Não existe revolta popular espontânea – Luigi Benesilvi

(09/06/2022)

Tenho recebido e lido textos, assistido vídeos e ouvido áudios, de pessoas clamando para que o povo brasileiro se revolte contra os desmandos do TSE, STF e Congresso Nacional e que só assim Bolsonaro terá forças para salvar o Brasil da destruição que o comunismo causará ao país.

Sempre respondo que não existem “revoltas populares espontâneas”.

Todas as revoltas da história foram lideradas por pessoas carismáticas, que arriscaram suas vidas ao ousar desafiar tiranias opressoras, adquirindo com esse gesto ousado, seguidores em número suficiente para fazer balançar o poder dos tiranos.

Muitos conseguiram sucesso e tantos outros sucumbiram e foram presos, exilados ou condenados à morte.

Além de Bolsonaro, quais seriam atualmente os grandes líderes carismáticos conservadores no Brasil, com força suficiente para inflamar as massas contra “o sistema”?

Carla Zambelli? Bia Kicis? Luciano Hang? Os filhos de Bolsonaro? O General Heleno? Daniel Silveira?

E quem proveria o suporte institucional e financeiro para manter os revoltosos mobilizados frente às superiores forças dominadas pelo sistema?

Ou acha que os revoltosos tomariam as ruas como fizeram os “sans-culottes” na Revolução Francesa, por estarem morrendo de fome?

Alguém da nossa classe média está “morrendo de fome”?

Quantos grandes empresários proveriam apoio institucional e financeiro a uma revolta popular contra o sistema?

Ao transcrever um texto chamado “Os perigos das minorias intolerantes frente à maioria tolerante”, que pode ser lido neste link, extraído de uma “thread de tweets” de Diego Garcia, notei dele ter esquecido de mencionar que todas essas minorias atuais têm algum tipo de suporte institucional ou financeiro de ONGS, magnatas da Nova Ordem Mundial, partidos políticos, “movimentos sociais” e mídias tradicionais.

Essas entidades têm interesse em destruir a família tradicional, a propriedade privada e a soberania nacional, para implantar a utopia de um governo mundial único, legitimado pela Organização das Nações Unidas e suas entidades de abrangência global.

Por essas coisas é que respondo aos apelos de “compartilhe muito”, “viralize este áudio”, “tire a bunda do sofá”, “povo passivo”, “Bolsonaro tem que fazer alguma coisa já” e outros assemelhados, escrevendo,

por que o próprio autor não mostra a cara e conclama o povo à revolta popular?”

Alguns dos que tentaram fazer isso aqui no Brasil foram presos, destituídos de mandatos ou tiveram que fugir do país.

E digo mais que, se o Presidente da República, comandante das forças armadas e dos Serviços de Inteligência, não tiver poder suficiente para acabar com a tirania do judiciário, o que eu posso fazer?

Acho que cada um de nós, honestos conservadores, deve fazer o que estiver a seu próprio alcance, nas redes sociais, reuniões de amigos, escolas, estabelecimentos comerciais e em todos os lugares que puder, a manifestar seu apoio a Bolsonaro.

Sempre coloco a bandeira do Brasil numa das janelas do meu apartamento e fitas verdes e amarelas no meu carro.

Mas, o mais importante de tudo, fui a todas as manifestações na Esplanada dos Ministérios, desde a destituição da Dilma, até a mais recente, dia 1º de maio de 2022. Irei no dia 31 de julho e, naturalmente, na de 7 de setembro.

Se bastante gente fizer isso, sinalizará às Forças Armadas, que o povo não tolera a tirania de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, ensejando que elas apoiem o Presidente, quando (e se) ele decretar um ato de livramento desses tiranos opressores e, talvez, dos omissos titulares do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

Qualquer ação mais contundente das forças armadas, terá o imediato repúdio de todas as entidades e países liderados por esquerdistas do mundo inteiro, a começar pela esquerdista União Europeia, secundada pelos próprios Estados Unidos, ONU, OEA, Vaticano e toda a velha mídia internacional.

É possível que um dos poucos apoios seria o da Rússia.

Nem quero pensar…

Não é mais só a direita contra a esquerda ou conservadores contra progressistas; agora é o bem contra o mal; a honestidade contra a corrupção.

O que não dá mais p’ra fazer é dar uma de isentão e sair falando que “nem Lula, nem Bolsonaro”, vamos promover uma 3a via.

Para começar a agir, seria conveniente associar-se a um clube de tiro esportivo, para poder adquirir uma arma e aprimorar a pontaria para se defender, só para o caso da situação piorar muito e sair do controle.

Eu fiz e continuo fazendo tudo o que posso para ajudar Bolsonaro.

Luigi Benesilvi

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