Não é difícil chegar à resposta e as implicações são arrepiantes.
Talvez a crítica mais famosa de Maomé durante sua vida tenha sido uma poetisa chamada Asma bint Marwan, que escreveu versos satíricos contra ele. Maomé não gostou nada disso (para dizer o mínimo) e garantiu que ela fosse silenciada da maneira mais brutal possível.
Ibn Ishaq, relata a história:
“Quando o apóstolo ouviu o que ela havia dito, perguntou: ‘Quem me livrará da filha de Marwan?’ Umayr ibn Adiy al-Khatmi, o ouviu e, naquela mesma noite, foi à casa dela e a matou. De manhã, voltou ao apóstolo e contou-lhe o que havia feito, e Maomé disse: ‘Você ajudou Allah e ao Seu apóstolo, ó Umayr!’ Quando perguntou se teria que arcar com alguma consequência negativa, o apóstolo respondeu: ‘Nem duas cabras brigariam por ela’, então Umayr retornou ao seu povo .” – (Trecho da biografia de Maomé – Uma Tradução de “Sirat Rasul Allah”, de Ishaq, p. 675-676, A. Guillaume, Oxford University Press)
O terror e o medo causados pelas ações de Maomé rapidamente convenceram o povo da tribo de sua vítima a abraçar o Islã. Seria isso fruto de uma profunda convicção? Não é assim que Ibn Ishaq relata:
“No dia seguinte à morte de Bint Marwan, os homens de B. Khatma se tornaram muçulmanos porque viram o poder do Islã ”.
O assassinato de adversários faz parte do Corão.
“Em verdade, para aqueles que ofendem Allah e Seu Mensageiro, Allah os amaldiçoa, neste mundo e no outro e tem-lhes preparado um afrontoso castigo. – (Corao 33:57)

De acordo com o Sahih Bukhari (Volume 4, Livro 52, Hadith 220), Maomé declarou:
“Fui vitorioso pelo terror lançado nos corações dos inimigos”.
Parece ser exatamente isso que aconteceu com os homens da tribo de Asma Bint Marwan. Sua morte lançou terror em seus corações, levando-os a se converterem ao Islã às pressas.
Não é exatamente um defensor dos direitos humanos e da liberdade de expressão, você há de concordar. Este é apenas um dos muitos exemplos de como o “profeta”, frequentemente retratado como uma figura semelhante a Gandhi para o benefício de ocidentais ingênuos, agiu mais como um chefe da máfia do que como um grande líder espiritual.
Portanto, da próxima vez que você ouvir um amigo expressar surpresa com as reações frequentemente violentas às críticas ao Islã, por favor, tenha a gentileza de indicar a ele ou ela a fonte do próprio “exemplo perfeito “, expresso no verso Corão 33:21.
“Certamente, tendes no Mensageiro de Allah um excelente exemplo para ser seguido por quem tem esperança em Allah e no Dia do Juízo Final e menciona Allah com frequência.” – (Corão 33:21)

Os muçulmanos devotos podem e devem fazer tudo o que Maomé disse, fez ou presenciou sem condenar.
Como Maomé realizou guerras, mentiu, comprou e vendeu escravos, estuprou, torturou, assassinou, perseguiu judeus e cristãos, casou com uma menina de 9 anos, isso tudo passou a ser permitido aos seguidores do Islã.
Peter Townsend
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NOTA
O texto acima é a tradução deste artigo publicado no site Substack
Luigi Benesilvi
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